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Quem vai pagar a conta?

 

Por Rodrigo Barneschi

Cinco jogos foram disputados no novo Palestra Italia. Em dois deles, contra Atlético/PR e contra o time chinês, sequer tivemos setor visitante. Conta o Sport/PE, eles não se fizeram notar – e nem seria o caso, tendo em vista a comoção pela reinauguração do estádio. As duas últimas partidas foram disputadas contra clubes (?) desprovidos de torcida. Em resumo: não houve ainda uma experiência com torcidas visitantes no redivivo Palestra Italia. Isso vai acontecer muito em breve, e em dose dupla, com as torcidas de Ponte Preta e SCCP vindo à nossa casa em questão de três dias.

A presença desses visitantes no estádio seria, por si só, digna de registro, mas toda e qualquer análise que se queira fazer a esse respeito pode ser eclipsada pela insanidade do senhor Paulo Nobre e dos comparsas que respondem pela precificação dos ingressos no nosso estádio.

Que se faça aqui tal registro para antecipar, por ora, um ponto crucial da análise pormenorizada sobre o descolamento entre o preço dos ingressos no Palestra e a realidade.

De minha parte, devo dizer que sinto vergonha ao saber que a Sociedade Esportiva Palmeiras cobra R$ 200 de um torcedor visitante em jogos válidos pelas primeiras rodadas do Campeonato Paulista. Vergonha.

Há três pontos relevantes aqui, ambos relativos à frágil argumentação segundo a qual o preço do ingresso daquele espaço deve ser o mesmo cobrado de quem fica no setor vizinho, no caso o Gol Sul:

  1. Tal afirmação cai por terra quando se constata que, no sábado último, contra o Audax, cobrou-se R$ 200 pelo Setor Sul e R$ 60 pelo espaço ao lado, do visitante. É, portanto, questão de boa vontade. Mais que isso: de bom senso.
  2. Ainda que se queira insistir com tal proposição, há que se considerar a inadequação do valor em si. R$ 200 por um setor atrás do gol? Em um jogo do Campeonato Paulista? Em que mundo vivem estes senhores?
  3. É tão desconectada da realidade a precificação levada a cabo por Nobre que nem ele nem os seus parecem capazes de justificar a disparidade entre os R$ 60 (ou R$ 80) do Gol Norte e os R$ 200 do Gol Sul.

Os mais incautos, os deslumbrados e os puramente mal intencionados poderão fazer pouco do caso do assunto, como se nada fosse. Poderão fazer piadinhas até, como bem compete a certos defensores desta gestão que arruinou nosso centenário.

A verdade é que, por nunca terem ido a um estádio na condição de visitantes, são incapazes de entender as consequências por trás de tal conduta. Aponto duas delas:

  1. Ao cobrar preços extorsivos pelos ingressos dos 2.000 torcedores visitantes, a gestão Nobre turbina um pouco mais a renda (ou não, se não houver lotação total), mas faz isso a um custo altíssimo, o da erosão completa do relacionamento institucional com outros clubes – o que, salvo honrosas exceções, não parece ser uma medida inteligente.
  2. Conduta assim tão mesquinha não vai passar em branco, e a conta será paga não por Nobre nem pelos seus correligionários, mas pelo próprio Palmeiras, à medida que os clubes atingidos por esta decisão haverão de retaliar na mesma moeda: quando voltarmos ao Itaquerão, por exemplo, seremos agraciados por preços igualmente abusivos – no que terá razão o nosso rival. Em curto prazo, impõe-se um enorme sacrifício aos que vamos empurrar o clube pelo Brasil agora; em médio prazo, tem-se cenário ainda pior, com o alijamento de boa parte da torcida alviverde nas ocasiões em que o clube mais precisa dela.

É necessário debater a predatória precificação de ingressos no Palestra Italia. De imediato, Nobre e os seus precisam refletir sobre o mal que causarão à torcida alviverde – e ao clube – se insistirem com tão nefasta política contra as torcidas visitantes. Resolver isso, para além de urgente, é questão de bom senso e de educação.

Domingo está chegando, senhores. Será a primeira visita do SCCP ao nosso estádio em quase 40 anos. O clássico poderia ser a notícia. O embate (saudável e em paz) entre as torcidas, mais ainda. Mas Nobre, por mesquinharia, corre o risco de colocar o preço dos ingressos em primeiro plano. E a conta, vale reforçar, será paga muito em breve por cada um de nós.

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Voltarei ao tema.

129 respostas em “Quem vai pagar a conta?”

