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Verdão na Mídia

VERDÃO NA MÍDIA 03-12-2014: Valdivia volta a treinar com bola e Tobio está à disposição para domingo ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Valdivia volta a treinar com bola e Tobio está à disposição para domingo

Por William Correia

O jogador mais caro do Palmeiras, enfim, tem evoluído fisicamente para participar do jogo que pode salvar o clube do rebaixamento no Brasileiro. Valdivia voltou a treinar com bola nesta quarta-feira e deve estar à disposição para enfrentar o Atlético-PR. O zagueiro Tobio já voltou a trabalhar com o elenco nesta manhã e está liberado.

O treino, mais uma vez, foi sem a presença da imprensa. Quando os jornalistas puderam entrar na Academia de Futebol, Valdivia estava trabalhando com o preparador físico Marco Aurélio Schiavo e com seu fisioterapeuta particular, o cubano José Amador, apenas tocando na bola. O chileno, porém, demonstrou melhores condições físicas.

O camisa 10 realizou trabalho de dois contra dois ao lado do zagueiro Wellington, do preparador Schiavo e do auxiliar Alberto Valentim. O meia finalizou com força e carregou a bola, com uma proteção na coxa esquerda, onde está o edema que, nas últimas quatro rodadas, o fez jogar só no sacrifício, contra o Coritiba.

Já Tobio, ausente nas duas últimas partidas, treinou normalmente com o elenco, segundo informações do Palmeiras. O argentino está curado das dores na coxa direita que sentiu na derrota para o Sport, no dia 19, e se torna opção para o confronto deste domingo, novamente no reformado Palestra Itália.

Os únicos desfalques confirmados de Dorival Júnior são os meias Allione e Bruno César, suspensos por terem sido expulsos na derrota de sábado, para o Internacional. O elenco continua trabalhando com portões fechados ao longo da semana.

No domingo, o Palmeiras escapa da Série B se vencer o Atlético-PR ou Vitória e Bahia não derrotarem Santos e Coritiba, respectivamente. Na temporada de seu centenário, o Verdão chega à última rodada do Campeonato Brasileiro a um ponto e uma posição da zona de rebaixamento.

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NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• À espera do Palmeiras, Henrique tem três sondagens do exterior

Por Bruno Andrade e Fellipe Lucena

Henrique pode estar com os dias contados no Palmeiras. Enquanto aguarda contato da diretoria do Verdão, os representantes do atacante estudam três sondagens de fora – um clube da Itália, um da Alemanha e outro do Oriento Médio manifestaram interesse na contratação do jogador. Para tirá-lo do futebol brasileiro, o interessado precisará desembolsar 5,5 milhões de euros (R$ 17,5 milhões).

Apesar da forte concorrência internacional, o Palmeiras tem até o fim de dezembro para exercer a preferência de compra de 50% dos direitos econômicos do Degolador. Conforme o LANCE!Net revelou no começo de novembro, o montante cobrado pelo Mirassol, detentor dos 100% (ficará com a outra metade após a transferência), é de 2,5 milhões de dólares (R$ 6,4 milhões).

O presidente reeleito Paulo Nobre tem declarado que já acertou as bases salariais com o atacante, mas que ainda busca um investidor para bancar a aquisição em definitivo. Internamente, o dirigente recebeu “conselhos” de pessoas próximas a favor da permanência do camisa 19, atual vice-artilheiro do Brasileirão, ao lado de Ricardo Goulart, com 15 gols – Fred é o líder, com 17.

Henrique chegou à Academia de Futebol logo após o Paulistão deste ano, após boa campanha com a camisa da Portuguesa (fez sete gols). Na ocasião, o Palmeiras precisou vencer uma disputa com o Flamengo para trazê-lo por empréstimo. Contratado inicialmente para ser reserva de Alan Kardec, ele ganhou a titularidade com a saída do então concorrente para o São Paulo.

No Verdão, o atacante já fez 38 jogos e marcou 17 gols. Hoje, no entanto, ele vive um jejum de cinco partidas sem balançar a rede – último tento foi no empate em 1 a 1 com o Corinthians, no 25 de outubro.

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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET 

• Mustafá protege Nobre: “É obrigação dos atletas evitar o rebaixamento”

Por William Correia e Helder Júnior

Presidente do Palmeiras no primeiro rebaixamento do clube, no Campeonato Brasileiro de 2002, e principal articulador da eleição de Arnaldo Tirone, mandatário no segundo descenso em 2012, Mustafá Contursi é um dos grandes aliados de Paulo Nobre e mostrou o seu apoio após a reeleição do dirigente. O ex-presidente faz questão de passar apenas aos jogadores a obrigação de evitar uma terceira queda para a Série B.

