Categorias
Verdão na Mídia

VERDÃO NA MÍDIA 07-12-2014: Em casa, Palmeiras joga para terminar centenário, ao menos, com honra ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Em casa, Palmeiras joga para terminar centenário, ao menos, com honra

Por William Correia e Luiz Felipe Fagundes

Está nos pés dos jogadores do Palmeiras a chance de não dar ao torcedor o pior centenário possível. Na última partida da temporada que seria histórica por tudo que o campeão do século XX fez ao longo desses 100 anos, o frágil elenco montado para 2014 volta ao Palestra Itália para enfrentar o Atlético-PR, às 17 horas (de Brasília) deste domingo, e eliminar a chance de rebaixamento no Brasileiro.

A equipe chega à última rodada a um ponto e uma posição da zona de descenso. Para escapar, basta vencer um adversário que já não briga por nada na competição. Contra o Verdão, também pesa a sequência de cinco derrotas, uma delas diante do Sport, na reabertura do estádio alviverde – única partida no local até agora neste ano.

Se os comandados de Dorival Júnior não fizerem sua parte, como tem ocorrido desde sua última vitória, em 3 de novembro, sobre o Bahia, a salvação ainda é possível. Caso Vitória e Bahia não vençam Santos e Coritiba, respectivamente, o Verdão fica na primeira divisão mesmo se perder de novo.

Como o Atlético-PR trava brigas judiciais contra o Vitória, a possibilidade de prejudicar os baianos facilitando o jogo foi comentada ao longo da semana. O Palmeiras, por sua vez, não acreditou nos boatos, fechou seus treinos e só espera que a torcida, que vaiou e xingou o time no Palestra Itália diante do Sport, apoie, deixando de lado o temor de invasão de campo e agressões em caso de novo rebaixamento.

“Temos um respeito muito grande pelo Atlético-PR e, com certeza, teremos um jogo mais do que difícil, por todo emocional e circunstâncias. Será complicado, mas contamos muito com o apoio do torcedor. Se não jogar do nosso lado, teremos um desconforto muito grande ao longo dos 90 minutos”, indicou Dorival. 

O desconforto do técnico já existe por conta de seu time. Se falta qualidade ao elenco, existe a quase permanente dúvida em relação a Valdivia, que só atuou no sacrifício em um dos últimos quatro jogos, voltou a sentir dores na coxa esquerda e não sabe se entrará em campo. Mazinho é uma opção.

Como desfalques certos, o técnico não conta com Bruno César e Allione, suspensos, e Tobio, Marcelo Oliveira, Eguren, Leandro e Rodolfo, machucados. Diante do que tem em mãos, pode promover Gabriel Dias alternando como zagueiro e volante ou apostar em um trio de marcadores no meio-campo. Mouche, Diogo e Cristaldo brigam por vaga ao lado de Henrique no ataque.

Desinteressado na partida em relação a rebaixamento ou vaga para Libertadores, com um lugar garantido entre os dez primeiros colocados e, teoricamente, sem vontade de ajudar o Vitória na luta contra a degola por conta de desentendimentos entre as diretorias, o Furacão será uma incógnita em campo. No discurso, o técnico Claudinei Oliveira garantiu a motivação, mas na prática apenas uma luta por espaço no elenco visando 2015 pode deixar o time mais competitivo.

Com a ideia de mexer em quase todas as posições, a escalação se transformou em um mistério. O atacante Marcelo e o lateral Sueliton não devem viajar e aumentam os boatos sobre uma possível transferência. Oficialmente, ambos passaram por procedimentos odontológicos e oftalmológicos, respectivamente. Os volantes Deivid, machucado, e Hernani, suspenso, também estão fora do confronto. Já o zagueiro Gustavo será reavaliado e é dúvida, podendo abrir espaço para a entrada de William Rocha.

Mesmo com várias mudanças previstas, o treinador rubro-negro garante que não se trata, com isso, de definir os rebaixados, já que a situação delicada dos clubes que ainda brigam na ZR foi definida ao longo de 37 rodadas já disputadas. “Não é a maior gota que derrama o copo. É a última gota. Para alguém a água vai transbordar na última rodada. Não é Atlético e Palmeiras, Vitória e Santos ou Coritiba e Bahia que vão definir o rebaixamento”, avaliou.