Preços absurdos, basta olhar a arquibancada vazia no centro. Não dá pra entender. Outra coisa, na NBA e em outros esportes de alto rendimento, existem várias modalidades de preço, que variam desde o clima do dia, ao jogo, campeonato e horário.. Mas não estamos nem perto desse nível de atenção e serviço. Como eu disse, basta olhar as arquibancadas do centro. Não dá pra entender.

O problema e que o Palmeiras tem a mídia tradicional que odeia ele e e alguns mídia palestrina que vive criticando mesmo quando tudo está bem . Vive procurando pelo em ovo essa matéria defendendo os gambá é pra acaba . Gosta que gambá vem em casa ? pega o trem de Osasco pra Barra funda com a camisa do Palmeiras e vai entender o que é essa raça .

Acredito q só a questão da precificação dos ingressos para embasamento na arbitragem já seria mais do q suficiente pra antes de mais nada aguardar pelo desfecho de tudo isso e apoiar a atual diretoria. Mas tb não podemos deixar de salientar, q o objeto está sendo distorcido no texto….não são 200 reais por um campeonato paulista, são 200 reais pra estar na Arena (só quem levou a mulher em um clássico sabe o q é ouvir o resto do dia q o banheiro estava impraticável, rs)…….não adianta bater no peito pq tem a Arena mais moderna do país e achar q isso não tem um custo…..e o pior….é nos condenar a ser um time pequeno no mundo, sendo q temos potencial para muito, mas muito mais q isso, desde q a roda financeira gire, mas logo isso passa pq ainda é muito cedo para o estádio estar sempre perto da lotação…..e com o estádio lotado ninguém lembra de valor de ingresso. Sobre a torcida única em clássicos, infelizmente tenho q concordar q apesar de ser mais “chato” é necessário. O q não pode é ter esse mimimi, essa revoltinha barata pra falar q isso é futebol moderno…….cai na real……a violencia das organizadas é tão parte do futebol moderno qto ao conforto das novas arenas……..falas em essência, pq é do teu agrado ter 1500 organizados na casa do adversario achando q isso não é moderno……..se quer falar em futebol da era romantica, poderia defender a idéia de ser como antigamente onde torcedores se misturavam totalmente nas arquibancadas e nada acontecia. Perdeu a oportunidade de questionar o assunto de uma forma mais madura como esse site sempre esteve habituado a fazer.

A Federacao Paulista de futebol acabou de decidir que o classico tera torcida unica . Devido a morte recente de um torcedor rival no ultimo classico , decisao acertada na minha opiniao e preciso qualificar o visitante pois esse que viria seria de torcida organizada pronto pra qualquer atrocidade .

Defendo o classico com uma torcida so entendo que e gostoso ver o adversario sofrendo com uma derrota dentro de casa e ja fui a muitos jogos no morumbi e no pacaembu dividido contudo nos ultimos anos vejl que a intolerancia clubistica tomou conta do cidadao comum , a violencia nao acontece dentro do estadio mais nos entornos dele , experimenta vir uniformizado no metro ou mesmo no trem ou onibus com a familia em dia de classicos e vai entender o que estou dizendo .
A populacao nao esta civilizada pra conviver com as diferencas .
Quanto ao preco do ingresso no alianz parque entendo que sera revista sao poucos jogos ainda e a medida do tempo sera repensada . Importante e que hoje temos uma equipe que vai entrar de igual pra igual e nos livramos da dependencia do Valdivia e ainda com a chegada do Cleiton Xavier temos opcoes de jogo nunca imaginadas .Jogadores nao vao poder fazer corpo mole senao perdera a posicao . O banco tera opcoes de mudar uma partida . Enfim hoje o Palmeiras sera respeitado .

Acho que o Barneschi está certo. Vamos nos preocupar com o relacionamento institucional do Palmeiras com os outros clubes, porque dinheiro já temos; craques também; o estádio não tem pendência jurídica nenhuma; e por tudo isso, títulos abundam. Paulo Nobre não está com nada, é esse Barneschi aí que sabe das coisas. A visão dele é tão de futuro que ele se recusa a chamar o Allianz Parque pelo nome – será sempre “Parque Antárctica”. Quem sabe na presidência, nosso querido Barneschi não troca os alemães pela Ambev? Talvez na gestão dele, que a julgar pelos adjetivos que usa para apontar a experiência do Paulo Nobre, é um especialista gabaritadíssimo em futebol, nós consigamos ganhar mais de R$ 1 milhão por jogo vendendo ingressos aos torcedores adversários, o que seria uma inovação de “Polyanna”, que é exatamente o que futebol de hoje precisa. Barneschi, meu querido, você já tem meu apoio para a sua candidatura à presidência – do corinthians ou do museu do futebol, mas nunca do meu Palmeiras!