“Os atletas são profissionais, bem remunerados, recebem do clube todo apoio e todas as condições. Eles têm que se superar e se dedicar nessa obrigação. É obrigação deles agora. Não é obrigação do dirigente nem do torcedor, é obrigação dos atletas. Eles têm essa responsabilidade”, disse Mustafá à Gazeta Esportiva.

Para não cair na temporada de seu centenário, o Verdão precisa vencer o Atlético-PR no domingo, no Palestra Itália, ou torcer para que Vitória e Bahia não derrotem Santos e Coritiba, respectivamente. Uma campanha aquém da esperada, que Mustafá atribui a administrações anteriores do clube, inocentando Nobre.

“A reeleição foi uma decisão da vontade dos associados, confirmando a vontade dos conselheiros e de toda a coletividade. O palmeirense sabe que o clube precisa de uma recuperação, e não de manifestações histéricas que nos trouxeram a essa draga que estamos nos últimos anos”, definiu o ex-presidente.

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NOTICIÁRIO ❘ ESPN BRASIL

• Ministro defende jogo no Allianz Parque, pede tornozeleira eletrônica e diz: ‘Para que existem grandes estádios?’

Já está definido que o jogo entre Palmeiras e Atlético-PR será disputado no Allianz Parque, no domingo. Mesmo assim, o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, deu a sua opinião ao ser questionado sobre o tema que causou polêmica nos últimos dias e defendeu a partida no recém-inaugurado estádio alviverde, contrariando a posição inicial do Ministério Público.

Antes da confirmação do local do jogo, houve um desentendimento por causa de um pedido do MP, que temia a violência de torcedores, enfurecidos com um possível rebaixamento do time alviverde, em um estádio moderno e sem alambrado separando as arquibancadas do gramado. Foi cogitado que o duelo fosse realizado no Pacaembu.

“O Ministério Público chegou à conclusão que o jogo pode ser no estádio do Palmeiras. Se todo jogo importante o clube não puder realizar no seu estádio, para que então construiu o estádio? Ou para que os grandes estádios existem?”, questionou Aldo Rebelo, que participou do seminário de legados da Copa do Mundo de 2014, nesta quarta-feira, no Maracanã, no Rio de Janeiro.

Torcedor do Palmeiras e sócio do clube, o ministro lamentou as ameaças de violência no futebol brasileiro. Rebelo também falou sobre a situação delicada da equipe paulista na luta para escapar do rebaixamento para a Série B do Campeonato Brasileiro.

“A violência tem deixado exposto o esporte mais popular do Brasil e do mundo. A violência afasta as pessoas, reduz o respeito que o futebol tem diante da população, diante dos patrocinadores, dos detentores de direitos de transmissão. Vivemos uma situação delicada no Palmeiras, embora o time só dependa do próprio esforço para permanecer na Série A, vem de resultados difíceis. Acho que é possível ganhar o jogo, jogando em casa ao lado da torcida. É preciso o Palmeiras fazer a sua parte, é possível, o Palmeiras tem história, tradição, camisa. Está assentado sobre um pedestal de glórias”, afirmou o ministro do Esporte.

Preocupado com a violência nos estádios, Aldo Rebelo ainda pediu o uso de tornozeleiras eletrônicas em torcedores brigões, que desta forma poderiam ser monitorados pela polícia, evitando que eles compareçam às partidas e causem mais confusões.

“Nós estivemos nesses estádios com a mesma configuração do Palmeiras, que receberam final da Copa do Mundo, jogos importantes de Libertadores, Brasileiro. Precisamos ter a preocupação com a segurança, mas o Brasil precisa dar um passo importante para superar essa questão da insegurança, punindo a violência. Eu cheguei a defender que o torcedor flagrado usando a violência, passe a usar tornozeleira para ser impedido de entrar no estádio, não podemos permitir que haja ameaça de violência por causa de um jogo de futebol”, finalizou.

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BLOG DO FÁBIO SALGUEIRO

• Allianz Parque terá seu batismo de fogo

O Allianz Parque terá no próximo domingo, às 17h, seu primeiro teste de fogo: o duelo Palmeiras x Atlético-PR está confirmado para a nova casa alviverde e o confronto pode decretar o rebaixamento do Palmeiras para a Série B do Brasileirão.

