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Verdão na Mídia

VERDÃO NA MÍDIA 20-11-2014: Estreia da arena termina com ‘vergonha’, ‘volta pro rally’ e ‘se prepara pra apanhar’ ❘ ESPN BRASIL

NOTICIÁRIO ❘ ESPN BRASIL

• Estreia da arena termina com ‘vergonha’, ‘volta pro rally’ e ‘se prepara pra apanhar’

Por Camila Mattoso e Francisco De Laurentiis

A expectativa pela estreia do Allianz Parque era grande, mas a torcida do Palmeiras acabou frustrada com uma derrota por 2 a 0 para o Sport, nesta quarta-feira, pelo Campeonato Brasileiro. Ao fim do jogo, os torcedores protestaram contra a equipe e contra o presidente Paulo Nobre, inclusive com ameaças de agressão.

Logo ao apito final, os torcedores gritaram “vergonha, time sem vergonha” repetidas vezes, enquanto o elenco alviverde se encaminhava para os vestiários. “Não é mole, não, essa vergonha pra torcida do Verdão”, completaram.

Depois, o alvo dos protestos passou a ser o presidente do time, Paulo Nobre. “Ei, você aí, esquece o meu Palmeiras e volta pro rally”, ordernaram os palmeirenses, em referência ao cartola, que participava de provas de corrida antes de assumir a equipe.

O tom ainda subiu depois que os torcedores se realizaram que a equipe alviverde segue em risco de cair para a segunda divisão em pleno ano do centenário. A promessa foi grave.

“Olelê, olalá, se cair pra Série B, se prepara pra apanhar”, bradaram mais de 30 mil palestrinos enfurecidos.

O Palmeiras volta a campo no próximo domingo, fora de casa, contra o Coritiba, pela 36ª rodada.

A equipe paulista tem 39 pontos e está na 14ª colocação do Brasileiro. Três pontos separam os comandados de Dorival Júniro da Chapecoense, primeira equipe que aparece na zona do rebaixamento. Bahia, Botafogo e Criciúma completam a degola.

‘Time sem vergonha? Não, o caso do Palmeiras é mais grave. É um time ruim; de dar nojo’, diz Antero

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NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Festa, desespero e protesto: torcida se revolta na estreia do novo estádio

Da festa ao desespero. Da felicidade à revolta. Da comemoração aos protestos. Assim foi a noite da torcida do Palmeiras na inauguração da nova casa, nesta quarta-feira, diante do Sport. 

O que começou com um belo festejo desde o fim da tarde nas proximidades do estádio terminou com xingamentos e tristeza. A derrota por 2 a 0 para o time pernambucano jogou um balde de água fria na massa alviverde de 35.939 torcedores.

O hino do Verdão e as canções de incentivo foram a tônica do primeiro tempo. Cada lance, dividida ou até amarelo para jogadores do Sport eram comemoradas. Apenas xingamentos por erros da arbitragem substituíram as músicas de apoio ao time na etapa inicial.  

A situação começou a mudar no segundo tempo. A intensidade dos gritos foi caindo na mesma proporção em que a apreensão pelo resultado aumentava. “Palmeiras, minha vida é você”, “100 anos de histórias, lutas e glórias” e “nada vai mudar nosso amor, nada vai mudar nossa paixão”, canções mais escolhidas pelos torcedores, deram lugar ao nervosismo. E o balde de água fria veio aos 32 minutos com o gol de Ananias, ex-palmeirense.

A partir daí o ambiente se transformou. Prova disso foi a substituição de Wesley, xingado por todo o estádio quando deu seu lugar para Mazinho. No fim, o gol de Patric apenas sacramentou o placar que já não servia para o Verdão. E deu início aos protestos.

“Time sem vergonha”, “diretoria vai se f… sou palmeirense e estou cansado de sofrer”, e xingamentos ao presidente Paulo Nobre passaram a ser as músicas entoadas. A noite de festa terminou com tristeza e revolta pelo risco de real de queda. E uma ameaça: 

– Olê le lê, ola la lá, se cair pra Série B, se prepara pra apanhar!

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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Palestra impressiona pela beleza, mas falhas atrapalham até árbitro

Por Luiz Ricardo Fini e William Correia

Reaberto para jogos oficiais após quatro anos e quatro meses, a beleza e ares de modernidade do Palestra Itália foram as raras boas impressões deixadas na derrota do Palmeiras para o Sport. Mas a arena ainda apresenta falhas que, inclusive, atrapalharam a arbitragem na partida dessa quarta-feira.

O árbitro Dewson Fernando Freitas da Silva, do Pará, relatou os problemas na súmula. “Informo que não foi possível incluir a relação de atletas antes do início da partida em razão de falta de internet no estádio e que a comunicação de penalidades foi feita de forma manual pelo mesmo motivo antes exposto”, escreveu.

