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Alívio na Turiaçu

Por Erika Gimenez Barbuglio

-Moça, tá passando mal?

A moça era eu, apoiada nas grades de um portão na rua Turiaçu, quase um muro das lamentações, em lágrimas e sorrindo ao mesmo tempo, comemorando o que ao longe parecia ser um gol do meu Palmeiras, jogando no estádio ao lado de onde eu estava.

Nessa partida não quis ir, não aguentaria. Meu marido e meu filho estavam lá. Combinamos que eu ficaria por perto, no shopping próximo, passando o tempo, tentando me manter longe daquele purgatório de tensões. Talvez fosse ao cinema, mas nenhum filme me agradara. Queria ficar isolada naquelas quase duas horas e, de repente, meu celular da maçã desligou sozinho e não ligou mais… Tecnologia com inteligência emocional? Cuidado com o que você deseja, como Lennon dizia…

Estava eu, então, sozinha desde as quatro da tarde, sem telefone, sem relógio, na rua Turiaçú. Assisti ao pontapé inicial do jogo na TV de um bar lotado de palmeirenses esperançosos (pleonasmo…), do outro lado da rua.

Com a bola rolando, fiz  sinal da cruz três vezes, virei o rosto e fui caminhando pela calçada até o estacionamento do shopping, pensando que dentro do carro ficaria num abrigo à prova de som. Entrei, sentei no banco do motorista e encostei a cabeça no volante. Nervos à flor da pele, lágrimas nos olhos.

Bateram no vidro:

-Moça, vai sair? perguntou uma senhora que queria a minha vaga, especificamente, mesmo com tantas outras livres e disponíveis no estacionamento.

Respondi “não” com a mão e a cabeça, sem voz. Nem que quisesse sairia dali, as pernas tremiam.

Naquele momento, alguns minutos após as cinco da tarde, minha tensão era tão forte que provocaria um curto-circuito – o telefone inteligente percebeu e se desligou antes.

Pensando em como me acalmar, respirei fundo e comecei a meditar, imaginando Maharishi, os Beatles e “Dear Prudence”, mas o rosto de Henrique, nosso “artilheiro” (os palmeirenses entenderão o porquê das aspas), invadia minha meditação como uma assombração. Fui meditando (mantra), meditando (mantra), respirando (mantra), preciso me acalmar (mantra), tudo passa (mantra), é só um jogo (mantra)…

Ali, no carro com os vidros fechados, dentro do estacionamento, ouvi a explosão de uma comemoração enorme:

GOL?!?

Desesperada, liguei o rádio, busquei a estação certa e ouvi: “pênalti para o Palmeiras, Henrique pega a bola e vai bat…”. Desliguei imediatamente.

De novo, respirei fundo, Maharishi, meditação (mantra), Henrique não erra (mantra), meditação (mantra) e… nova comemoração quebra o silêncio. Eu choro de novo. Estamos ganhando!!! (penso)…

Ligo o rádio e ouço: “Palmeiras empata o jogo!”. Empata?!? Empata o jogo?!?

Chega! Chega de tudo isso, chega de Maharishi, meditação, vou sair desse carro, não quero ouvir mais nada.

Saío do carro e me dirijo aos corredores do shopping, andando sem parar por todos os pisos, entrando em uma, duas, três, quatro, cinco lojas… “Posso ajudar”, perguntam os vendedores; não, não pode, ninguém pode, penso, enquanto respondo que estava só olhando…

Sem relógio, passava pelas pessoas fitando seus pulsos, em busca de noção do tempo. Entrei numa livraria para saber a hora na tela do computador do caixa. Seria mais fácil perguntar, eu sei, mas nada que eu fazia naquele momento tinha algum sentido.

Andando de cima para baixo, terceiro piso, segundo piso, térreo, esse percorri incontáveis vezes, em círculos pelos corredores.

Conforme o tempo passava, via as pessoas de verde com olhares tristes, feições tensas… “Caímos!”, desesperei, com o peito apertado e o coração rasgado, uma vontade imensa de chorar.