Sou contra torcida única no futebol. Absolutamente contra. E essa precificação dos ingressos para assistir um campeonato paulista???? Como é que faz? Aliás, a desculpa do sócio Avanti tem que ser revista., pois se eu quiser levar em um jogo mulher e dois filhos, terei eu que assinar 04 planos Avanti? Isso não existe….

Aliás, mandei para o Vicente e para o Luís ano fim do ano passado uma excelente reportagem feita aqui na Inglaterra (então uma visão inglesa) sobre um comparativo entre o futebol alemão e o futebol inglês. Dentre várias coisas que a reportagem aborda, uma delas é o abusivo valor dos ingressos na Inglaterra, e como na Alemanha o fato de ingressos com preços mais populares fizeram a média de público da Bundesliga dispararem sem perda financeira. Será que alguém não consegue mandar essa reportagem pra ele ler não? Tenho aqui escaneado.

CX é nosso!

Torcida única no domingo, problema resolvido sobre o valor dos ingressos em clássicos no Paulista, não terá visitantes.

Absurdo valor do ingresso, mesmo que a ‘prioridade’ seja o SOCIO TORCEDOR.

VI NO FOX SPORTS QUE O CX10 ESTÁ DE VOLTA !!!

Se os vistantes reclamarem é bem possível o Nobre dizer que se associarem ao ST do Palmeiras terão descontos.
Falando sério, acho que R$ 200 é fora da realidade. Os preços tem que ser revistos em todos os setores. Fácil fazer uma analise do lucro com o estádio cheio com 50% de ocupação e ingressos caros.

Deixar o centro do estádio vazio é a mesma loucura de quem rasga dinheiro. Está lá e ele não quer usar. Antes da inauguração diziam que implementariam um modelo inteligente de comercializar os ingressos e que este analisaria ofertaXdemanda. Algo similar ao já existente em muitos clubes do EUA.

Baroneschi você é inteligente, esclarecido, coloca muito bem suas ideias, no entanto, às vezes você exagera no que escreve quando é contrariado. Há dois anos deixei de ler seu blog por conta disso.
Em alguns comentários de nossos colegas, quando dizem que nos clássicos haver torcida única, você abomina isto. Em parte, apenas em parte concordo com você, no tocante ao retrocesso do futebol. Talvez seja a única possibilidade de acabar com as brigas entre torcidadsfora dos campos. Eu não me imagino indo para o Itaquerão ver um jogo do Verdão e ser escoltado pela PM. Ter que esperar todos os gambás saírem do estádio, após o fim de jogo, para que eu possa ir embora… Seria eu um criminoso? Que precisaria da escolta militar? Sabemos que a polícia pode exagerar em alguns casos, mas por que mover um aparato policial para um jogo de futebol? Porque alguns membros das torcidas organizadas agem como selvagens, não estou generalizando. São alguns, mas estes acabam insuflando outros para um mal comum…

De que adianta ser Avanti se não consigo comprar ingresso, sou 3 estrelas, era para liberar as 10 hs…

Que há algo errado com os preços dos ingressos (e isso não apenas no Allianz Parque, mas em todas as arenas novas) não é difícil constatar, basta ver que o meio do campo, embaixo, fica invariavelmente vazio, a não ser em jogos especiais.
Porém, há que se considerar que o Allianz Parque ainda é novo e a diretoria certamente está buscando o melhor meio de precificação dos ingressos, inclusive ajustado ao AVANTI, que se mantém vinculado à estrutura do Pacaembu.
Sou igualmente saudoso dos tempos de torcida dividida, ou quando se disputava espaço gomo a gomo no anel superior do Morumbi, mas acho que isso ficará apenas na memória de quem viveu aquele período e dificilmente voltará a ocorrer na conjuntura atual.
Fui ao único Derby que jogamos em Itaquera e o ingresso custou R$ 50, atrás do gol, meio escanteado. Não conheço o setor de visitantes do Allianz, mas acredito que a visão seja comparável à de Itaquera.
Portanto, as duas diretorias poderiam selar um acordo e manter um preço único para os dois estádios. Falta diálogo nessas horas, em tempos de polarização de opiniões.
Quanto ao valor do Gol Sul, absurdo! Assisti três jogos no superior central e um no gol sul e não vejo o porquê do último ser mais caro.

pelos pitís aí da galerinha com essa papagaiada de “allianz parque”, podemos ver que o futebol moderno transformou até a história em commodity. tristes tempos em que “branding” precede o que se pode ter de mais rico em uma história, uma identificação e uma cultura.

se querem dinheiro e modernidade, sem alma e sem história, que cacem uma aberração do nível de manchester city, psg, chelsea. aqui é PALMEIRAS.