Claudinei ainda tentou tirar um pouco do peso da partida – o que na prática parece ser improvável – traçando um paralelo com a Fórmula 1, na qual a última corrida teve pontuação dobrada, e criticou quem colocou em dúvida as intenções do clube em relação aos baianos. “Todos os jogos valaram três pontos igual. Não é igual Fórmula 1, que teve pontuação dobrada na última corrida. São três pontos. Um jogo normal. Se fosse no meio do campeonato ninguém falava nada”, concluiu.

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS X ATLÉTICO-PR

Local: Palestra Itália, em São Paulo (SP)
Data: 7 de dezembro de 2014, domingo
Horário: 17 horas (de Brasília)
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (Fifa-RS)
Assistentes: Marcelo Bertanha Barison e Jose Antônio Chaves Franco Filho (ambos do RS)
Assistentes adicionais: Francisco de Paula dos Santos Silva Neto e Diego Almeida Real (ambos do RS)

PALMEIRAS: Fernando Prass; João Pedro, Lúcio, Nathan e Juninho (Gabriel Dias); Renato, Victor Luis, Wesley e Valdivia (Mazinho); Diogo (Mouche) e Henrique
Técnico: Dorival Júnior

ATLÉTICO-PR: Weverton; Mário Sergio, Gustavo (William Rocha), Cleberson e Natanael; Paulinho Dias, Otávio, Bady (Nathan) e Marcos Guilherme (Mosquito); Cléo (Dellatorre) e Douglas Coutinho 
Técnico: Claudinei Oliveira

Leia aqui a matéria completa → NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

••

NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Decisão palmeirense terá rua fechada e grande efetivo policial

Por Thiago Ferri e Fellipe Lucena

Contando seguranças, orientadores e policiais militares, mais de 500 pessoas estarão trabalhando para evitar ou conter confusões no Allianz Parque, neste domingo – mais que o dobro do que na inauguração, contra o Sport O Ministério Público considera que o jogo é de “altíssimo risco” e até sugeriu à CBF que o transferisse ao Pacaembu, mas acabou voltando atrás.

– Com o início do jogo e entrada da torcida, os policiais vão seguir para dentro do estádio. É um jogo de risco, que merece cuidados, um efetivo maior, maior ostensividade dos PMs. Isso acaba intimidando o mau torcedor e dá maior segurança. Na parte externa terá Rocam, cavalarias, para dar uma sensação maior de segurança – disse o coronel Marcos Marinho.

A Rua Turiassu, alvo de preocupação do promotor Paulo Castilho pela grande quantidade de bares em que os torcedores se aglomeram, será fechada às 14h. Só terá acesso ao local o palmeirense que tiver ingresso.

Mais de 30 mil ingressos foram vendidos antecipadamente, sendo que a capacidade máxima do estádio hoje será um pouco superior a 39 mil. Ainda há bilhetes disponíveis, exceto para os setores Cadeira Gol Norte, Cadeira Gol Sul e Cadeira Superior.

Assim como contra o Sport, o Palmeiras será o responsável pela logística na parte de futebol e segurança – a WTorre cuida do serviço de camarotes e TI, como internet e telões. Mais uma vez, não será possível que os times entrem pela Rua Turiassu, onde fica o portão projetado para a chegada dos ônibus. As delegações chegarão mais uma vez pela Rua Padre Antônio Tomás. 

Leia aqui a matéria completa → NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

•• 

NOTICIÁRIO ❘ FOLHA ONLINE

• Nobre contratou 37, mas só 4 devem jogar ‘decisão‘

Por Diego Iwata Lima

Reeleito na última semana para ficar mais dois anos na presidência do Palmeiras, Paulo Nobre contratou 37 jogadores durante o seu primeiro mandato. Dessa lista extensa é provável que apenas quatro nomes –Lúcio, Diogo e Henrique– entrem em campo no jogo mais importante do time em 2014, o duelo contra o Atlético-PR, neste domingo, às 17h..

Jogadores_Nobre A participação de um quarto, Felipe Menezes, depende da condição de Valdivia, que tem um edema na coxa esquerda. Marcelo Oliveira, também contratado por Nobre, e que vinha sendo titular, está fora por lesão muscular na coxa esquerda. Mesmo caso de Tobio.