A falta de internet foi uma das principais dificuldades para todos os presentes. A rede sem fio gratuita armada para os torcedores praticamente não funcionou desde uma hora antes de o jogo começar. Mesmo a rede destinada exclusivamente à imprensa apresentou instabilidade a partir das 21 horas (de Brasília). A comunicação chegou a ser prejudicada também com a impossibilidade de falar pelos celulares, por conta do sinal muito fraco.

Houve um sinal que gerou ainda mais apreensão. A WTorre, construtora responsável pela reforma no estádio, considerou a primeira partida oficial como um teste, tanto que a Polícia Militar liberou a venda de ingressos com 4 mil bilhetes a menos do que a capacidade total para jogos. Mas o clima de testes em emergências assustou.

Os torcedores puderam no estádio a partir das 19h30. Até perto das 21 horas, quem estava mais próximo das partes internas pôde ouvir e se assustar com barulhentos apitos anunciado uma emergência. Rapidamente, alguém informava que era um teste, mas funcionários do estádio se queixavam da medida. “Já estão todos aqui dentro, isso vai causar pânico”, falavam entre si.

Os elevadores também apitavam mesmo com um número de pessoas bem inferior ao indicado como capacidade máxima, causando aglomerações. Camarotes apresentaram goteiras e ajustes de luzes nos corredores eram realizados horas antes de a partida começar. Faltavam ainda tomadas ao longo do estádio. A imprensa não pôde ficar em sua área, tendo que trabalhar em um lounge que servirá para receber eventos.

Depois da partida, a entrevista coletiva de Dorival Júnior começou com atraso por conta de problemas no sistema de som. Repórteres tiveram que aproximar os seus próprios microfones do técnico para ouvi-lo até que, minutos mais tarde, conseguiram resolver as dificuldades para que o treinador se explicasse da maneira estava prevista.

A organização do jogo ficou a cargo do Palmeiras, e Paulo Nobre já chegava ao estádio avisando que erros poderiam ocorrer. “Espero que o torcedor dê nota 10,5. O estádio é maravilhoso, lindo. Por ser o primeiro jogo, pode ser que tenham acontecimentos a serem corrigidos para os próximos jogos, é uma coisa normal. Agora, não estamos medindo esforços para tudo ocorrer da melhor maneira”, indicou o presidente.

A reabertura ocorreu na última chance que Nobre tinha antes das eleições do dia 29. O candidato da oposição, Wlademir Pescarmona, viu o fato como estratégia eleitoreira, e que pode ter prejudicado, já que o estádio ainda não está pronto. “Não é uma inauguração da gestão do presidente Paulo Nobre, é uma inauguração da Sociedade Esportiva Palmeiras, independentemente do presidente”, defendeu-se Nobre.

A discussão judicial sobre as cadeiras do estádio até foi esquecida no discurso do presidente. Mas fica a cargo do Palmeiras resolver as falhas do primeiro jogo oficial para voltar a atuar em casa no dia 7, contra o Atlético-PR, pela última rodada do Brasileiro. “A operação é sempre responsabilidade do clube. O pessoal da WTorre está trabalhando em conjunto conosco, até para aprender como funciona o futebol no Brasil, bem diferente de um show. As exigências da polícia são completamente diferentes”, comentou o presidente.

A WTorre se prepara, agora, para o primeiro evento com capacidade máxima do estádio: os shows de Paul McCartney, na terça e quarta-feira. Parte da estrutura do palco do britânico esteve presente atrás da meta em que ocorreram os dois gols da noite, e ficou coberta por um pano verde e um símbolo inflável do Palmeiras.

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NOTICIÁRIO ❘ IG ESPORTE 

• Derrota na inauguração da arena escancara dependência do Palmeiras por Valdivia 

Por Gabriela Chabatura

O torcedor do Palmeiras odeia admitir, mas é em Valdivia que está depositado o fio de esperança para a reabilitação do time no Campeonato Brasileiro. Contrariado pelos médicos, o chileno foi barrado de participar da derrota por 2 a 0 para o Sport, em plena inauguração do Allianz Parque, e agora sabe que as chances são remotas de ele estar em campo domingo, contra o Coritiba.

Apesar de ter levado uma pancada no quadril enquanto servia à seleção chilena, Valdivia preocupa o departamento médico por ter sido diagnosticado com um edema na coxa esquerda. Embora o atleta cogite jogar no fim de semana, o curto período de recuperação deixa profissionais de dentro do clube pessimistas.