Matheus, entendo o que você diz, devemos preservar nossa história e divulgá-la ao máximo, até porque é a mais bela história entre os clubes brasileiros.
No entanto, hoje são poucos os que chamam a SEP de Palestra Itália, porque o nome do time mudou. E com nosso estádio é a mesma coisa. Ninguém quer esquecer o “antigo” Palestra Itália, ou Parque Antárctica, mas o nome atual do estádio é outro. E entendo que devemos chamá-lo pelo nome, sem esquecer dos grandes momentos vividos anteriormente no saudoso Parque Antarctica.

entendo o que você diz Alex, mas SEP e Palestra Italia é algo BEM diferente de “branding” e “naming rights”. chamar de Allianz Parque é bom pra seguradora que vendeu o nome do estádio e a meu ver, lapida a nossa história, ainda que envolto nesse pacote de “modernidade” que suaviza as atrocidades feitas com tudo que envolva algo a mais que o “bizines”. eu vou continuar chamando de Palestra Italia, pode chamar de “allianz”, um dia a gente se esbarra por lá.

Voces preferem saborear uma pizza na São Pedro ou comprar aquela pizza de R$ 19,00 (meia fria e meia mussarela pegajosa) no disk-pizza e leva-la para degusta-la em casa?

Em matéria de Palmeiras melhor ficar calado. A única coisa possível de ser dita é que o Palmeiras é o clube das eleições. Ahhhhhhhh isso é mesmo. Entre eleições para o conselho e presidência, na média tem eleições a cada 2 anos na Turiassu. E de eleição em eleição o Palmeiras vai se desintegrando. Permanecendo politicamente como tem estado nos últimos 30 anos é um milagre que esse Clube ainda esteja vivo. Continuando assim, não emplaca a metade do século 21. Vai morrer, com certeza.

Particularmente eu acho os preços praticados no Allianz Parque fora da realidade. No ponto de vista de NEGÓCIO quem dita as regras na formação de preços não é ninguém além do mercado. Enquanto houver “consumidor”, ou se preferirem, torcedores dispostos a pagarem esse preço abusivo, o preço não irá cair. Somente haverá mudança neste cenário se a Razão sobrepor-se à Paixão e o Allianz Parque ficar às moscas, coisa que não defendo nem acredito. Para quem dita as regras isso nada mais é que Business.

Ps. E a conta será paga por aqueles que se dispuserem a fazer isso e sem que ninguém coloque a mão no seu bolso… No melhor (se couber esta palavra) estilo Edir Macedo!

Quando falamos de ingresso no futebo, referimos à um campeonato (alto nível ou não) que não há apenas 1 jogo por mês como ocorrera nos shows, nestes sim você vai pagar 200, 300 ou 400 reais para ver sua banda preferida e isso, senhores, será UMA ÚNICA VEZ. R$ 200 por jogo contra times medianos prá baixo é realmente um abuso ou vamos dizer Segregação de torcida, irão ao estádio somente os amigos burgueses do PN e os curiosos em ver a nova arena, daí pra frente é 10 mil pra baixo. Por outro lado, ingressos no clássico sim deve-se ter um preço mais salgado, pela história pelo nível do jogo e tuda atmosfera que envolve o jogo.

Tem uma outra coisa a ser considerada, a WTorre, por contrato, deverá no próximo ano pagar ao Palmeiras o valor médio do ingresso mais barato comercializado para o número de cadeiras que tiver direito, conforme será definida pela câmara de arbitragem. Caso o ingresso seja mais barato, no próximo ano perderemos ter receita em um valor menor que o esperado. É difícil opinar sem as perfeições na mão, mas devemos levar isso em conta também.

Não discordo do texto, mas a realidade diz respeito à precificação para a nossa torcida, pois estão nos esfolando. E justifica-se esfolar o adversario pelo mesmo preço.
A idéia do texto seria perfeita na hipótese do nosso torcedor pagar 30.00 e em setor equivalente cobrar 100.00 do adversario. Mas não ê o que acontece.
#### o preco para a ponte foi reduzido pela metade 100.00, enquanto nós pagaremos pelo mesmo setor 200.00.
Concordaria com

Sinceramente, podem me chamar de torcedor de sofá (o que eu não sou), mas estou pouco me lixando quanto ao preço do ingresso para o visitante, ainda mais se tratando de torcedores do Itaquerão. Já o preço dos ingressos do setor central do estádio (R$ 350,00), realmente está caríssimo e não é legal ver aquele espaço nobilíssimo quase vazio. Deveria custar R$ 200,00 e os Avanti, portanto, pagarem R$ 100,00. Esse é o preço ideal e justo. Ajusta o preço aí Nobre!!!