Apesar de toda pressão, a diretoria bateu o pé e bancou o duelo na nova arena. As autoridades fizeram pressão, tentaram transferir o jogo para o Pacaembu, mas o presidente Paulo Nobre não recuou.

O dirigente exigiu o jogo na nova casa, deu as garantias necessárias e o Palmeiras lutará pela sua permanência na primeira divisão diante da sua torcida e em sua nova casa.

O Palmeiras agiu certo. Fugir agora do Allianz Parque seria assinar um atestado de medo diante da decisão deste domingo. O jogo é decisivo, a chance de rebaixamento é real, mas o Palmeiras precisa encarar seus traumas e desafios. Ponto para Nobre.

No entanto, reitero aqui o que tenho escrito há algum tempo: o Palmeiras passará pelo teste de fogo no domingo. O time não cairá e estará na elite em 2015. Não se trata de aposta ou o popular chute, mas sim de uma análise fria.

O Alviverde, apesar de toda a mediocridade atual, é melhor que o Vitória, seu grande rival na luta pelo descenso. Por isso, o Palmeiras ficará na elite e o Rubro-Negro baiano amargará a degola para a Segundona.

A grande chance do Vitória seguir na primeira divisão e mandar o Palmeiras para a Segundona foi no último final de semana, quando a equipe baiana acabou goleada pelo Flamengo e o Alviverde derrotado pelo Internacional.

Um triunfo baiano diante do time carioca, no último final de semana, pelo menos para mim, teria consumado a degola alviverde. Isso não aconteceu e o tropeço do Vitória deu a chance ao Palmeiras de definir sua sorte em casa e com tudo a seu favor, inclusive a vantagem em pontos.

Em tempo: o time do Palmeiras até merecia o rebaixamento pela sua fragilidade técnica. Mas o clube não merece. O Alviverde é muito grande e precisa estar na principal divisão do futebol brasileiro em 2015.

Já o Allianz Parque precisa encarar a sua nova realidade. O Palmeiras atual colocará muitas decisões no caminho da nova casa alviverde. Não acredito num choque de gestão no clube, por isso as dificuldades de agora devem vir à tona num futuro próximo.

Neste domingo, o Palmeiras precisará do apoio da torcida. E necessitará também da energia positiva da nova casa. É fato que a estreia do time no novo estádio foi traumática – derrota para o Sport por 2 a 0.

Mas neste domingo o clima é outro e a pressão é bem maior. O Palmeiras precisa mostrar que é Palmeiras. O desejo pela primeira divisão e o desinteresse do rival, que apenas cumprirá tabela de olho nas férias, farão o Palmeiras permanecer na primeira divisão. E o Allianz Parque passará pelo seu primeiro teste de fogo. Quem viver, verá!

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BLOG DO RODRIGO MATTOS ❘ UOL ESPORTE

• Arena Palmeiras se transforma para show e para jogo decisivo

Construída como uma instalação multiuso, a Arena Palmeiras viu a sua primeira transformação nos últimos 15 dias. Teve sua estreia no primeiro jogo do Palmeiras, mudou para dois shows de Paul Mccartney, e retornou à estrutura anterior para receber a rodada final do Brasileiro. O blog conta como foi esse processo e como a arena funciona em cada evento.

As principais transformações ocorrem nos acessos aos setores, no gramado (óbvio), nas divisórias, em ingressos e na operação. Literalmente, o estádio muda de cara entre um show e um jogo como verificou quem foi a ambos. O processo inteiro durou seis dias, quatro para montagem e dois para demonstagem, por conta das facilidades de adaptação da arena.

O arquiteto da Arena Palmeiras, Edo Rocha, explicou que, inicialmente, pensou-se até em uma arquibancada retrátil que só seria utilizada para os jogos e recuaria nos shows. Não foi implantada. Mas as divisórias de setores flutuantes foram adotadas nos jogos.

“O acesso é bem diferente para a pista e se dá pelos vomitórios que entram direto no campo, e o gradil dos jogos é retirado”, contou ele. Vamos as diferenças item a item:

Capacidade

São 55 mil pessoas para os shows e 46 mil para os jogos. A diferença está na pista (gramado), embora tenha que se vender menos lugares sentados porque há assentos que não têm visão do palco. Para as partidas, no entanto, o Palmeiras não pode vender todos os ingressos de determinados setores porque as divisórias criam pontos cegos. No primeiro jogo, foram cerca de 36 mil pessoas.

Divisões

As grades para separar setores do anel interior existem nos jogos, mas foram retiradas para os shows. Explica-se: o Palmeiras cobra mais caro no meio do campo, e menos nos fundos. Nos primeiros shows, não houve diferenciação de preço por lugar no anel, apenas três faixas: anel superior, inferior e pista. As grades provocam pontos cegos e a previsão é de substituí-las por vidros.