“O Valdivia tem um edema na região posterior da coxa esquerda. Ele ficou muito chateado, chorou bastante por não poder participar do jogo. Estava bastante decepcionado em função das circunstâncias e da importância do jogo para o Palmeiras e para ele. Mas era uma questão de preservá-lo, não correr o risco de perdê-lo para o resto do campeonato. É uma decisão conjunta de não correr esse risco. A partir de hoje, continuando o que vem fazendo, acreditamos que talvez evolua o suficiente para participar do jogo de domingo”, disse o médico Rubens Sampaio sem admitir publicamente a preocupação.

A ausência de Valdivia evidencia a limitação da equipe no setor de criação e, sobretudo, no poder de reação. O técnico Dorival Júnior, por sua vez, também não conseguiu encontrar um substituto que faça a mesma função do chileno e tem optado por escalar o lateral Victor Luís no meio e responsabilizar Wesley de se aproximar dos atacantes.

Mas esta não é a primeira vez que a dependência do Palmeiras e a ausência de Valdivia atrapalham os planos durante a temporada. Tem sido assim de 2012, quando o Mago desfalcou o time no segundo jogo contra o Millonarios, na Copa Sul-Americana, e ficou fora das últimas rodadas do Brasileirão por conta de uma lesão no joelho esquerdo. Neste ano, ele também não participou da semifinal do Paulistão e oitavas da Copa do Brasil, e o time deixou as duas competições.

Abalado por causa do corte, Valdivia se recusou a se pronunciar nesta quarta-feira, após assistir a partida do próprio camarote, mas ouviu de um torcedor: “Valdivia, você tem que jogar. Volta, porque sem você não dá”. Talvez, o fã tenha razão.

Relembre as ausências de Valdivia em partidas decisivas:

Sul-Americana de 2012

Embora tenha sido relacionado para o primeiro jogo contra o Millonarios, nas oitavas, Valdivia ficou no banco de reservas. No segundo confronto, ficou fora por lesão no joelho esquerdo. Time acabou eliminado na Colômbia.

Brasileirão de 2012

Com uma lesão no joelho esquerdo, Valdivia ficou fora da reda final do campeonato que culminou no segundo rebaixamento da equipe. O último jogo dele havia sido no dia 6 de outubro, contra o São Paulo.

Paulistão de 2013

Com um problema na coxa direita, o meia não entrou em campo contra o Santos, nas quartas de final, e ainda ficou de molho por 114 dias. Time terminou eliminado nos pênaltis.

Libertadores de 2013

Nas oitavas do torneio, eliminação para o Tijuana (MEX), e novamente sem o Mago. Ele não jogou ainda devido à lesão na coxa direita.

Copa do Brasil de 2013

Ele não jogou os dois jogos das oitavas de final, contra o Atlético-PR, por conta do edema na coxa direita.

Paulistão de 2014

Valdivia começou a semifinal contra o Ituano, no Pacaembu, no banco de reservas. E, por conta de um inchaço no tornozelo direito, o meia apenas entrou no segundo tempo aos 25 minutos e não evitou a derrota por 1 a 0.

Copa do Brasil de 2014

No primeiro das oitavas de final da Copa do Brasil, contra o Atlético-MG, Valdivia não jogou. Naquela oportunidade, o então técnico Ricardo Gareca escalou Mendieta o meio-de-campo. O chileno ficou fora por causa de uma lesão na coxa direita. Na segunda partida, no estádio Independência, Valdivia também não atuou por estar em fase de recuperação.

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BLOG POR DENTRO DOS CLUBES ❘ ESTADÃO ONLINE 

• Palmeiras: arena de octocampeão brasileiro com futebol de Série B

Uma triste constatação é que o torcedor do Palmeiras se viu obrigado a aprender a lidar com vexames nos últimos anos. Até quando tudo parece conspirar positivamente, algo de ruim acontece. Em uma bela quarta-feira, diante de um adversário que está longe de ser um primor técnico, o Alviverde inaugurou sua linda e moderna casa, que ainda necessita de alguns ajustes, mas se for comparar com a qualidade técnica do elenco, a arena está anos-luz à frente. A torcida mais uma vez deu show e deixou o estádio como “a melhor em campo”.

Enquanto 11 pessoas tentavam enfraquecer um gigante de verde em campo, quase 40 mil gritavam como loucos nas arquibancadas e fizeram uma festa do tamanho que a nova casa merecia. Fora de campo, a força era de um octocampeão brasileiro, campeão da Libertadores, campeão do século… Lá dentro era um punhado de jogadores que, suando sangue, podem conseguir manter o time na Série A.

No gol, Fernando Prass é um sobrevivente no meio do deserto. Sua qualidade técnica não é compatível com a maioria de seus companheiros. Nas laterais, João Pedro é um garoto muito promissor, mas naturalmente sentiu o peso do jogo e ficou assustado, ainda mais depois do primeiro gol. Não podemos esquecer que ele tem apenas 17 anos e algumas deficiências graves, como a falta de poder de marcação. Do outro lado, Juninho é voluntarioso, mas falta personalidade para jogos importantes e sob pressão. Ele parece ter eternamente 17 anos. Se um dia mudar de personalidade, talvez possa se tornar um jogador mais útil.