Percebi que dois homens de verde estavam também caminhando a esmo e em círculo naqueles corredores. Um deles passou por mim, levantou os óculos escuros e enxugou os olhos. Eu, que estava de azul, fiquei aterrorizada com a cena. Olhando num pulso qualquer identifiquei ser quinze para às sete da noite. “Está no fim”, pensei, me dirigindo à porta para sair.

Olhando em volta, a vida seguia para alguns e o silêncio na Turiaçu era de arrepiar a espinha. Desci a rampa de acesso e passei por um segurança murmurando: “acaba logo, acaba logo…”. A aflição dele acendeu em mim uma centelha de esperança e perguntei, finalmente: “Quanto tá?”. O segurança, inibido, perguntou: “Você é Palmeiras?”, respondi que sim, aí ele respondeu: -“Tá 1 x 1“.

Emendei com a pergunta mais difícil: -“E o Vitória?”, para ouvir que estava empatado em 0x0, quase sem terminar a frase, quando a Turiaçu explodiu em comemoração, gritos e lágrimas. Eu e o segurança comemoramos o gol do Palmeiras! Gol do Palmeiras, não é?

Vários de verde na calçada caminhavam rápido e gritamos: “-Quem fez?”, e um deles parou e disse: -“O jogos do Palmeiras acabou em 1×1. Esse gol foi do Santos!”

Aos berros, gritei para o homem que anunciava nosso futuro como um oráculo: “-E o Bahia?! E o Bahia?!”, para ouvir: “-Bahia perdeu, moça, estamos na série A, fica tranquila!”.

Aquele outro homem de verde que enxugou os olhos nos corredores do shopping saiu correndo, passou por mim e pelos seguranças, atravessou a rua e se jogou na calçada do outro lado da Turiaçu.

Sem saber bem o que fazer, agarrei as grades do portão, abaixei a cabeça, com lágrimas nos olhos e um sorriso nervoso, com um monte de gente de verde em volta se abraçando, o segurança de terno pulando e se confraternizando, mas ninguém comemorando no sentido de festejar que conhecemos. Houve fogos de artifício, explosões, gritos, mas era mais como se estivéssemos comemorando que um asteróide desviou da rota no último minuto e não colidiu com o planeta Terra, mais especificamente com a rua Turiaçu. A comemoração era de alívio pela sobrevivência!

-Moça, tá passando mal?, perguntou um outro segurança, esse torcedor do Santos.

Estou bem agora, segurança santista, obrigada!

Sentei ali na calçada vendo aquele mar de gente carregando nosso símbolo tão lindo ir embora. Alguns se abraçavam, outros ainda choravam, uns xingavam e riam ao mesmo tempo. Mas teve um que me chamou atenção, com tanta idade que caminhava muito devagar, segurando na mão de outro senhor, mais jovem um pouco, talvez seu filho, não sei… Pensei no que ele pensava, ele devia estar tentando imaginar como isso pode ter acontecido com nosso Palmeiras, das gloriosas academias e de um passado de vitórias como nenhum outro time. Senti vergonha, compaixão, raiva e alívio, vontade de abraçar aquele senhor e levá-lo para longe dali, não do lugar em si, mas dessa situação…

Continuei ali, sentada, esperando meu marido e meu filho, num turbilhão de emoções. Quando chegaram, nos abraçamos e nos beijamos e nos congraçamos – o que o Palmeiras uniu, nenhum furacão pode destruir!

O purgatório de 2014 tinha passado. Haverão outros como esse? Até quando?

Nosso filho de 8 anos precisava ouvir depois do que passou que o Palmeiras não é isso, isso é uma sombra do que fomos, uma sombra que empalidece o alvi-verde imponente, mas que nossa torcida não se deixa esmorecer, não foge à luta, ostenta sua fibra, porque somos Palmeiras, nossa vida é você…

Erika Gimenez Barbuglio

90 respostas em “Alívio na Turiaçu”

A melhor atitude que o Paulo Nobre teve durante esses quase dois anos de gestão foi a demissão conjunta de Brunoro, Omar e Dorival.