Gramado

É utilizada uma proteção de policarbonato com UV, perfurada, que permite que a grama respire. A recuperação da grama, feita pela World Sports, demora sete dias. Assim, como a desmontagem do palco acabou na sexta-feira, haverá tempo para o campo estar bom para o próximo domingo. A avaliação de administradores é de que a grama reagiu bem apesar da forte chuva nos shows, e que não houve poças.

Acesso

Os acessos de quem vai para o anel inferior e para pista acontecem pelo mesmo nível, mas há uma separação posterior entre os dois públicos. Quem vai para a pista entrar em um vomitório (esse é o nome do túnel) sem barreira para o gramado, enquanto os outros são direcionados para as arquibancadas.

Operação

Nos jogos de futebol, a operação é do Palmeiras. Nos shows, quem aluga o estádio encarrega-se de toda a infraestrutura e de atendimento ao público. A W/Torre presta serviço para os Vips que estão em camarotes e oferece comida e bebida para quem fizer um contrato a parte.

Renda

O Palmeiras vende os ingressos e fica com toda a renda da bilheteria de seus jogos, mas paga para a administradora do estádio os custos da operação. Nos shows, a W/Torre cobra um aluguel e ainda fica com a venda de comida e bebida. O Palmeiras tem direito a 5% desse comércio, e a 20% do aluguel.

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BLOG DO VALDOMIRO NETO ❘ LANCENET

• Mesmas praças, mesmos alambrados, mesmos argumentos… 

Às vezes é de se perguntar se somos uma sociedade ou se vivemos na selva, com sua anomia de predadores versus presas. No futebol, que nada mais é que retrato do todo, em especial. Vejam agora que o tema da vez é a retirada dos alambrados, característica das novíssimas arenas. Com receio de invasão de campo, quebra-quebra, aquela baderna toda que tantas vezes vimos nos estádios por aqui, a promotoria desejava que a partida entre Palmeiras e Atlético-PR, no próximo domingo, passasse do moderníssimo Allianz Parque, recém-inaugurado, para o Pacaembu velho de guerra. Segundo o promotor Paulo Castilho, a partida no Paulo Machado de Carvalho traria duas vantagem pró-paz: os alambrados – que equiparam homens a animais, diga-se –  e o fato de estar o estádio situado em uma praça. Parece surreal, mas não é. A tradução mais óbvia é a seguinte: dada a extrema dificuldade de oferecer segurança a todos os envolvidos no evento, o ideal é que haja impedimentos físicos.

Ao saber dessa declaração logo pensei: está faltando a quem projeta estádios anexar praças ao croqui. Isso me fez lembrar da narrativa de um guia turístico na cidade de Mendonza, na Argentina, em uma viagem que fiz para lá. Contava ele que a cidade andina é repleta de praças porque o arquiteto que reprojetou a cidade após terremoto de alta magnitude desejava que as pessoas pudessem nelas se abrigar em caso de novos abalos sísmicos. A diferença, nada sutil, é que  no caso das arenas, os distúrbios temidos não são de ordem natural, mas por ação humana. E ações humanas que representem distúrbio à ordem pública devem ser coibidas. Como bem disse no programa Bate-Bola da ESPN o blogueiro do LANCE!Net Eduardo Tironi, declarações desse tipo representam derrotas da sociedade. Cortam-se os dedos para salvar os anéis.

Enquanto acontecia a entrevista coletiva de Castilho, passava na TV um jogo do Campeonato Inglês envolvendo o Manchester. Nele, o cenário era o clássico cenário da Terra da Rainha, com torcedores muito próximos do campo, a centímetros dos jogadores. Pensei: nada menos emblemático. A Arena do Corinthians foi inaugurada antes da Copa do Mundo, não tem alambrado e a única invasão registrada até agora foi a de um simpático cachorro vira-latas na partida entre o Alvinegro e o Coritiba. O Pacaembu, por sua vez, registrou em 2006 cenas de vandalismo com seus alambrados sendo derrubados por torcedores corintianos indignados com a eliminação da Libertadores. Isso para não falar das sanguinolentas cenas de torcedores se espancando com pau e outros objetos nos anos 90, o que levou a outra dessas medidas que no fundo são atestados de omissão: a proibição de bandeiras nos estádios. Quando vândalos querem agir, eles agem. Cabe às forças de segurança ter planos estratégicos para impedir isso. E há exemplos fartos pelo mundo, como o citado à exaustão relatório Taylor, que mostram ser a punição a grande arma de combate à violência desse gênero. Se repetimos que os brigões são minoria, como esses pequenos grupos seguem com acesso aos estádios? Esse é o xis da questão!