Nas zagas, Tobio e Nathan estão surpreendendo positivamente, mas sobrecarregados, podem, em breve, começar a ser cobrados pelos erros dos colegas. Por melhor que sejam, eles não podem ser os únicos a marcar no time. Nathan também é jovem, mas dá para ver que tem tudo para se tornar um dos melhores da posição no Brasil. A esperança é que essa má fase não queime o garoto.

No meio, tragédia total. Marcelo Oliveira e Victor Luis podem ser aproveitados, mas como opção. Victor pelo menos pode voltar para a lateral-esquerda, onde rende mais. Já Marcelo é um cara do bem, voluntarioso, orienta o time e não falta dedicação. É bom ter gente assim no elenco, mas não sendo titular absoluto.

Em relação a Wesley, o que começou errado tinha que terminar errado. O ex-presidente Arnaldo Tirone fez uma “vaquinha” com os torcedores para contratá-lo (lembram?) como se ele fosse a solução da lavoura. Na verdade é um jogador comum, onde vemos as pencas pelos campos do Brasil e que viveu uns seis meses de ouro com Neymar e companhia no Santos, onde vários jogadores, até pior do que Wesley, também brilharam. No fim, o volante deve sair pela porta dos fundos do clube como um dos piores negócios feitos nos últimos anos.

Já Felipe Menezes… O torcedor do Sport, o mesmo que hoje se diverte por estragar a festa alviverde, é o que comemorou a saída do meia, então reserva, em 2013. É outro que não consegue suportar uma camisa tão pesada.

No ataque, Diogo tem muita vontade, corre como louco, mas precisa pensar um pouco mais o que vai fazer. Mesmo assim, acho que ainda vale acreditar um pouco mais nele, mas se enquadra no perfil do Marcelo Oliveira. Fraco titular, um excelente reserva.

Henrique é um caso à parte. Desengonçado, muitas vezes maltrata a bola e a torcida. Mesmo assim, já foram 15 gols no Brasileiro, números que o colocam como artilheiro do Brasileiro. Pela realidade do futebol brasileiro atual, acho que daria para ser um bom reserva.

No banco, ninguém merece destaque. Ouvi e li muitos comentários falando que deveriam entrar Mouche, Allione, Mazinho, Bruno César (sim, ele continua no Palmeiras) e até Patrick Vieira. O torcedor, não só o palmeirense, tem a ideia de que, se o time não está bem, sempre o que está de fora é a melhor opção. Nem sempre é assim. Raros são os casos em que o melhor fica no banco. O problema do Palmeiras não é um, dois ou três jogadores. É a mente, a personalidade. O Palmeiras precisa voltar a pensar grande e não se contentar em ficar na Série A.

Quanto a Valdivia, o Palmeiras é maior do que qualquer jogador. Não pode deixar tudo nas costas do chileno. Já passou da hora de outros darem a cara a tapa e também assumirem responsabilidade. Quanto a diretoria, ela foi a responsável pela montagem do elenco, logo…

E a esperança do palmeirense é que de time campeão não fique apenas a história, a arena e sua torcida.

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BLOG DO ROBERTO AVALLONE ❘ UOL

• Depois da festa amarga, a esperança por Valdivia

Não fosse a emoção pura pelo novo e belo estádio, a impressão seria a de que o Palmeiras viveria um filme reprisado em todos os jogos: diante do Sport, um futebol pífio, pequeno, sem força ou qualidade para chegar ao gol. Quantas defesas difíceis fez o goleiro Magrão? Que eu me lembre, nenhuma.

E com isso, dentro desta campanha capaz de envergonhar, o Palmeiras conheceu sua terceira derrota seguida e pelo mesmo placar, 2 a 0 (desta vez com gols de Ananias e Patric), a mesma conta do jogo contra os reservas do Atlético Mineiro, da partida contra o São Paulo. Só menos vexatória do aquela goleada sofrida para o Goiás, lá atrás, por 6 a 0.

Faltou raça? Não. Faltou empenho? Não. O que faltou foi futebol. Embora seja injusto atribuir apenas a dois ou três jogadores o fiasco na inauguração do Allianz Parque, creio que, por exemplo, Wesley e Felipe Menezes exageraram no direito de errar passes e de irritar o torcedor; e o técnico Dorival Júnior mais uma vez demorou demais para mexer na equipe, tornando-a mais ofensiva com a entrada dos argentinos Allione e Mouche.

