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VERDÃO NA MÍDIA 10-12-2014: Paulo Nobre não tem orgulho de nada em 2014. Ótima notícia ❘ BLOG DO MENON

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• Paulo Nobre não tem orgulho de nada em 2014. Ótima notícia

Estive na coletiva do presidente Paulo Nobre, na tarde de terça-feira. Fiz duas perguntas. 1) Falando apenas em futebol-14, qual acerto de sua gestão lhe deixa orgulhoso. 2) O time de 2014 é melhor ou pior do que o de 2013 que conseguiu o acesso?

Ele começou respondendo a segunda. Disse que a comparação era difícil porque os adversários enfrentados eram de nível muito diferente, mas que ele considerava o time  atual melhor, embora mais desequilibrado. E, o mais importante, tem certeza que o time de 2015 será melhor que os dois.

Esqueceu  de responder a primeira. Insisti. Minha pergunta foi feita após o companheiro Alexandre Silvestre, da TV Gazeta, inquirir, de forma incisiva sobre seus erros. Eu preferi o caminho mais suave. Do que ele se orgulha? Minha aposta é que Paulo Nobre falaria das revelações da base, algo que sempre foi muito fraco no Palmeiras.

Ele falou que o momento era duro e que realmente uma análise apontaria mais erros do que acertos e que deixaria para os jornalistas a opinião sobre o que foi certo e errado. Nada de orgulho. Nada que deixasse o coração leve, nada que permitisse dizer que uma semente estava plantada, nada que desse esperança.

Ótima notícia para o palmeirense. Mostra que Paulo Nobre realmente não gostou do trabalho feito. Não o conheço a ponto de afirmar se ele está se colocando entre os que erraram tanto que não lhe permitem citar um motivo de orgulho. Está muito decepcionado.

Se houver lógica, tudo vai mudar já que não do que se orgulhar. Não há motivos de satisfação – ainda que mínima – e então é hora de trocar tudo. Começar do zero para se afastar da possibilidade do zero, do abismo.

Ele começou afastando todo o departamento de futebol. Brunoro, Feitosa e Dorival Jr. Talvez Dorival pudesse continuar. A partir do zero, iniciando um trabalho seu, com jogadores indicados por ele mesmo, a coisa melhoraria? É uma possibilidade em que Paulo Nobre não viu futuro.  Grandes desastres necessitam grandes mudanças.

Eu acho que apenas Prass, Tobio, Valdivia e Henrique deveriam continuar. Ao lado deles, os garotos Nathan, Gabriel Dias, Vitor Luis, Renato, João Pedro e Allione.  São dez nomes.  Muitos outros precisam vir, de fora ou da base, para construir um Palmeiras, que, ao final de 2015, dê muito mais que um motivo de orgulho ao seu presidente e ao seu povo.

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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET 

• Nobre amplia horizonte e muda “modus operandi” por protagonismo em 2015

Por William Correia

Em meio à campanha para sua reeleição, Paulo Nobre evitou usar o termo “austeridade financeira”, sempre lembrado para criticá-lo. Agora, promete provar na prática uma política diferente em seu segundo mandato. Sem abdicar do controle dos cofres, mas com maior capacidade de investimentos para buscar títulos em 2015.

“Plantamos sementes de uma maneira diferente de administrar futebol e, além da nossa confiança, recebemos o voto de confiança do eleitorado de que o caminho é esse. Mas o modus operandi tem que ser diferente. E vai ser”, assegurou. “O Palmeiras está sendo formado e planejado para disputar títulos e ser protagonista em 2015, como faz parte da sua história.”

Em seus dois primeiros anos como presidente, Nobre pouco criou para arrecadar mais e repassou cerca de R$ 150 milhões ao clube. O dinheiro, segundo ele, foi usado apenas para pagar contas, já que gestões anteriores anteciparam 75% das receitas de 2013 e 30% de 2014. Mas para 2015, que só teve 10% das cotas adiantadas, sua certeza é de um ano melhor.

“Teremos um elenco dentro das possibilidades financeiras do clube, que está em situação muito melhor para esse segundo biênio do que no meu primeiro. Dá para imaginar mais capacidade financeira para investir. O Palmeiras não vai gastar mais do que arrecada, a responsabilidade financeira continua, mas com horizontes mais amplos”, definiu.