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BLOG DO LUIZ ANTÔNIO PRÓSPERI ❘ ESTADÃO ONLINE

• Ato do MP contra o Palmeiras

Seria nobre, com o perdão do trocadilho, se objetivo do Ministério Público fosse mesmo o cuidado com a segurança do cidadão comum no caso do jogo Palmeiras x Atlético-PR. Na verdade, a preocupação não era essa. O MP não queria ver o Palmeiras jogar a partida de sua vida na sua casa alegando falta de segurança. Seria vaidade? Mas recuou e aprovou nesta terça-feira a realização do jogo na nova arena palmeirense, partida que decide a permanência ou não do Alviverde na Série A do Brasileirão.

Ponto para Paulo Nobre, presidente reeleito do Palmeiras, que não se deixou levar pelas ponderações do MP e bateu o pé para o jogo ser disputado no Allianz Parque.

O MP havia mostrado “preocupação” com a segurança no entorno do estádio. Temia por ondas de violência que poderiam inflar as ruas e chegar aos dois shoppings centers vizinhos à arena no caso de o time paulista ser rebaixado à Série B.

Tamanha heresia do MP veio acompanhada dessa explicação do promotor Paulo Castilho, o mentor dessa infeliz sugestão:

“Se você precisar usar a força policial na Rua Turiassu, usar uma bomba, você tem um entorno com muitas pessoas, dois shoppings, com crianças…”, disse Castilho, encarregado de colocar em dúvida a realização do jogo na nova casa do Palmeiras.

Com toda a paciência do mundo, essa manifestação do MP soa um tanto estranha. O estádio, inaugurado no mês passado com Palmeiras 0 x 2 Sport e batizado com dois shows do mega astro Paulo McCartney, atende aos padrões de segurança determinado pela Fifa. Está no mesmo nível dos estádios modernos em que não se usam mais alambrados para separar o campo de jogo dos torcedores.

A arena foi construída em cima do antigo Palestra Itália, campo que abrigou grandes conquistas do Palmeiras e grandes fracassos também. A rua Turiassu é a mesma de sempre, com bares e aglomeração de torcedores – festivos ou violentos, dependendo da situação do time. E os dois shoppings vizinhos ao estádio foram edificados há mais de dez anos, por baixo.

Paulo Castilho sabia de tudo isso antes de colocar em dúvida a realização do jogo decisivo do Palmeiras. O promotor, ao ser questionado na coletiva de imprensa se o Pacaembu seria uma alternativa no caso de veto da arena palmeirense, conclamou:

“No Pacaembu você tem uma grande praça à frente, você não tem bares onde as pessoas ficam bebendo, criando problema, e depois tentando invadir. No Pacaembu você tem alambrado”, disse Castilho.

Com licença, promotor. O Pacaembu já foi alvo de cenas lamentáveis de violência, desde jogos importantes com Corinthians, Palmeiras e São Paulo, até em torneios de times de garotos. Um torcedor já foi morto a pauladas na pista de atletismo, entre o gramado e os alambrados, após uma decisão entre Palmeiras e São Paulo em uma Copa de juniores lá pelos idos de 1996.

Por essas e por outras é que o futebol sempre gera polêmicas desnecessárias. Sempre tem alguém interessado em tirar uma lasquinha. Não há limites para a vaidade.

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BLOG DO VITOR BIRNER ❘ VIRGULA

• Palmeiras devia ter escolhido o Pacaembu; na recém-inaugurada arena só tem a perder

No lugar do presidente Paulo Nobre, eu teria levado o jogo contra o Atlético PR ao Pacaembu.

Isso nada tem a ver com as recomendações do Ministério Público.

Acho que o Palestra não irá à segunda divisão. É o meu palpite, não convicção absoluta, por causa do ponto a mais na tabela de classificação, superioridade no critério de desempate e doutras circunstâncias.

Meu chute a respeito de quem será rebaixado seria o mesmo com o jogo no estádio moderno ou no antigo.

Por motivos técnicos e outro que é muito específico do esporte mais popular do planeta, minha escolha seria diferente da feita pelo presidente.

Técnicos

Os jogadores não estão mais habituados ao novo palco do que ao antigo e belo estádio municipal.

O mesmo vale para os torcedores que irão apoiar o Palestra.