Dentro de sua proposta, o Sport fez um jogo perfeito: fechadinho no primeiro tempo, tocando bem a bola, levado ao contra-ataque por Diego Souza (boa exibição) e por esse lateral-direito, Patric, sempre perigoso nos jogos em que o vi atuar.

Merecidíssima vitória do Sport!

E o que resta ao Palmeiras, agora?Esperar pelo rebaixamento, passivamente, pois que dos três últimos jogos dois são fora de casa, contra o Coritiba e diante do Inter? Bem, a primeira esperança se chama Valdivia que, segundo os comentários, tem chances de jogar contra o Coritiba e que queria jogar nesta quarta-feira, mesmo machucado. Ele, como se sabe, é o melhor jogador do time.

E cabe ao técnico Dorival mexer no time que só vem perdendo. Que tal além da pequena chance de ter Valdivia, colocar em campo os argentinos- Cristaldo, Allione e Mouche- que andam ausentes como titulares dessa equipe tão desprovida de talentos? Pelo menos, é uma tentativa…

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BLOG DO PAULO VINÍCIUS COELHO ❘ ESPN BRASIL

• A festa frustrada no Allianz Parque era previsível. O estádio só pode mudar o futuro

O novo estádio Allianz Parque não pode mesmo mudar o presente do Palmeiras. Talvez possa mexer com o futuro. Foi o que este colunista tentou dizer no texto A ERA ALLIANZ PARQUE, publicada no último domingo na Folha de S. Paulo.

O presente é o resultado de uma sucessão de equívocos do passado. Todo mundo sabe que o Palmeiras é um com Valdivia e outro, muito pior, sem ele. Também se sabe como isto é incrível, levando em conta o que Valdivia não fazia antes deste semestre.

Neste ano, se não fosse o meia chileno, a situação do Palmeiras estaria pior. Demonstração disso viu-se na inauguração do Allianz Parque.

A radiografia da crise não está na falência do time atual. Está na construção dele. É justo dizer que Wesley não serve, que Juninho não funciona e que Diogo errou no segundo gol.

É correto cobrar que Dorival Júnior mexa melhor na equipe do que fez ao deixar Marcelo Oliveira como único volante e Diogo revezando-se com Alione na função de segundo homem nos quinze minutos finais. A tentativa foi vencer o Sport, mas o risco de perder era muito maior com essa mudança.

Mas a questão fundamental – na opinião deste blog – já foi tratada aqui. Não se contrata 37 jogadores – ainda que se afirme que só seis foram comprados – impunemente. Não se pode escalar cinco times distintos no intervalo de dois anos sem perceber que isso levará a não ter time nenhum.

Não adianta dizer que fulano, sicrano ou beltrano não servem e descobrir que funcionam em outros clubes, como o zagueiro Léo e o ponta Marquinhos, do Cruzeiro, o zagueiro Leonardo Silva, do Atlético – alguém dirá até Ananias, do Sport!

Uma equipe montada sofre quando falta seu melhor jogador. Uma equipe inexistente sofre mais, mesmo que seu maior craque tenha valor discutível.

O Palmeiras precisa fazer o estádio ser a plataforma de relançamento como time gigante. Isso só vai acontecer com parceria entre o clube, a construtora, a proprietária dos naming rights e quem mais quiser participar da montagem de um time forte, que faça o estádio ter arrecadações como a da inauguração.

Os únicos verbos capazes de recuperar o Palmeiras são ousar e inovar. Nesse caso, o estádio pode ajudar a ter um futuro mais feliz. Que o presente é ruim soube-se ao conjugar o pretérito imperfeito.

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BLOG DO ROBSON MORELLI ❘ ESTADÃO ONLINE

• De nada adiantou ter o estádio de volta: esse elenco do Palmeiras maltrata o torcedor

O presidente Paulo Nobre jura de pés juntos que tirou do bolso mais de R$ 100 milhões para ajudar o Palmeiras. Imagino que esse dinheiro não tenha ido para o futebol. Com R$ 100 milhões qualquer juvenil no comando de um clube monta um time mais competitivo que esse do Palmeiras, que perdeu as últimas três partidas no Campeonato Brasileiro, para Atlético-MG, São Paulo e Sport, e voltou a correr sérios riscos de rebaixamento. O time estaciona nos 39 pontos após a derrota por 2 a 0 para o Sport e agora terá de roubar pontuação de Coritiba (fora) e Inter (fora) , antes da última rodada, em casa, contra o Atlético-PR. As pernas de muitos jogadores de agora em diante vão tremer feito vara verde. De quebra, tem sua nova Arena batizada negativamente, com gols de Ananias e Patric, nessa ordem. Então, é de Ananias o primeiro gol na Arena Palmeiras.