Contra a acusação de austeridade, o presidente ressalta que a folha salarial do plantel deste ano é alta. “Falam em bom e barato, mas garanto que o atual elenco não é barato.” E também não é bom, tanto que precisou da derrota do Vitória para o Santos, na última rodada do Brasileiro, para não ser rebaixado. Mesmo assim, é superior ao grupo campeão da Série B no ano passado, segundo Nobre.

“Os times de 2013 e 2014 não enfrentaram os mesmos adversários, nas mesmas condições. É uma questão totalmente opinativa, mas acho que o time de 2014 é melhor que o de 2013, só que menos equilibrado. E tenho certeza de que o time de 2015 será melhor que os de 2013 e 2014”, discursou.

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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Presidente culpa seus erros por sofrer até último ato do centenário

Durante o segundo tempo do empate com o Atlético-PR, no domingo, foi difícil Paulo Nobre ficar à vista do público de seu camarote no Palestra Itália. Xingado pelos torcedores, o presidente ainda não consegue esquecer o sofrimento que passou, torcendo para o Vitória não vencer o Santos. A derrota baiana manteve o Palmeiras na Série A do Brasileiro, mas o dirigente sabe que é culpado pelo sufoco na temporada do centenário do clube.

“Não sei se foram mais erros do que acertos, mas ficou claro que não podem mais se repetir os erros que aconteceram. Os erros foram capitais para o Palmeiras chegar àquela situação do último jogo do campeonato”, disse o mandatário, que, ao longo de toda a temporada do centenário, mostrou dificuldades para admitir qualquer equívoco.

Mas a apreensão de domingo lhe deixou marcas. “Foi um momento de angústia muito grande. Nem no meu pior pesadelo imaginei chegar à presidência e flertar com a segunda divisão como aconteceu. Foi muito sofrido”, lembrou, sem se arriscar a detalhar seus erros, até por conta do jogo de domingo.

“É um momento difícil porque há alguns dias o Palmeiras escapou do rebaixamento porque um adversário que disputava a vaga não ganhou seu jogo. As lembranças agora são sempre desse sufoco no final”, afirmou, garantindo, agora, que detectou as falhas de sua gestão em avaliação interna, já agiu dispensando o técnico Dorival Júnior, o gerente de futebol Omar Feitosa e o diretor executivo José Carlos Brunoro e promete mais correções.

“A gestão teve erros e acertos. É necessário ter muita calma, manter o que deu certo e ter personalidade e humildade para trocar uma porção de processos no clube para o Palmeiras não passar mais pelo que passou. Não vou elencar erro a erro, mas a avaliação inteira foi feita. As mudanças já começaram e terão várias outras”, anunciou.

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NOTICIÁRIO ❘ ESPN BRASIL

• Presidente do Palmeiras extingue cargo de José Carlos Brunoro

Paulo Nobre apareceu sorridente para dar entrevista coletiva no dia seguinte às demissões no departamento de futebol. O presidente abriu mão de José Carlos Brunoro, um de seus principais focos de crítica, a ponto de extinguir a função do diretor executivo. A ideia é contratar Alexandre Mattos para um cargo de mesmo nome, mas voltado só ao futebol, embora o mandatário do Palmeiras ainda desconverse.

“Existem bons profissionais no mercado brasileiro. O Alexandre Mattos é um bom nome que interessa não só ao Palmeiras, mas a qualquer outro clube. Vamos escolher nos próximos dias o diretor executivo, o gerente e o diretor estatutário que formarão o departamento de futebol. Esses profissionais vão chegar o quanto antes para iniciar o trabalho”, afirmou.

Alexandre Mattos já anunciou que sairá do Cruzeiro em 31 de dezembro. Seu banco de dados de atletas surpreendeu Nobre, que relatou a amigos sempre encontrar o dirigente como concorrente em todos os atletas que tentou como reforço desde o ano passado.

Para a função de gerente de futebol, que era de Omar Feitosa, deve vir Cícero Souza, que estava desempregado, mas tem a confiança de Alexandre Mattos. Cícero tem no currículo passagens por Bahia, seu último clube, Figueirense, Sport e Criciúma. É possível que adiante o serviço de Mattos enquanto ele ainda define seus últimos trabalhos no Cruzeiro, como a venda do volante Lucas Silva ao Real Madrid.