Brunoro demonstrou que é incompetente quando não tem um auxílio de uma grande empresa como a Parmalat para montar grandes elencos. A contratação de Weldinho com um contrato de 5 anos deveria até ser investigada de tão esquisita que foi, isso sem falar na famigerada doação de Barcos para o Grêmio, que era treinado pelo seu amigo Luxemburgo.

Omar Feitosa demonstrou-se incapaz de administrar os conflitos existentes entre os jogadores argentinos e a Turma do Pagode, encabeçada por Wesley e Leandro. Parecia até uma mera figura decorativa no Palmeiras, já que nunca ninguém viu os frutos do seu trabalho.

Dorival Júnior até que começou bem o seu trabalho no Palmeiras, porém a sua birra com os argentinos e a sua estranha insistência em escalar jogadores como Wesley, Diogo, Felipe Menezes e Juninho só prejudicaram o time e quase levou o clube de volta para a segunda divisão. Também foi incapaz de resolver os conflitos existentes entre os jogadores e foi extremamente incompetente em não dar um padrão tático para a equipe. O único aspecto positivo do seu trabalho foi ter dado oportunidade para alguns bons valores surgidos das categorias de base, como o João Pedro, Nathan e o Gabriel Dias, ao contrário de Felipão e Gilson Kleina, que boicotaram os jogadores da base palmeirense.

Espero que Paulo Nobre tenha aprendido alguma coisa nesses dois anos e que consiga reverter esse clima de pessimismo existente no Palmeiras atualmente.

Alexandre Mattos vem….e o que faz a imprensa, assim que alguém que pode ajudar o Palmeiras a voltar a ser um clube vencedor?……. começa a vendê-lo como um “criador de atritos”….”divergências com o presidente”….”gasta muito”…etc. O bom trabalho realizado no Cruzeiro, agora no Palmeiras,…..vai virar “um lixo”, segundo a press.

E as bambis querem vender o enganador ganso de qualquer maneira….ai o globo começa a publicar reportagens sobre ele ir para a seleção, que é servidor….craque…. logo saem notícias plantadas de que 20 times europeus o querem….e as bivbas se livram do caro jogador……. no Palmeiras, nossos jogadores n tem esses “incentivos”. Os melhores, tipo Valdívia, viram bad boys…. como é fácil a vida de nossos adversários….

Dizem que o Maikon Leite está se dando bem lá no Atlas do México, e tal, e que ele quer continuar lá porque o clube vai disputar a Libertadores em 2015. Tudo bem, legal. Então o Palmeiras tem que fazer a mesma coisa que os outros clubes fazem, principalmente os de fora. Nós o emprestamos por um ano, agora vocês terão que comprar o jogador, se querem que ele continue aí. Nada de reempréstimo. Tivemos o caso do caso do Leandro como exemplo. Ele veio emprestado na doação do Barcos ao Grêmio, e depois tivemos que comprá-lo. Tá na hora do Palmeiras deixar de ser trouxa dos outros. De ser a Geni do futebol, como diz o Levi.

Entrave. O departamento de marketing do Corinthians tem conversado semanalmente com representantes da Caixa mas as negociações não avançaram. O contrato se encerra em janeiro. A explicação para o entrave são as mudanças no governo, com trocas de ministros e novas políticas sendo adotadas pela presidente Dilma Rousseff”…………. é, assim é fácil ter patrocinador………..estatal.

Apenas 3 técnicos podem servir para nós: LUXA, CUCA ou ABEL BRAGA. O resto é continuar no mesmo. Mas pelo jeito, GILSON KLEINA voltará.
E o tar de Wesley, cara sem qualquer noção. Vai para os bambis, fazer chacrinha lá.
Desse “elenco” deve ficar apenas Prass, os meninos, Mago , os argentinos para a reserva e o Henrique para a reserva. O Resto RUA…

“Vamos montar um bom time para o próximo ano, mas o Palmeiras só irá gastar o que arrecada”………………………….. aprendam a ler e interpretar textos…………………………………..Eurico assumiu e disse que o Vasco nunca mais cairá e ganhará titulos. Aidar assumiu e diretor dos bambis disse que iriam ganhar o Brasileiro (quase conseguiram)….