No momento da temporada em que o Palmeiras mais precisa de experiência, quatro jogadores formados nas categorias de base estarão em campo: o lateral João Pedro, o zagueiro Nathan e os volante Renato e Victor Luís.

Os outros três que devem iniciar jogando, Fernando Prass, Juninho e Wesley, foram contratados na gestão de Arnaldo Tirone, antecessor de Nobre na presidência.

Gabriel Dias, também formado na base, pode substituir Juninho.

Recorrer a jogadores da base também foi um expediente do Palmeiras em 2012, quando time lutou contra o rebaixamento –e perdeu.

Nos últimos jogos daquele Brasileiro, os meias Patrick Vieira e Bruno Dybal, o volante João Denoni, o zagueiro Wellington e o atacante Vinícius foram utilizados. O goleiro Bruno, também formado no clube, porém mais experiente, também foi titular.

Dos 37 jogadores trazidos por Paulo Nobre, 16 já nem estão mais no Palmeiras. O lateral Paulo Henrique, por exemplo, chegou e deixou o clube sem entrar em campo.

Outros nove, cujos contratos estão perto do final, também não devem ficar. Casos do zagueiro Victorino, do lateral Juninho, dos volantes Eguren, Washington, Marcelo Oliveira e Wesley, e dos meias Bernardo e Bruno César, e do atacante Diogo.

Exceção, Henrique, artilheiro do clube no Brasileiro, com 15 gols, já acertou as bases salariais para renovar. Mas o Palmeiras ainda busca um parceiro para arcar com parte dos US$ 2,5 milhões (quase R$ 6,5 milhões) que o clube precisa pagar ao Mirassol para adquirir 50% dos direitos econômicos dele.

A Folha procurou a diretoria do clube que não quis comentar sobre avaliações de jogadores e renovações de contratos.

Leia aqui a matéria completa → NOTICIÁRIO ❘ FOLHA ONLINE

••

BLOG DO ALBERTO HELENA JÚNIOR ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Verdão, do fundo da alma

Se o sábado foi destinado à briga por uma vaga direta para a Libertadores entre Corinthians e Inter, o domingo nos reserva uma festa, no cume da tabela, com o Cruzeiro exibindo a taça de bicampeão à sua torcida diante do Flu, e o enterro de dois dos participantes do Brasileirão deste ano entre estes três: Bahia, Vitória e Palmeiras.

Só um sobreviverá da encrenca tripla.

No Couto Pereira haverá choro, por certo. Se não por eventual queda do Bahia, certamente, lágrimas rolarão pela despedida de Alex, esse canhoto extraordinário que nos fascinou durante anos com seu talento singular. Aliás, sobre Alex, prefiro reservar um post à parte.

No Barradão, o Vitória terá de se desdobrar diante de um Santos que mais nada tem a perder, a não ser a dignidade, já comprometida pela anulação por fraude das eleições presidenciais neste sábado. Mas, mesmo que vença, o Vitória corre risco de cair. Basta que o Palmeiras ganhe seu jogo diante do Furacão, no Parque tinindo de novo.

A manutenção, ao menos, na Série A, no ano do seu centenário, só depende do Verdão. E é aí que reside o perigo. Pelo menos, é o que sugere a série de fracassos consecutivos nas últimas rodadas, quando apenas uma vitória ou três empates bastavam para tirar a corda do pescoço do Periquito.

Parece que Valdívia, aquele que tão poucas vezes entrou em campo e, contudo, tantos pontos obteve para seu time, estará à disposição do técnico Dorival Jr. Mas, em que condições físicas? Só saberemos quando (ou, se) ele estiver correndo atrás da bola. Ou melhor: fazendo a bola correr na direção certa de seus companheiros.

No entanto, com Valdívia ou sem Valdívia, o Palmeiras terá de arrancar do fundo da alma aquela dose extra de dedicação capaz de salvá-lo da degola no instante final, que diabo!

Leia aqui a matéria completa → BLOG DO ALBERTO HELENA JÚNIOR ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

••

COLUNA DO PAULO VINÍCIUS COELHO ❘ FOLHA DE S.PAULO

• A última vez

Diede Lameiro escalou Gilmar, Sóter, Beto Fuscão, Édson e Pedrinho; Pires, Vanderlei e Freitas; Lúcio, César e Baroninho. O Palmeiras empatou por 2 x 2 com o Marília, terminou o segundo turno do Paulistão de 1980 em 19º lugar, fechou o campeonato em 16º entre vinte participantes do estadual.

