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Verdão na Mídia

VERDÃO NA MÍDIA 08-11-2014: Nosso Pacaembu. Um lindo estádio de espírito ❘ BLOG DO MAURO BETING

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• Nosso Pacaembu. Um lindo estádio de espírito

Minha primeira vez foi com você. Foi de noite. Eu tinha sete anos. Nunca vou esquecer. Eu imaginava então como seria fantástica a emoção. Foi melhor do que eu imaginava. Meu pai me levou. Meu tio também. Não era a primeira vez do meu irmão. Mas era como se fosse.

Saí meio frustrado da minha primeira experiência. Foi meio brochante. Não saímos do zero a zero. Não foi aquele jogo. Eu esperava muito mais. Afinal, era a Segunda Academia. Dudu e Ademir da Guia. Rima que era Seleção.

Não teve gol e nem show. Era outubro de 1973. Empate com o Vasco. Um gol eu só veria em estádio em 15 de novembro. Um a zero no Inter. gol do Nei.

À noite teve pizza no Casa Grande, na Pompéia. No salão de cima estava toda a segunda academia jantando. Leão Luiz Pereira Leivinha. E o bom velhinho Dudu.

Ontem ele completou 75 anos. É um pouquinho mais velho que o Pacaembu. E pra mim nada consegue ser mais mais velho que a estátua Olegário e que o estádio Paulo Machado de Carvalho.

Nada também consegue ser mais palestrino e palmeirense que Dudu e Pacaembu. Rima que é solução.

Dudu que jogou com costelas quebradas no título de 1972. Dudu que se doou e se doeu como Dudu em cada canto do campo onde se vê sempre todo o jogo.

Dudu é nosso. O Pacaembu é nosso. E da cidade. Mas também é nossa identidade. Ninguém deu tanta volta olímpica no Pacaembu como nós. Foi o primeiro estadual em 1940. Foi sem Dacunto en 1944 . Foi o Jogo da lama de 1950 contra o Tricolor. Foi o Rio-SP de 1951 contra o Corinthians. Supercampeonato de 1959 contra Pelé. A goleada contra o Fortaleza na Taça Brasil de 1960. Academia de 1965. Taça Brasil de 1967. Paulista invicto de 1972. Rio-São Paulo de 1993. Brasileiro de 1994. Volta olímpica paulista em 1994 e 1996. A libertação de um grito travado contra o Libertad, em 2013.

Mais um jogo histórico que não levou a título algum.

E quem diz que é preciso?

Hoje não vou dar um até logo ao Pacaembu. Estarei na escolinha do amigo e gênio Rivellino celebrando aniversário do meu caçula Gabriel.

Um jogo maior que tudo. Por ser da minha família. Como o Pacaembu é um pouco de todos. É da casa.

Não somos maiores e nem menores. Não somos donos da casa. Mas ninguém mandou melhor no Pacaembu.

Onde morremos líder e nascemos campeões em 1942. Onde eu Nasci pro futebol. Onde meus filhos viram juntos a primeira derrota em 2010. Onde eu também vi a minha primeira, em 1977. Onde o avô deles também viu alguma derrota que eu não sei. Até empate com gosto de queimado como eu sofri em agosto de 1990.

Palmeiras 0 x 0 Ferroviária. Bastava vencer para ser finalista. Não deu. O Novorizontino se classificou e foi vice para o Bragantino de Luxemburgo.

Eu era jornalista esportivo havia dois meses. E não me aguentei quando vi uma camisa queimada do Palmeiras na arquibancada. Levei para casa. Mas antes fui chamado de corintiano por alguém que me viu com o manto queimado.

Dor apenas menor que ver a sala de troféus do Palestra quebrada por “palmeirenses” minutos depois.

Naquele empate contra a Ferroviária, o Palmeiras que tinha Dorival Júnior em campo e Dudu na torcida, dois ex-Ferroviária, perdeu mais que um campeonato.