Do ponto de vista esportivo, aquele da bola rolando e cada vez mais desprezado para a suposta melhora do faturamento dos clubes, ou haverá benefícios por atuar, neste momento, no Paulo Machado de Carvalho, ou na pior das hipóteses não haverá prejuízos.

Mística

Tratar os resultados do futebol de maneira ultra-gelada, como se o fracasso do passado fosse apagado pelo sucesso do presente, é algo muito racional e irreal se levarmos em conta o que torna o esporte tão especial.

No futebol-empresa feito de maneira construtiva e não predatória como muitas vezes acontece, as decisões racionais da gestão servem para potencializar as emoções de quem ama as agremiações.

Uma indústria, por exemplo,  se perdeu dinheiro faz 10 anos, quase faliu, sobreviveu, e hoje gera muito lucro, passa a ser referência por ter vencido as dificuldades e se tornar rentável.

Os proprietários não ficam lamentando os fracassos passado.

Nenhuma conquista apaga os rebaixamentos de um grande clube de futebol.

Ganhar Brasileirões, Mundias e Libertadores transforma o humor dos seus torcedores.

Eles ficam felizes, orgulhosos do time que amam e empolgados por causa dos resultados.

Mas as cicatrizes da derrocada, que não combinam com o tamanho da instituição, continuam em algum lugar e, vira e mexe, cedo ou tarde, voltam a irritá-los quando os adversários lembram delas.

O futebol é uma competição.

Imagine se o time for rebaixado jogando na Arena, ainda mais logo depois de estrear lá com derrota; qual tipo de ‘mística’ será criada no local?

Não cair é apenas uma obrigação de um time gigante e vencedor como o Palmeiras.

Ou seja:

As duas possibilidades, diante da opção de atuar na Arena, são cumprir o objetivo de momento e evitar que o local fique marcado de maneira negativa, ou viver o drama do rebaixamento e ver os torcedores de Santos, Corinthians e São Paulo, juntos com parte da imprensa, fazendo comentários sobre o começo da história do novo estádio do time.

Ano que vem no paulistinha, a maioria dos pequenos tem elencos piores que os dos grandes e a adaptação à Arena pode acontecer naturalmente, com tranquilidade, como deveria ter sido programado.

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VÍDEO ❘ ESPN BRASIL

• PVC: ‘O Palmeiras tem uma história de fracassar no jogo chave’

No ‘Bate-Bola’ 3ª edição desta terça-feira, Paulo Vinícius Coelho lembrou jogos importantes que o Palmeiras não conseguiu fazer o resultado e disse: ‘Tem uma história de fracassar no jogo chave’. Veja a análise!

Neste domingo, o clube paulista joga a vida contra o Atlético-PR, pela última rodada do Brasileiro.

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COLUNA PAINEL FC ❘ FOLHA DE S.PAULO 

• Se não puder fazer a decisão na arena, não posso fazer nenhum jogo, diz Nobre

Uma reunião nesta terça-feira (2) pela manhã com Paulo Nobre, presidente do Palmeiras, e Paulo Castilho, promotor do Ministério Público, foi decisiva para que o jogo com o Atlético-PR fosse confirmado no novo estádio alviverde. Nobre, que queria mandar a partida na arena palmeirense, argumentou com Castilho. Disse que, se não pudesse fazer um jogo decisivo na arena, então não teria por que mandar nenhum outro no novo estádio.

• Acordo selado

Após o encontro, ocorrido na sede da Federação Paulista de Futebol, Paulo Castilho decidiu manter o jogo no novo estádio do Palmeiras. À tarde, o promotor concedeu entrevista coletiva, anunciando a partida na arena, mas com segurança reforçada.

• Costas quentes

Antes, porém, Paulo Nobre também havia conquistado o apoio da CBF para realizar o jogo na arena. O presidente palmeirense se encontrou na segunda-feira (1º) com Marco Polo Del Nero, que disse estar a favor do pedido alviverde.

• Dividida

“É a segunda vez que a PM irá trabalhar naquele estádio. Ainda não tem um plano para emergência, como rotas de fuga“ – Paulo Castilho, promotor do Ministério Público, sobre o risco do jogo do Palmeiras na nova arena

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37 respostas em “VERDÃO NA MÍDIA 03-12-2014: Valdivia volta a treinar com bola e Tobio está à disposição para domingo ❘ GAZETA ESPORTIVA NET”

A insistência em jogar na Arena foi correta. Vale lembrar uma frase do Churchill sobre o acordo de Munique que culminou com a segunda guerra: “Entre a desonra e a guerra, eles escolheram a desonra, e terão a guerra.” Cair fugindo da nossa própria casa seria o cúmulo da humilhação.