Nobre não coloca prazo para anunciar seus novos dirigentes, mas já vibra. A saída de Brunoro parece ter resultado no seu largo sorriso nesta terça-feira. Os conselheiros de Mustafá Contursi, principais aliados em suas duas eleições, exigiram o desligamento do diretor executivo e de Omar Feitosa.

Brunoro foi o primeiro “reforço” trazido por Nobre, dias após iniciar seu mandato. Em sua apresentação, até exibiu uma camisa 10 com seu nome. A missão era reestruturar o clube em todos os departamentos, inclusive na parte social, mas acabou se dedicando mais ao futebol e, posteriormente, ao marketing. Desempenho tão ruim que o presidente preferiu se afastar de sua imagem para não correr risco de perder a reeleição.

Agora, até o cargo de Brunoro não existe mais. “A ideia é que o novo diretor executivo não assuma duas funções e cuide apenas do futebol. A função do Brunoro, em um primeiro momento, vai ser extinta. Não foge do nosso radar que o Palmeiras tenha alguém nessa função futuramente, mas, atualmente, entendemos que é necessário preparar melhor o terreno para que tenha o êxito que almejamos. Faz parte da profissionalização”, tentou se explicar Nobre.

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NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Wesley não joga mais pelo Palmeiras e encabeça lista de dispensas

Por Fellipe Lucena e Thiago Ferri

A faxina no elenco do Palmeiras começou. O primeiro nome da lista de dispensas é o do volante Wesley, que não voltará a vestir a camisa alviverde mesmo tendo contrato até fevereiro. Ao todo, mais de dez jogadores vão sair.

Wesley passou praticamente todo o ano negociando a renovação contratual com a diretoria do Verdão, que atendeu todas as suas solicitações e, segundo o presidente Paulo Nobre, chegou a redigir um novo vínculo. Faltava a assinatura, mas o clube cansou de esperar. Se Wesley procurar o Palmeiras disposto a renovar, ouvirá um “não”. Se aparecer um clube querendo contar com ele já em janeiro, o Palmeiras vai conversar em busca de um acordo. Se não surgir, ele vai cumprir o compromisso, mas treinando longe do elenco principal.

A decisão foi unânime. Na reunião em que a diretoria começou a discutir a montagem do elenco para 2015, tanto Nobre quanto seus vices votaram pela saída imediata do camisa 11, que terminou a temporada como titular com Dorival Júnior. Além de reprovarem a postura nas conversas, eles entenderam que o atleta vinha jogando muito mal.

Se não fosse pelo técnico, que foi demitido na segunda-feira, Wesley poderia ter se despedido antes. Nobre chegou a manifestar em reunião do Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) o desejo de afastá-lo, mas Dorival disse confiar nele.

Há tempos a diretoria do Palmeiras tem certeza de que o jogador assinou um pré-contrato com o São Paulo. Paulo Nobre tentou confirmar a informação, recorrendo inclusive a pessoas com bom trânsito na diretoria do rival, mas nunca conseguiu. O volante também foi questionado pessoalmente e jurou não ter acordo com ninguém. Nessa terça, Nobre respondeu sobre Wesley e tentou despistar:

– Uma vez que nos procure, vamos tratar diretamente com ele – limitou-se a dizer o dirigente.

O meia Bruno César, que tem contrato até o fim do ano, também não ficará. Victorino, Juninho, Wendel, Eguren, Washington, Bernardo e Diogo, cujos vínculos também terminam, devem sair junto. Atletas com vínculos mais longos, como Felipe Menezes, Weldinho e Mendieta, serão emprestados. Os goleiros reservas também correm risco.

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NOTICIÁRIO ❘ UOL ESPORTE

• Para o Palmeiras, Wesley é do São Paulo. Diretoria deve dispensá-lo

Por Danilo Lavieri

A novela teve um fim. Pelo menos para os dirigentes do Palmeiras, Wesley já é jogador do São Paulo. E eles não farão nada para reverter isso. Pelo contrário. A insatisfação com seu desempenho, refletido também em vaias da torcida, é tão grande que ele pode até passar a integrar a lista de dispensas. 