Aquele jogo nós perdemos a chance de título. Mas ganharíamos depois em 1993. Como hoje estamos perdendo um pouco do Pacaembu pra ganhar muito do Allianz Parque.

Pacaembu querido, ganhei muito na nossa casa. E, quando perdi, ou empatei, como em 1990, aprendi mais do que perdi.

Até logo, Paca.

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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Entre “céu e inferno”, Verdão dá adeus ao Pacaembu desafiando o Galo

Por William Correia e Wanderson Lima

Às 19h30 (de Brasília) deste sábado, o Palmeiras se despedirá do Pacaembu, sua casa desde 2010, com a obrigação de vencer para não deixar o risco de rebaixamento no Brasileiro aumentar. Em seu último jogo como mandante antes de reabrir o Palestra Itália, o time de Dorival Júnior desafia o empolgado, porém desfalcado Atlético-MG.

Os mineiros chegam a São Paulo animados com a classificação à final da Copa do Brasil e a chance de ir à Libertadores também pela liga nacional. Embora não deva atuar com força máxima, o respeito ao adversário e, principalmente, à possibilidade ainda existente de queda é uma exigência de Dorival.

“No futebol, o céu e o inferno têm um palmo de distância, e isso vira rapidamente. Toda atenção será pouca em um jogo tão importante que pode nos aproximar do nosso primeiro objetivo. É um jogo fundamental para valorizar o que fizemos na Bahia”, disse o técnico, repetindo parte do discurso que fez aos jogadores na véspera da partida.

Ao vencer o Bahia em confronto direto para evitar o rebaixamento, no domingo, o Verdão abriu cinco pontos de distância do bloco do descenso e, a seis rodadas do fim do Brasileiro, tem 3% de chances de cair segundo o matemático Tristão Garcia. Em outras contas, precisa de sete pontos para se assegurar na primeira divisão. Mas o que Dorival cobra é somar logo quantos pontos forem necessários, sem desperdícios, principalmente, como mandante, mesmo ainda longe do Palestra Itália.

“A proximidade com o grupo do rebaixamento é grande. Não há nenhum motivo para um pouco mais de tranquilidade. Em razão de tudo que passamos ao longo do campeonato, não podemos, de maneira nenhuma, achar que estamos com a situação definida”, ressaltou o treinador.

Para o jogo, o técnico não poderá contar com Wesley, suspenso, Lúcio, com virose, e Eguren, Thiago Martins, Leandro e Rodolfo, sem condições físicas de jogar. Mas Henrique, artilheiro do campeonato, volta após cumprir gancho e Mouche, Mazinho e Allione disputam as duas vagas nas pontas para dar opções a Valdivia e municiar o centroavante.

Independentemente dos escolhidos, a ordem é não perder pontos. “A preocupação foi diminuindo e a confiança foi aumentando por causa da postura que apresentamos. A equipe vem crescendo e mostrando algo além do que vínhamos tendo e vendo. Mas o futebol prega peças e, se você não estiver totalmente focado e concentrado, fatalmente terá um erro que pode não ter volta. O Palmeiras não pode errar novamente e, por isso, não pode ter relaxamento, por menor que seja”, cobrou.

O Atlético-MG terá um time misto no duelo contra o Palmeiras. A decisão foi tomada pelo técnico Levir Culpi para preservar atletas para a decisão da Copa do Brasil, contra arquirrival Cruzeiro. O comandante alvinegro, porém, não quis adiantar a escalação. Alguns atletas considerados titulares foram relacionados, mas ficam como opção entre os reservas.

“Pode ser, é uma opção, mas como o elenco está fechado, tenho confiança na escalação. Não se ganha um campeonato com apenas 10, 11 jogadores. Um elenco que ganha o campeonato. Estamos dando oportunidades, e o time mantém a boa pegada. Isso me dá possibilidades de mudar a equipe”, disse Levir Culpi.