“Precisamos da Allianz lotada para apoiar o time”, só não esqueçam de pagar R$ 300,00 em um ingresso.

Palmeiras deveria entrar em acordo com esses times gringos que querem o Henrique. Compra por R$6 milhões e repassa direto por R$12 milhões. Situação win-win, o Palmeiras lucra e se livra desse pereba e o time gringo gasta menos.

“…que nos trouxeram a esta draga que estamos nos últimos anos.” Deixe-me ver, não sou bom em contas e muito menos em história da política palmeirense, mas me parece que dos últimos 36 anos (desde 1978) pelo menos uns 20 anos foram com esse senhor à frente no comando, direta ou indiretamente. Culpa de quem a draga mesmo? Ah, faça-me o favor de morrer logo, velho imbecil…

Mustafá protege Nobre: “É obrigação dos atletas evitar o rebaixamento”…
Será que esse “ilustríssimo senhor” acha que isso só passou a ser obrigação na última rodada?

O Nobre tem que ter culhão e romper com o venenoso Sapo boi, separar, definitivamente, a administração de futebol da administração do clube e buscar apoio dos verdadeiros palmeirenses que podem gerar o circulo virtuoso. A Arena está aí para iniciar este caminho de prosperidade….desde 2007 falamos aqui no 3VV esta separação é necessária portanto chegou a hora de concretizar isto //////.

Palmeiras Futebol S/A, esse é o caminho… Mas isso só acontecerá se um dia tivermos uma Terceira Via Verdadeira no comando… Jamais com as Múmias Lado A ou Múmias Lado B que de tempos em tempos se alternam na diretoria da Sociedade Esportiva Palmeiras. Eu, com meus 49 anos não tenho mais a ilusão de ver isso acontecer… Quando surge um pequeno foco de resistência, basta acenar para eles com algumas carteirinhas na mão que tudo volta à estaca zero… Tão verdadeiro quanto lamentável!

“…O palmeirense sabe que o clube precisa de uma recuperação, e não de manifestações histéricas que nos trouxeram a essa draga que estamos nos últimos anos..” Gostaria de saber o que esse “ilustríssimo senhor” chama de “manifestações histéricas”.

“…O palmeirense sabe que o clube precisa de uma recuperação, e não de manifestações histéricas que nos trouxeram a essa draga que estamos nos últimos anos..” Gostaria de saber o que esse F.D.P @#$%¨&*&$##$%¨&*()__)(*&¨%$!@#$%¨&*()__)(*&¨%$# chama de “manifestações histéricas”.

“…O palmeirense sabe que o clube precisa de uma recuperação, e não de manifestações histéricas que nos trouxeram a essa draga que estamos nos últimos anos..” Gostaria de saber o que esse FDP @#$%¨&*&$##$%¨&*()__)(*&¨%$!@#$%¨&*()__)(*&¨%$# chama de “manifestações histéricas”.

O pior dos comentaristas é o próprio Palmeiras. Time ruim atrás de outro. Não dá pra falar bem. Que em 2015 nosso time seja melhor. Não ganhamos um clássico no brasileiro, saldo de menos 27.
Não tem comentarista que aguente.

E já tem argentino reclamando da sacanagem. Vejamos: o atacante Diogo tem um miserável gol em mais de 30 jogos. Além do grosseiro Henrique, que não chuta uma bola com perigo de gol faz meia dúzia de jogos. Isso sem considerar o que o sujeito apanha da bola.
Eu acho que ele tem razão.

Nos momentos difíceis vc vê a tupiniquim press jogar gasolina no fogo……. e como agem os tais jornalistas…..”palmeirenses”…… mas na hora de faturar em cima da história do clube, aparecem todo serelepe e sorridentes. Ou escondem a cabeça na terra como uma avestruz.. ou se fingem de mortos….. ou desviam lo assunto.

dorival acorda escala assim ————————————————————————————————–f.prass———————————————j.pedro———-tóbio——————————nathan—————v.luis——————————————m.oliveira————————————————— wesley——————————————–valdivia———————————————bernardo——————————————-henrique-2tempo -churry —————————mouche

Na boa, PVC dá vergonha de ser Palmeirense! Nunca o vejo defender o clube em nada. Vejo o Juca e outros minimizando e apequenando a S.E.P sempre que podem e ele apenas abaixa a cabeça…é desse tipo de Palmeirense que o Palmeiras deveria se livrar!!
O Antero tbm fala cada bobagem sem tamanho mas é “menos pior” que o PVC…