Perder é do jogo. Ocorre que esse time é muito ruim. Ruim demais. Os jogadores não conseguem acertar passes de meio metro. Felipe Menezes não tem condições de usar a camisa do Palmeiras. Não deveria ter o direito de pisar no novo estádio. Wesley é indolente. Se vê como um craque que não é nem nunca foi. Henrique é a maior prova que milagres existem no futebol. Ele marcou 15 gols neste Nacional, e ainda é o artilheiro da competição.

O resto dos jogadores,  é isso mesmo: resto. Um bando de caras que se fosse em outras épocas jamais conseguiria passar numa peneira. Os responsáveis por montar um time como esse precisam dar explicações, aparecer, pedrir perdão até. O presidente tem de mostrar como investiu R$ 100 milhões em nada. Como disse, perder, ganhar, é do jogo. Mas perder sem vibrar, sem dar um chute ao gol, sem mostrar vontade, sem jogar com inteligência, é demais para mim e imagino que para o torcedor também.

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BLOG DO FABIO SALGEIRO

• Palmeiras vive sofrimento sem fim. E a dor pode aumentar

O Palmeiras estreou com derrota em sua nova arena: perdeu para o Sport por 2 a 0 e voltou a conviver com o fantasma do rebaixamento. Mais que o vexame na estreia da nova casa, belíssima por sinal, o Alviverde deve lamentar e também se desesperar, pois o tropeço deixa o time à beira da zona do rebaixamento no Brasileirão.

A tabela apresenta mais três duelos para o Palmeiras e a fuga da degola não será fácil. O técnico Dorival Júnior sabe disso e deixou claro o temor após a derrota vexatória para o time pernambucano. A torcida sabe também que o risco da degola é real, por isso o clima é de apreensão.

Nem a satisfação com a nova casa ameniza a dor e o desespero do palmeirense, que vive um inferno astral sem fim. E vale lembrar que é o ano do Centenário do clube.

O Palmeiras tem uma decisão no próximo domingo, diante do Coritiba, no Paraná. O duelo diante de um rival também ameaçado pelo fantasma da degola promete fazer do confronto uma “final” na luta pela permanência na divisão de elite do Brasileirão.

O drama alviverde torna-se ainda maior nesta reta final do nacional, pois terá depois do confronto contra o Coritiba um duelo diante do Internacional, que briga para estar na próxima edição da Libertadores da América. O Alviverde fecha sua participação no nacional diante do Atlético-PR, em casa.

Não vejo o Palmeiras rebaixado. A convicção não é escorada no time, que realmente é muito fraco, mas na fragilidade dos rivais diretos na luta contra a degola.

No entanto, o drama será enorme. O Palmeiras vai passar sufoco até a última rodada. Pior que os adversários é o Alviverde colocar todas as esperanças de evitar mais um rebaixamento em Valdivia.

O camisa 10 não é confiável e sua trajetória pelo clube prova isso. Mas há de se entender o palmeirense, que é hoje um torcedor descrente e desesperado. Por isso a confiança num jogador que nunca está à disposição quando o time precisa.

Em tempo: Valdivia não jogou contra o Sport e é dúvida para o duelo decisivo contra o Coxa.

A ameaça de degola é real. Mas acredito que o Palmeiras não cai. E você, o que acha? Opine!

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BLOG DO JOÃO CARLOS ASSUMPÇÃO ❘ LANCENET 

• Dorival Júnior fica

Apesar da fase complicada do Palmeiras, cujo time mostrou que não mesmo está à altura do seu novo estádio, longe, muito longe disso, Dorival Júnior deve seguir como técnico do time em 2015. Pelo menos se Paulo Nobre ganhar a reeleição, porque a oposição quer mexer bastante no departamento de futebol, embora não deixe claro se manteria ou não o treinador.

O atual presidente gosta do trabalho de Dorival e acha que, com mais tempo para trabalhar, pode se sair bem no ano que vem. Eu, particularmente, fico em dúvida, porque para isso o Verdão teria de se reforçar. A equipe está muito aquém não apenas da nova arena, mas das tradições e da história do Palestra.

Ontem, diante do Sport, o Palmeiras foi um desastre. Como já tinha sido nas duas partidas anteriores, também duas derrotas, que o colocaram de novo em situação de risco no Brasileirão.

Nobre mantém o discurso de que o clube não cai e seguirá na Série A em 2015. Penso como ele. Embora as chances de rebaixamento, que já pareciam afastadas, voltaram a se aproximar do Palmeiras, há equipes piores no campeonato e acho que o Verdão, ao contrário do Botafogo, com um pé e meia na Série B, não cai, não.

Mas que tem que jogar um pouquinho mais de bola, tem. Ontem diante do Sport jogou um futebol muito, mas muito fraquinho mesmo.