Pelo menos duas baixas são certas. O atacante Diego Tardelli foi punido com quatro jogos de suspensão por ter sido expulso contra o Bahia, enquanto Josué recebeu o terceiro cartão amarelo. “É bom utilizar os jogadores que estão querendo uma chance. Se você tem uma chance em um jogo desses, agarra com unhas e dentes. Vejo dessa maneira”, comentou Levir Culpi.

Um das novidades do Galo será o volante Rafael Carioca, que recuperado de lesão vai participar de pelo menos parte da partida. Outra cara nova para o torcedor do atleticano é o jovem Leonan, que atua como meia e também lateral-esquerdo e é uma das revelações do clube.

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS X ATLÉTICO-MG

Local: Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 8 de novembro de 2014, sábado
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Emerson Luiz Sobral (PE)
Assistentes: Fabricio Vilarinho da Silva (Fifa-GO) e Clovis Amaral da Silva (PE)
Assistentes adicionais: Nielson Nogueira Dias (PE) e Wagner Reway (MT)

PALMEIRAS: Fernando Prass; João Pedro, Nathan, Tobio e Victor Luis; Renato e Marcelo Oliveira; Mouche (Allione), Valdivia e Mazinho (Allione); Henrique – Técnico: Dorival Júnior

ATLÉTICO-MG: Victor; Alex Silva, Edcarlos, Tiago e Pedro Botelho; Pierre, Leandro Donizete, Eduardo, Rafael Carioca e Dodô; Marion – Técnico: Levir Culpi

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NOTICIÁRIO ❘ UOL ESPORTE

• Para dar adeus ao Pacaembu e ao Z-4, Palmeiras pega Atlético-MG reserva

Para praticamente confirmar que não briga mais contra o rebaixamento, o Palmeiras entra em campo neste sábado (8), a partir das 19h30, para receber o Atlético-MG, que vem com a equipe reserva por priorizar a final da Copa do Brasil, marcada para esta quarta-feira diante do Cruzeiro.

Mais do que ratificar que ficará na elite do futebol brasileiro em 2015, a equipe também busca um adeus digno ao Estádio do Pacaembu. Com a estreia da nova arena marcada para o dia 19 de novembro, contra o Sport, os palmeirenses só devem voltar ao local caso sua casa esteja sem condições de receber um jogo.

Para a importante partida, Dorival Júnior só terá o desfalque de Wesley entre os titulares. O meio-campista tomou o terceiro amarelo na vitória diante do Bahia. Apesar do time completo e da sequência sem perder de três jogos, o comandante pede para que seus atletas coloquem os pés no chão, especialmente por causa da qualidade do adversário.

“O Palmeiras não pode pensar que já está livre da queda. Temos de estar atentos porque a aproximação com o grupo de baixo pode ser rápida. Não há motivo para ficar tranquilo. A exigência do Brasileirão é grande”, disse o comandante.

“O jogo do Atlético-MG é de suma importância, porque estaremos enfrentando uma equipe que está na final da Copa do Brasil, está entre os líderes do Brasileirão e é uma equipe forte e segura independentemente dos nomes que use”, completou Dorival.

O Atlético-MG, por sua vez, chega embalado após a histórica e dramática vitória sobre o Flamengo, na semifinal da Copa do Brasil, por 4 a 1, na quarta-feira, no Mineirão. A equipe disputará pela primeira vez a final da Copa do Brasil em sua história, contra o maior rival, com a chance de diminuir o brilho vivido pelo Cruzeiro com a aproximação do bicampeonato nacional.

Porém, com a partida de ida da final já na quarta-feira, o foco ficará na Copa do Brasil. Mesmo o Atlético tendo perdido lugar no G-4, com a derrota para o Atlético-PR no final de semana passado, por 1 a 0, o técnico Levir Culpi deixará o torneio em segundo plano e escalará um time praticamente todo reserva. O comandante até levará os titulares para São Paulo, mas já deu indícios de que mandará para campo os jogadores que estão atuando menos.