Foi rebaixado para a Taça de Prata, espécie de segunda divisão na época em que o Paulista era classificatório para o Brasileirão “” como a Champions League atual.

“Õ, ão, ão, segunda divisão!”

Quem é palmeirense e tem perto dos 45 anos se lembra de ouvir esse grito na escola. Paulo Nobre era menino quando o Palmeiras subiu da Taça de Prata para a de Ouro em fevereiro de 1981, ano que iniciou entre os rebaixados. O Palmeiras de Sena fez 2 a 0 no Guarani de Jorge Mendonça e Careca. Era difícil!

Mas caiu de novo em novembro.

O Palmeiras soube que iria à Taça de Prata pelo segundo ano seguido com João Marcos, Nenê, Luís Pereira, Polozi e Pedrinho; Adauto, Freitas e Célio; Jorginho, Reginaldo e Marquinhos, escalados por Jorge Vieira contra a Ponte Preta.

“Ô, ô, ô, queremos jogador!”

O presidente Brício Pompeu de Toledo poderia apontar para o investimento no retorno de Luís Pereira, na manutenção do lateral Pedrinho, ou dizer que o elenco tinha bons jogadores como Jorginho…

O problema concreto nunca foi falta de jogador. Falta observação e visão, falta sistema.

Em 2002, o Palmeiras caiu com Marcos, Arce, Zinho, Fabiano Eller, Dodô, Rubens Cardoso, Leonardo Moura… Levir Culpi escalou até Vagner Love em início de carreira.Não é problema exclusivo de Paulo Nobre. Vem desde Jordão Bruno Sacomani, presidente deposto em 1977.

Nos velhos tempos, em que o diretor de futebol Arnaldo Tirone (o pai) e o presidente Delfino Facchina montavam times buscando jogadores no interior, sobravam informações das que não se lê em jornais. O Palmeiras comprou Luís Pereira do São Bento, descobriu Alfredo nos juvenis, o ponta Nei na Ferroviária, o lateral Eurico no Botafogo de Ribeirão…

“Se perguntar no clube quem é Vítor Hugo ou Jonas, ninguém sabe”, disse um funcionário do Palmeiras, referindo-se ao zagueiro do América-MG e ao volante do Sampaio Corrêa. Bons jogadores da Série B.

Ano passado, o Palmeiras era obrigado a vê-los e nem assim os descobriu. O Torino foi o maior clube da Europa em 1949. Foi rebaixado pela primeira vez dez anos depois, ganhou um título em 1976 e caiu mais cinco vezes depois. Não vence um clássico há vinte anos! O Atlético de Madrid passou duas temporadas seguidas na 2ª divisão. Virou médio, voltou a ser importante.

Mas vencer hoje e escapar do descenso precisa ser um marco. Ou o Palmeiras volta a brigar por títulos em 2015 ou corre o risco de nunca ser respeitado como antes.

••

COLUNA DO ANTERO GRECO ❘ O ESTADO DE S.PAULO

• Capítulo final

O clima no novo Palestra, no meio da tarde deste domingo, será semelhante àquele de capítulo final de novela empolgante. Lembra como o Brasil parou para, enfim, conhecer quem tinha matado Salomão Hayala (“O Astro”)? Ou quem fora o desalmado que dera cabo de Odette Roitman (“Vale Tudo”)? Dois folhetins antigos, porém memoráveis, com audiência garantida e prognósticos disparatados a respeito do desfecho.

O mesmo ocorrerá a partir do momento em que Palmeiras e Atlético-PR pisarem o gramado do estádio encravado entre os bairros de Água Branca e Pompeia. A plateia, ansiosa, ficará à espera do desenlace da errática trajetória verde na Série A de 2014. Deu tanta coisa errada na realidade do ano do centenário que parece ficção saída de mentes brilhantes e criativas como as de Janete Clair, Aguinaldo Silva, Manuel Carlos e craques do gênero. Muito drama para pouco elenco.

A tarefa de Dorival Júnior e rapazes ao menos no papel não é daquelas intransponíveis. Basta ganharem do Furacão que, com 42 pontos, garantem permanência do time na elite. Só 42 pontos! Numa demonstração de como andou fraca a parte de baixo da tabela. Em temporadas anteriores, a nota de corte girou em torno de 45 pontos. Ou seja, faz cinco rodadas que basta uma vitória para o Palmeiras se garantir. E mesmo assim conseguiu perder todas.