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BLOG DO MENON ❘ UOL

• Palmeiras e Botafogo agonizam, mas há uma linda diferença para o Verdão

O Botafogo perdeu para o Figueirense, no campo do Vasco. Foi sua quarta derrota seguida, duas delas como mandante.

O Palmeiras perdeu para o Sport, em casa. Foi sua terceira derrota seguida, duas delas como mandante.

Os dois gigantes estão mal, correm risco de queda, muito maior no caso do Botafogo. Mas esta não é a diferença maior entre os dois gigantes do futebol brasileiro. Ela está nos dois primeiros parágrafos. O Botafogo perdeu mandou o jogo no campo do Vasco. O Palmeiras estreou seu novo estádio, lindo.

A gozação pelos gols de Ananias e Patrick vai durar um bom tempo, mas o futuro é cheio de esperança. O novo estádio é sinônimo de grandeza reconquistada, é autoestima, é alto astral, é dinheiro em caixa. Todos sabem que a construtora fica com uma boa porcentagem do que será arrecadado nos próximos 30 anos, mas a obra está lá. Feita. É prova de grandeza.

O Botafogo, ao contrário, não tem estádio. Ganhou o Engenhão, após o final do Pan-07, mas a obra mostrou falhas estruturais que causaram caos financeiro ao time que já foi de Garrincha e hoje é de Jobson.

O Palmeiras joga contra Coritiba e Inter, fora de casa. Termina o campeonato contra o Furacão, em casa. Tem 39 pontos, três a mais que o Chapecoense, o primeiro rebaixado, que tem um jogo a menos. Enfrenta o Fluminense, no Rio.

O Botafogo tem 33 pontos, três a menos que o Chapecoense. Vai enfrenta-lo, fora de casa, na próxima rodada. Depois, pega o Santos, também fora e termina com o Galo, em casa.

Em resumo: o gigante carioca tem situação muito mais difícil que o gigante paulista. O Botafogo deve cair. O Palmeiras deve ficar. E o novo estádio pode ser o ponto de recuperação do Palmeiras. Talvez 2015 seja um ano mais tranquilo.

O Botafogo, sem time, sem dinheiro e sem estádio tem muito mais passado do que futuro. Ninguém pode apostar que ele estará de volta em 2016.

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BLOG DO RODRIGO MATTOS ❘ UOL

• Queda-de-braço entre Palmeiras e W/Torre atrapalha operação da arena

Embora com quase todas as suas instalações prontas, a Arena Palmeiras teve problemas na operação do estádio como sujeira e improvisos em sua estreia. Essas questões foram causadas em grande parte pela queda-de-braço entre a W/Torre e o clube. Ressalte-se: foi o Palmeiras o responsável pela organização da partida.

Até agora é a W/Torre quem opera o estádio no dia a dia e, portanto, quem conhece melhor as instalações. Foi a construtora que organizou os dois eventos-testes anteriores. Só que, para a estreia da arena, o Palmeiras afirmou que assumiria toda a logística porque a partida era sua.

O maior problema foi a quantidade de poeira espalhada pelo estádio. A reportagem viu torcedores reclamando da sujeira para atendentes. A empresa de limpeza contratada pelo Palmeiras demorou a entrar no estádio pelo que apurou o blog. Mas o clube reclama de só ter tido acesso à arena a poucas horas do jogo.

Houve problemas ainda de orientação para os torcedores, que tinham que dar voltas sem receber instruções a quais setores deveriam se dirigir. A reportagem também verificou que havia desorganização na movimentação interna dos torcedores, e nos acessos das bilheterias com pessoas em locais não permitidos constantemente. Houve casos de torcedor com ingresso para lugar inexistente.

Uma promessa da construtora, a internet também não funcionou como deveria. O sinal livre para torcedores aguentou antes do jogo, enquanto a rede para jornalistas passou a maior parte do tempo fora do ar.

Na avaliação da construtora, a equipe que atuou no estádio foi reduzida em relação ao que é necessário para limpeza, orientação e seguraça. E o staff palmeirense está desacostumado a atuar na arena, já que vinha fazendo jogos no Pacaembu.

Em compensação, nos bastidores, o clube alega que houve várias mudanças do momento em que seria entregue à arena para os palmeirenses. Funcionários alviverdes ainda reclamaram de instalações do estádio, ou por estarem fora do lugar ou por serem pequenos.

Fato é que o Palmeiras vai continuar a operar os jogos do estádio, enquanto a W/Torre vai operá-lo no dia a dia. O clube terá direito a renda, descontados os valores de despesas da arena. Mas os dois lados terão de se entender em relação à logística ou a disputa que ocorre na corte de arbitragem por direito de negociar assentos afetará o torcedor.