“Se não poupar e perder o jogo, é momento de poupar. Se poupar, e perder, não era momento de poupar. Então é uma questão muito complexa. O Cruzeiro está numa situação muito parecida com a nossa, talvez até mais difícil. Decisões que devem ser pautadas na experiência, no conhecimento do grupo. Neste momento, estamos focando nas duas competições”, disse Levir Culpi.

Para este jogo, o treinador não terá a sua disposição Diego Tardelli, que foi punido por quatro jogos de suspensão pelo STJD, em julgamento na quinta-feira e também Josué, que levou o terceiro cartão amarelo. Luan, Carlos, Dátolo, Guilherme Santos e Leonardo Silva, que deixaram o duelo na quarta-feira cansados e com dores musculares, deverão ficar no banco de reservas.

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NOTICIÁRIO ❘ MÁQUINA DO ESPORTE

• Loja do Palmeiras premia consumidor com churrasco com ídolo Marcos

A rede de lojas do Palmeiras, Academia Store, vai premiar clientes com um churrasco com o ex-goleiro Marcos na próxima terça-feira, dia 11, no Centro de Treinamento do clube. Na ocasião, o ídolo irá bater uma bola com os vencedores, a partir das 19h.

Para participar, os torcedores precisam adquirir R$ 100 em produtos em qualquer loja oficial do clube e, assim, ganhar um cupom para concorrer ao evento. Caso o palmeirense opte por produtos da linha casual, terá direito a dois cupons. Será sorteado um vencedor por cada unidade da rede.

“Queremos proporcionar aos clientes um momento único ao lado de ‘São’ Marcos. A ação deve aumentar o fluxo de apaixonados pelo clube em nossos estabelecimentos”, afirmou Fabio Interaminense, gestor de marketing da Meltex Franchising, empresa que administra a rede de lojas.

Os sorteados vão assumir as despesas de deslocamento, hospedagem e alimentação. A promoção na Academia Store vai até o próximo sábado. 

A rede conta com mais de 500 itens oficiais desde chaveiros, roupas, vestuário, acessórios, bazar, cama, mesa e banho, entre outros. Para abrir o negócio é preciso investir a partir de R$ 100 mil. 

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COLUNA PAINEL FC ❘ FOLHA DE S.PAULO

Por Bernardo Itri

• Paulo Nobre diz a aliados que Brunoro deixa o Palmeiras no fim do ano

Candidato à reeleição no Palmeiras, Paulo Nobre tem dito a diretores e cartolas que, se continuar como presidente, José Carlos Brunoro, seu principal executivo, não continua no clube. Nobre já tem três nomes preferidos para substituir Brunoro no comando do departamento de futebol alviverde. Alexandre Mattos, diretor de futebol do Cruzeiro, Rodrigo Caetano, do Vasco, e Eduardo Maluf, do Atlético-MG, são os cotados.

• Afago

Se oficializar a saída de Brunoro, Paulo Nobre vai agradar a quase todas as correntes políticas do Palmeiras, já que o executivo é o cartola mais criticado do clube atualmente. As saídas de Barcos e Alan Kardec do time são fatos negativos que estão na conta do dirigente.

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6 respostas em “VERDÃO NA MÍDIA 08-11-2014: Nosso Pacaembu. Um lindo estádio de espírito ❘ BLOG DO MAURO BETING”

Kkkk…. boa resposta, Zago.

Incluo nessa, torcedores desinformados e aloprados, que não defendem o Palmeiras ao elogiar a INDI-Gestão Paulo Nobre que a cada dia desmoraliza o time perante a mídia, perante times adversários e perante aos torcedores.
VAZA, PAULO INÚTIL NOBRE.

MAURO BETING esse cara é bambi fato, nunca defendeu a SEP no jornalismo brasileiro. Ele e aquele tal de PVC são FAKE. Jornalista Chuchu não serve para nada.

A minha primeira vez também foi no Pacaembú, 06/09/12, Palmeiras 3 X 1 Sport. E hoje é a despedida. Até agora só perdi uma no estádio, aquela contra o Tiajoana. Espero manter meu bom aproveitamento.

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