O problema não é gastar o que se arrecada. O problema é gastar mal seus recursos. É isso o que aconteceu.
Não fazer loucuras e política de austeridade não se confunde com burrice.

JÁ ESTÃO COMEÇANDO A ILUDIR A TORCIDA!!! Palmeirenses, não se iluda, o Paulo Nobre vai contratar um treinador que é mais barato!! Lembre-se que quem manda no Palmeiras é o Mustafá, o Paulo Nobre é apenas um PAU MANDADO, só recebe as ordens de mumu. Todo fim de ano é a mesma coisa, ficamos na esperança que o ano seguinte será diferente, mas na realidade é mais do mar amo, portando, NÃO SE ILUDA PALMEIRENSES, vamos pressionar o Paulo Nobre principalmente o que ele prometeu durante essa eleição.

Sob as bençãos de Mustaphá:
Gerente de futebol: Palaia;
Diretor de Futebol: Frizzo ou Piraci
Diretor Administrativo: Gilton Avalone
Técnico: Parraga
Contratações: 10 jogadores dispensados pelo Icasa

Tomamos outra dose de anestesia. Parou tudo outra vez. E aí diretoria? O Alexandre Mattos vem ou não vem? Tá demorando! Daqui pouco vem um outro clube e o leva antes da gente. E o assessor coringuento, vai continuar no clube? E a lista de dispensas dos jogadores, vai demorar quantos meses pra sair? E o Fred? E o Rafael Sóbis? E o novo técnico? Vai chegar só nas férias, igual ao Gareca? Desse jeito vai sobrar o Oswaldo de Oliveira pra nós. Enquanto isso os times grandes estão se fortalecendo, e nós só olhando. Pois é, mas pra que pressa? Me esqueci que ainda nem chegou o Natal.

Siceramente quem MANDA no Palmeiras é o Mustafá, o Paulo Nobre é apenas uma figura decorativa uma espécie de rainha da Inglaterra.

Ele disse que responde até amanhã. Não pode passar
disso. PVC cravou que vem.
Se confirmar que vem, vem em que condições?
Vai poder contratar sem interferência?
Ou a última palavra será da dupla de presidentes?
Se não tiver autonomia, não adianta vir. E o técnico, ele que
vai trazer tb?

Caros amigos , SE o Pkayboy montar um supertime e for nos campeonatos ficaremos felizes certo? Errado, o que esse playboy esta querendo e fazer uma cortina de fumaça para nao mudar o ” status quo” atual , onde o clube social gerência o estupendo futebol do Palmeiras ( nao o dos ultimos 12 anos da era mumu e sim o do restante da nossa história ) que movimenta a paixão de 15 milhões de apaixonados , 60 mil socio- torcedores, que consomem tudo quanto e Palmeuras, em contra- posição aos 10 mil associados , onde 6 mil estão cagando pro time ( sequer firam votar), 2.400 se aproveitam de alguma forma e ainda querem que o Palmeiras se lasque mesmo , e APENAS 1.600 ( 16%) querem algum
Tipo de mudança nesse panorama caótico ! Só voltaremos a ser grandes quando houver a tão prometida mudança estatutária , onde os vitalícios vão mandar na bocha, na piscina e o iscambau, que façam uma fila gigantesca para beijar a mão do sultão e tirar una foto junto com ele para por bá vossa sala de visitas, MAS que deixem o futebol para nos, os 15 milhões + 1.600 que amam o Palmeiras de verdade. Nesse momento estou pouco preocupado com o técnico e os pernas de pau que vão pra caçamba , isto e momentâneo e cheio de segundas intenções , bem maquiavélicas por sinal, vamos brigar pela volta da nossa grandeza: MUDANÇA ESTATUTÁRIA com separação do futebol em relação ao clube! E aviso aos 6 mil que bao foram votar : nesses dois anis cada um de vcs ficou com uma divida de 15 mil reais por cabeca , seu pouco caso te custou 15 mil reais e espera que nos próximos 2 anos vem mais !