Hoje , por acaso acabei assistindo aquele “programa esportivo”da Band, chamado Os donos da Bola
Pude ver, pasmo, como aquele imbecil do Neto, tripudia em cima do Palmeiras, usa o espaço da TV, p/ se comportar como um infeilz Gambá, que com um microfone em mãos, usa todo seu despeito e ódio, destilando piadinhas sem graça. Teve até um momento em que ele falou que o Valdivia hoje treinou com bola, bateu palmas e deu uma corridinha no estúdio depois fingiu que machucou a perna.
E o pior de tudo isso, o Velloso, que já foi nosso goleiro, estava presente, rindo da palhaçado desse retardado. Respeito? nao existe. Profissionalismo ? muito menos.
Pergunto: Será que não existe nesse mundo nenhum Palmeirense macho, que seja capaz de enquadrar esse idiota ? coloca-lo em seu devido lugar ? reduzi-lo a sua insignificância ?
Até quando vamos ter que aturar esse símio inculto tratar das coisa do nosso clube com tanto desrespeito? Cadê os machões que emboscam e batem em jogadores ? porque não fazem o mesmo coom esse boçal. Fico bem a vontade para chama-lo nesses termos, até porque dúvido que ele, com a escolaridade que tem saiba o que essas palavras significam.
Nunca apoiei atos de violência, mas no caso desse cretino, se eu soubesse que ele tomou uns tapas na orelha, ficaria muito satisfeito.

Prezado Antonio Carlos, concordo com sua observação quanto a atitude da imprensa em relação ao Verdão, mas convenhamos, o Palmeiras e sua nefasta diretoria alimentam a imprensa com esse timinho montado por Paulo POBRE

Perilli,

O fato de vivermos um momento de nossa história em que fomos vitimados por seguidas administrações pouco competentes não faz do Palmeiras instituição uma porcaria qualquer , p/ ser tratado por esses energúmeno do Neto da forma desrespeitosa como tem sido.
Não é possível que não sejamoos representados por alguém com vergonha na cara, p/ colocar esse inseto no seu devido lugar.
Trata-se de um torcedor de boteco, com um programa esportivo nas mãos, e faz uso dele como bem entende.
Se não tem ninguém na direção do clube, deveria ter alguém, pelo menos na midia esportiva, que o chamasse ao devido respeito com o Grande Palmeiras.
Na verdade, esse boçal deve ter é despeito, por ter sido descartado como o lixo que é, quando teve o privilégio imerecido de vestir o manto verde.

Dr. Paulo, o sr. acha que as grades do Pacaembu são capazes de conter uma torcida enfurecida?
Por favor, faça seu trabalho que é mandar prender vagabundo e pára de encher o saco!
A propósito, onde estão os arruaceiros do jogo entre Atlético Pr e Vasco?????

MENSAGEM DO SANTO MARCOS: Mensagem aos jogadores do Palmeiras:
Muito tenho lido nesses dias sobre o Atlético Paranaense entregar o jogo, nosso rival de domingo tem grandes jogadores, uma das melhores estruturas de futebol de base dos times brasileiros, é um clube muito organizado, formador e tem uma torcida fanática assim como a nossa.
Não caiam nessa conversa fiada de alguns órgãos de imprensa que nós teremos um jogo fácil no domingo, inconscientemente isso nos relaxa e atrapalha nossa concentração, esperem um jogo com muita dificuldade e entrem pra jogar como se fosse o último jogo da vida de vocês, respeitem nosso adversário, jamais um clube da grandeza do Atlético Paranaense entregaria um jogo, se quisermos nos livrar dessa situação temos que jogar muito e não esperar facilidades.

Nessa hora vc vê a boa vontade do promotor e dos coronel (velhos conhecidos), que torce para um de nossos adversários. Para small club e bambis fechou o olho até quando foi jogado bomba, brigas, mortes etc. A Fifa exige estádio padrão FIFA e todos ficam calados……. e os arautos da moral e ética da tupiniquim press exigem estádios modernos e torcedores civilizados como na europa…… mas são os primeiros a colocar fogo na gasolina para as tragédias.

Se já não bastasse o bambi Birner e o gambá JK escrever asneiras em cima de asneiras, como dizer que não deveríamos jogar em nosso estádio ou que o Atlético odeia o Vitória, por isso vai entregar o jogo, ainda temos que escutar o imbecil PVC falando asneiras na ESPN.

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