Paulo Nobre teve conhecimento no meio de novembro que o que era acordo verbal passou a ser oficial e assinado. Na equipe do Morumbi, ele ganhará R$ 350 mil por mês e uma luva de R$ 3,8 milhões. O acordo é parecido com o oferecido a Alan Kardec, que teve o mesmo salário, mas luvas de R$ 2,2 milhões.

Diretores são-paulinos negam qualquer negociação, assim como refutaram a tentativa de contratar Alan Kardec antes de fechar com o atacante.

Na sua coletiva de imprensa na última terça-feira (9), o presidente palmeirense, pela primeira vez, não tentou desmentir que Wesley sairá do Palmeiras.

“Se Wesley nos procurar, trataremos (a saída dele) diretamente com ele”, resumiu.

O meio-campista poderia assinar um pré-contrato desde agosto, uma vez que seu vínculo vai até 27 de fevereiro de 2015. O clube, no entanto, estuda liberar o atleta para já atuar pelo São Paulo desde janeiro por dois motivos.

O mais importante é economizar o que pagaria nos próximos dois meses. O outro é deixar claro que ele não é importante mais para o elenco e evitar que os palmeirenses considerem a transação mais um chapéu. 

A saída de Wesley, no entanto, não deve ter o mesmo impacto negativo que teve a de Alan Kardec. Basta ver que, nos dois últimos jogos no Allianz Parque, o barulho para xingar o jogador era maior do que para comemorar o gol marcado contra o Atlético-PR.

Como mostrou o UOL Esporte com exclusividade, a novela com Wesley começou em abril. O atleta ficou muito irritado por ter sido colocado à venda pela diretoria palmeirense. Para tentar se livrar do atleta e diminuir o prejuízo de sua contratação, a cúpula distribuiu uma procuração a outro agente que não Hugo Garcia, que é seu empresário. 

Garcia, aliás, está na Europa resolvendo negociações de outros atletas e preferiu não comentar o assunto. 

Depois do atrito, a relação melhorou. Já com a proposta do São Paulo em mãos, o estafe do volante chegou a acertar a sua permanência na Academia de Futebol verbalmente, mas pediu tempo para assinar os documentos. A atitude, então, foi vista pela diretoria alviverde como forma de barganhar outras propostas melhores. 

Wesley custou ao Palmeiras cerca de R$ 21 milhões e, até hoje, sua transação traz problemas ao clube. Por causa de uma carta de crédito não paga, Antenor Angeloni, o avalista da negociação, entrou na Justiça e chegou a conseguir o bloqueio de recebíveis da TV Globo.

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NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Chateado, Dorival diz que Palmeiras havia garantido sua permanência

Por Fabiola Andrade

Demitido do Palmeiras na segunda-feira, um dia após a equipe se salvar do rebaixamento no Campeonato Brasileiro, Dorival Júnior está chateado com a diretoria alviverde. O técnico, que foi contratado em setembro, disse que só aceitou o desafio de tirar o time da degola porque recebeu como garantia do presidente Paulo Nobre sua permanência em 2015. Ele tinha contrato até o meio do próximo ano.

– Cheguei num momento em que não tinha mais tempo para contratações e nem para treinos, com jogos de quarta-feira e domingo. Por isso, antes de discutir valores com o Palmeiras, disse que se quisessem meu trabalho apenas para os jogos finais eu não seria o nome indicado. Falei isso três ou quatro vezes para o Genaro (Marino, vice-presidente), (José Carlos) Brunoro (diretor-executivo), Omar (Feitosa, gerente de futebol) e até para o presidente. Eles colocaram que não poderíamos cair de nenhuma maneira e que depois haveria um planejamento para 2015, quando eu teria condição de corrigir o que aconteceu em 2014. Para enfrentar uma situação que não seria fácil, tive essa garantira de que continuaria.

Dorival acredita que se tivesse tido a oportunidade de começar o próximo ano à frente do Palmeiras, conseguiria montar uma equipe competitiva. Nesta temporada, depois que assumiu o time, ele só recebeu dois jogadores novos: o goleiro Jailson, do Ceará, e o volante Washington, do Joinville.