Quem demitiu o Brunoro foi o turco, porém, o sapo-boi não gostou muito da demissõao de Dorival
Junior, só espero que não venha se meter na contratação do novo técnico.

“Vamos montar um bom time para o próximo ano, mas o Palmeiras só irá gastar o que arrecada”………………..quem é o autor dessa frase:,,,,,1. Contursi em 2002 ….ou pn na coletiva de hj?

Erika, passados dois dias do dia D e já mais calmo, leio seu texto que enche meu olho de lágrima e me deixa arrepiado. É por palmeirenses como você, como eu e como outros tantos, que não deixamos de amar o verde e branco do “parque antártica”.
Me permita, depois de ler o que você escreveu, terminar este texto com uma brincadeira, mas nem tanto.
Ah!!! Que saudades do Tonhão!!! (nunca pensei que falaria isto)

Gabriel Fernandes tem que jogar o Paulista como titular para pegar experiência. Pega a grana do caneludo Henrique e investe no garoto. Palmeiras precisa de jogadores que peguem a bola, chutem e partam para o gol adversário.

que venha o cuca? não, ah então o tite não? ah pode ser o abelao não?, então chama esse Argel paga um salario baixo, percebi que técnico bonzinho e parado, dificilmente ganha titulo então vai pro Argel por que o sobre nome fucks já e palavrao, acho que Argel tem futuro….mas precisa contratar uns 4 medalhões, trazer o danone ops denone e luiz Gustavo, temos o Thiago Martins tbm que sera bom zagueiro, fora o borel(Gabriel jesus), que promete, mas se vier o mano menezis tabm ta aprovado, se fechar com alexandre mattos e dar liberdade. a chance de êxito e muito grande já em 2015.

Eu li em uma mídia (não me lembro qual é o nome) disse que o Palmeiras já tem uma lista de dispensa de 15 jogadores. SÓ 15 JOGADORES??!!!

Pois é, Harley, tem que ser pelo menos o dobro. Acho que uma caçamba só não cabe, tem que ser um avião da FAB.

Pra mim, nesse papo de renovar o contrato com o Valdívia o Paulo Nobre tem ser esperto, muito esperto. Eu não renovaria. Mas já que o Palmeiras está interessado em renovar o vínculo, e a maioria da torcida é a favor que ele fique, tem que pagar para ele no máximo 100 mil de salário e produtividade POR JOGO REALIZADO, se possível por minuto jogado. E contrato de 1 ano (nenhum dia a mais), se possível 6 meses. Se ele não quiser, pode vazar pro Colo-Colo, onde a hinchada deles está esperando de braços abertos (será?). Com o salário que ele ganha hoje mais o do Wesley dá pra pagar um jogador de nível Seleção Brasileira. E com essa caçamba de jogador ruim que o Palmeiras tem (pelo menos uns 30, juntando com os que voltam de empréstimo), a cada 3 que mandar embora, traga um jogador de qualidade no lugar.

Parabéns a Erika Gimenez que em um texto resumiu tudo aquilo que nós torcedores sentimos e passamos no domingo. Só que ao contrário dela eu não consegui não ir ao jogo, fui e fiquei no Gol Norte, perto da torcida organizada que apoiou o time do começo ao fim e só vaiou quando tudo estava encerrado, porque aqui entre nós, escapar da degola graças ao Santos é quase tão humilhante quanto ser rebaixado. Que este jogo sirva de lição e inspiração ao Paulo Nobre, que ele aprenda com seus erros e faça no segundo mandato tudo aquilo que ele prometeu e não cumpriu no primeiro.

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