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BLOG DOIS TOQUES ❘ ESPN BRASIL

• Palmeiras fatura em um jogo no Allianz Parque o que demorou nove pra conseguir durante o ano

Por Camila Mattoso e Francisco De Laurentiis

Para se ter ideia do quanto foi grande a arrecadação do Palmeiras nesta quarta-feira, na inauguração do Allianz Parque, basta comparar com todo o restante do ano. O clube alviverde demorou nove jogos em outros estádios, principalmente atuando no Pacaembu, para ter a mesma renda que teve em uma partida na nova casa, de R$ 4,9 milhões, com público de 35.939 torcedores.

A conta foi feita baseada nas nove primeiras rodadas do Campeonato Brasileiro deste ano que o time paulista foi mandante: contra Fluminense (R$ 474.757), Goiás (R$ 270.527), Figueirense (R$ 340.375), Botafogo (R$ 173.770), Cruzeiro (R$ 627.637), Bahia (R$ 632.037), São Paulo (R$ 882.057), Coritiba (R$ 715.310) e Internacional (R$ 735.345).

Somadas as rendas de todos esses confrontos, o valor total é de aproximadamente R$ 4,8 milhões. 

Vale lembrar que os números considerados são apenas da receita bruta, sem considerar as despesas que a diretoria teve para organizar os duelos (o dinheiro que vai para o cofre do clube é o líquido, a diferença entre o arrecadado e o gasto). 

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COLUNA PAINEL FC ❘ FOLHA DE S.PAULO

Por Bernardo Itri

• Mais dinheiro

Com 60 mil pessoas em seu programa de sócio-torcedor, o Palmeiras espera arrecadar R$ 20 milhões em 2015. Ainda fica abaixo do Santos, que tem 57 mil associados, mas fatura R$ 21 milhões. Os dados são do Movimento por um Futebol Melhor.

• Mensal

A diferença é por causa da mensalidade. No Santos, são cobrados R$ 31. No Palmeiras, R$ 28. Por isso, o Corinthians, que tem 63 mil sócios, deve arrecadar apenas R$ 17 milhões. A perspectiva é que o São Paulo consiga R$ 13 milhões com o programa de sócio-torcedor.

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12 respostas em “VERDÃO NA MÍDIA 20-11-2014: Estreia da arena termina com ‘vergonha’, ‘volta pro rally’ e ‘se prepara pra apanhar’ ❘ ESPN BRASIL”

quem vota no nobre é como votar no Pt , ou é burro, ingênuo ou está levando algum…

o paulo nobre apenas um merdinha burro e incompetente com muito dinheiro, fato !

abrax do Signorini

O que eu sinto desse presidente é o mesmo dos mais de 18 milhões de Palmeirenses, EU SINTO É ÓDIO DESSE PRESIDENTE (Paulo Nobre) SAFADO, PILANTRA E SEM VERGONHA!!! Não aceitaremos. mais a presença desse ENCOSTO por mais dois anos. SE os sócios do clube reeleger esse presidente paspalho, eu afirmo que os sócios não são Palmeirenses!!! FORA NOBRE SEU LIXO!!!

Vai Allianz…. quase! Putz, aquele penalti não marcado para o Allianz Parque….!!! Pô meu, o Allianz não tava impedido!!! GOOOOOOLLLLLL do Allianz Parque!!!! E ô ê ô, Allianz é um terror!!!!
Vc torce para estádio?
Eu não…..
Estádio lindo, de 1. mundo, blá, blá, blá….. Uma verdadeira casa de luxo.
Mas, meu amigo, só vou lá quando o Palmeiras tiver um time de verdade e desde que não seja na série B.
Fora Nobre.

Este PN é o LIXO mais IMUNDO que nasceu na face desta terra. Sempre detestei este candidato/ preisidente, mas agora incluo o ser humano junto. Nunca me envergonhei tanto de um presidente da SEP. Ele, PN é PIOR QUE O TIRONE!

Pois é..comentei essa nota no site onde a li. Repito o que disse: O criminoso Paulo Nobre é tão inútil e safado que ao invés de aceitar a ajuda e sugestão da WTorre, uma empresa especialista nesse ramo, preferiu abaixar as calças e correr ao encontro dos curicanos para pedir ajuda.
Não tem nem mais o que falar desse (des) governo Paulo Nobre, a não ser que ele seguiu ordens, como sempre, do curintiano Mustafá, que todos sabem, é curintiano há anos.
Mas daí irão perguntar: E o Palmeiras ?? O Palmeiras é somente para o turco ganhar dinheiro e manter poder.

É uma revolta inexplicável. O ódio que sinto pelo Paulo Nobre deve ser o mesmo que um judeu sobrevivente do holocausto sentiu por Hitler.

Kkkkkk….Muito boa sua expressão…
Eu também sinto isso mas não sabia como dizer sem xingar esse criminoso que transformou o time num monte de lixo dentro do futebol.

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