– Falei várias vezes a eles que se não fosse dessa maneira (permanência em 2015), estaria correndo um risco e não seria saudável nem para minha carreira e nem para o clube. Disse que não gostaria de ir para o Palmeiras para ser bombeiro. Até porque, se buscar todos os trabalhos que realizamos, se tem um ponto que destacaria é justamente a montagem de elenco. Quando consegui fazer esse tipo de trabalho alcancei resultados. 

Quando chegou ao clube, após a saída do argentino Ricardo Gareca, Dorival encontrou o Palmeiras na 16ª colocação, com 17 pontos em 18 jogos. Ele até alcançou uma série de bons resultados até a vitória sobre o Bahia, na 32ª rodada. A seis rodadas do fim, o Verdão precisava de uma vitória para se salvar do rebaixamento, mas acumulou cinco derrotas e um empate em seis partidas. O técnico acredita que a queda de rendimento se deve à ausência de Valdivia, que foi para a seleção chilena e voltou machucado.

– Tivemos ali o Fernando Prass fazendo defesas importantíssimas, os garotos que deram sustentação, mas o Valdivia nos fez muita falta. Além de dar consistência ao time, sua liderança era fundamental.

Apesar das declarações públicas do atacante Mouche, descontente com a reserva, Dorival nega qualquer tipo de problema com o elenco e destaca a promoção dos garotos da base como principal legado que deixa ao Palmeiras. No último jogo, contra o Atlético-PR, o Verdão teve entre os titulares cinco atletas formados pelo clube – os laterais João Pedro e Victor Luis, o zagueiro Nathan e os volantes Renato e Gabriel Dias.

– Se tem um cara que gosta de dar oportunidade para a base sou eu. Depois de muitos e muitos anos sem revelar ninguém, o Palmeiras teve até cinco jogadores das categorias de base no time. São jogadores promissores e com uma bela carreira pela frente. Mesmo com toda a situação delicada, eles foram valorosos e se entregaram bastante – disse.

Após dois rebaixamentos, com Vasco e Fluminense, em 2013, Dorival diz que não se arrepende de ter assumido o Palmeiras, mas agora irá pensar duas vezes antes de fechar com uma equipe que esteja lutando para não cair de divisão.

– Não me arrependo de maneira nenhuma. Esses dois últimos anos foram importantes porque nesses momentos o ser humano cresce. Mas pensaria muito daqui para frente. Não seria mais uma situação que me pegaria facilmente, a não ser que tivesse uma segurança muito grande.

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COLUNA DE PRIMA ❘ LANCE!

Por Francisco Loureiro

• Avanti em alta

Mesmo com um fim de campeonato melancólico, os palmeirenses estão empolgados com o próximo ano. Ao menos no número de sócios-torcedores. O programa Avanti registrou alta de mais de mil novos associados desde domingo, alcançando 63 mil sócios. Agora, o clube ocupa o 5 lugar do ranking do Movimento por um Futebol Melhor, da Brahma, encostando no Corinthians, que tem 64,5 mil.

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COLUNA PAINEL FC ❘ FOLHA DE S.PAULO

Por Bernardo Itri

• Palmeiras fecha com Alexandre Mattos e o apresentará em janeiro

Alexandre Mattos é o novo diretor-executivo de futebol do Palmeiras. Ele acertou contrato com o clube e será apresentado em janeiro. O cartola vai ficar no Cruzeiro até o fim de dezembro, mas já está dando as cartas no Palmeiras. Com auxílio de Cícero Souza, que nos próximos dias será anunciado como novo gerente de futebol alviverde, Mattos será o responsável pela escolha do treinador e atuará nas contratações do clube.

• Trabalho conjunto

Até a apresentação, agendada para 2 de janeiro, Cícero Souza será a voz de Mattos no Palmeiras. O gerente conduzirá operacionalmente as negociações enquanto o novo diretor de futebol não chega oficialmente. Souza trabalhou por seis anos no Grêmio, quatro temporadas como gerente e outras duas como diretor-executivo.

• Reforços

A nova diretoria de futebol do Palmeiras já tem negociações avançadas com jogadores. O projeto é anunciar pelo menos duas contratações até o fim da próxima semana.

• Cotados

Quanto ao novo técnico, Mattos e Cícero já iniciaram contatos com alguns nomes. Abel Braga, Cuca e Mano Menezes são alguns que estão na lista dos cotados para assumir o comando técnico do Palmeiras.

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