A série de humilhações pela qual o Palmeiras passou pode ser relevada desde que Valdivia (a incógnita recorrente) e colegas deem conta do recado. Como torcedor não se move pelo raciocínio, mas por paixão, não duvido que festeje eventual salvação como se tivesse visto a equipe conquistar um título. Se bobear, haverá os que gritarão “Guerreiros, time de guerreiros!”. Pensa que não? Espere para ver. E não acho errado, não, porque a função do torcedor é distorcer, sempre.

A questão é: dá pra confiar nesse Palmeiras? Sinceramente: não. Risco tremendo considerar que se trata de barbada. Mesmo com a intenção do Atlético de entrar com um punhado de frangotes, ou com as teorias de que vai facilitar a vida do rival paulista, ou de que foi alinhavado conchavo de bastidores. Acredito em tudo e em nada, no futebol. Mas, à falta de provas, prefiro apostar na dignidade dos profissionais do Atlético-PR. Devem doar-se, por respeito a si próprios e aos fãs.

O Palmeiras é imprevisível, instável – gostaria o clima em São Paulo voltasse a ser assim – e limitado. Principalmente limitado. A direção gastou os tubos para trazer dúzias de jogadores, e da mistura não saiu um conjunto forte e vencedor. Ao contrário, surgiu um Frankenstein que assustou a massa. E pode aprontar a última na casa nova.

A situação é tão escalafobética que o Palmeiras pode até perder pela 21.ª vez e não sucumbir. Para tanto, basta que os baianos Vitória e Bahia não ganhem, respectivamente, de Santos e Coritiba. É maluco, eu sei. Mas viável.

••

7 respostas em “VERDÃO NA MÍDIA 07-12-2014: Em casa, Palmeiras joga para terminar centenário, ao menos, com honra ❘ GAZETA ESPORTIVA NET”

Aos Sócios palmeirenses que reelegeram Paulo Nobre: Chuuuuupem esse time de 2a. divisão e depois chuuuuupem o Paulo Nobre.

Meus Caros companheiros de 3VV. Agora nada mais a fazer, comentar, xingar. Vamos todos unidos rezar, torcer até o último segundo. Que Deus nos proteja e que Papai Noel nos dê este presente de não sofrermos mais uma humilhação Suprema. SCOPPIA que la Vittoria e Nostra !!!!

Considerações sobre o Aliianz Parque: Agora no domingo, às vésperas do jogo (12h30) acessei o site do futebol card para ver as cadeiras ainda disponíveis no estádio. Percebo que todos os setores estão esgotados, exceto os setores mais caros (oeste e leste inferior), que ainda têm muitas cadeiras vazias (certamente pelo preço cobrado). Em virtude disso, teremos um estádio semi-lotado (deve dar uns 33 mil) mas com a impressão de um vazio no meio (logo onde a TV capta a imagem ao longo do jogo – leste inferior). A minha angústia é saber se o Allianz Parque vai pegar o exemplo nefasto do Mineirão e simplesmente inviabilizar a lotação das cadeiras leste e oeste inferior cobrando preços abusivos. Se isso acontecer será uma lástima… Alguém tem a mesma preocupação minha?

Uma trégua até às 19h (aproximadamente) a tudo que prejudica a Sociedade Esportiva Palmeiras (dentro e fora do clube). Mas, no segundo seguinte após o término da participação do Palmeiras nesse Brasileirão, independentemente do resultado, a cobrança tem que ser forte para se extirpar todo mal que afronta o clube, do menor ao maior (Mustafá). Por enquanto, BOA SORTE aos jogadores e ao Dorival, que apesar de suas qualidades muito discutíveis, são os únicos, no momento, que podem nos tirar dessa situação. Depois, é outra conversa.

É hoje……. o mico do século 21, no ano do centenário e motivo de chacota por mais 100 anos………………..ou escapar da degola. Espelho do profissionalismo instalado no clube. E os contratos por produção fantásticos….. se paga “prêmio”, para n cair. E o “winner” do ano já está definido. Contursi . Elegeu 14 novos vitalícios, pn, controla o cof e n teremos separação do futebol do social.

Os comentários estão desativados.