Concordo com o questionamento e reclamação sobre o preço. O valor de R$250,00 inviabiliza que o torcedor comum consiga assistir 2 jogos no mês ainda mais em tempos de inflação. Porém, a forma como se refere ao presidente do clube fez parecer que há um ataque direto, o que me lembra um passado bem recente de um Palmeiras cheio de intrigas e ataques via imprensa. Que fique claro que não estou falando em apoio incondicional, afinal, um acerto não apaga dois erros. Mas vamos cobrar da forma certa, porque já basta a imprensa de sempre criando fumaça onde não há fogo.

Paulo, se você se esqueceu do nosso centenário arruinado, eu não esqueci. Quanto ao Nobre, recomendo, se tiver curiosidade, que leia os posts que eu já escrevi sobre ele.

Sim, concordo com isso. Por isso eu disse que 1 acerto não pode apagar dois erros, especialmente quando o erro envolve a paixão da torcida. De forma geral, os dirigentes não entendem que nós torcedores só podemos vivenciar cada centenário do clube uma vez.

Sou a favor de torcida única, por isso acho que o ingresso para os gambás deveria ser 1000, assim nunca mais eles apareçem por lá, nosso Estádio é de primeirissima categoria e não merece a visita de vandalos, assim também os palmeirenses não devem ir naquele lixo de estádio em itaquera, arrumado pelo governo para essa instituição que não tem história limpa.
Quem tem estádio cuide dele e não permita a entrada de outra torcida, torcida única já.

Texto um pouco ácido na minha modesta opinião, mas 100% verdadeiro. A estratégia dos ingressos tem que ser revista, tem que achar um ponto de equilibrio. O melhor lugar do estádio não pode ficar tão vazio como esta e hoje está muito caro, se continuar assim a fonte vai secar, vai acabar a empolgação do estádio novo, do time novo e nesses preços corremos o risco de voltar a ter a média de 8 mil torcedores ao invez de 20, 25 mil como estamos tento hoje.

Doa os 2000 ingressos da mulambada, pq se for cobrar seja lá qual for o valor o que vai ter de saidinha de banco essa semana.

O Palmeiras sendo surrupiado no ppc, que usa como base para distribuição da arrecadação….os “isentíssimos” Datafolha e ibope (aquele da globo e que ajudou a dilma)…… nossos rivais já vão receber 70 milhnøes a mais da RGT……… a tupiniquim press louca para criara atrito entre Aranha e Prass……… 1. jogo com árbitro gambá já aprontando……..SPT com osmesmos comentaristas brigando com as imagens nos nossos jogos e desaparecendo com outra………..PM vetando anel superior da Arena (fecha os olhos para o itaquearão)…………………….E VEM POST achando que cobramos caro do small club, que nos fez pagar 150 com “cadeiras quebradas”, que ninguém viu (só umas fotos com 4 ou 5)…………….. e ainda escrevendo o nome da Arena errada……………………VAMOS ATACAR QUEM NOS PREJUDICA, CHEGA DE AUTO FLAGELO E FOGO-AMIGO!!!!

Quando somos visitantes, TODO mundo cobra mais caro para nossos torcedores…..só a geni do futebol é que tem que ser boazinha. Vamos alvejar os inimigos e n~åo o Palmeiras!

Para a imprensinha é só o Palmeiras que joga contra a Ponte Preta, pensando no jogo contra os Gambás no fim de semana. Já os Gambás não jogam um jogo, decisivo, contra o Once Caldas pensando no Palmeiras. Pressão antecipada, só para nós.

O valor do ingresso não está ligado diretamente à “confusão judicial ” WTORRE x PALMEIRAS ? Abaixar os valores agora e perder na justiça não seria um tiro no pé ?

Por isso que não deixo de acompanhar o 3VV! Por mais que o site esteja naquela calmaria, vira e mexe somos presenteados com um texto desses! Perfeita a análise, parabéns ao Rodrigo pela leitura da situação. Somente quem vive e respira verdadeiramente a arquibancada pode compreender completamente essas preocupações… A se lamentar somente a falta que faz o Forza Palestra quando leio textos novos do Barneschi… Grande abraço a todos!

Não vejo com qualquer simpatia a necessidade de fazer política de boa vizinhança com os outros lá de Itaquera. Para quê? Continuaremos a sermos alijados das cotas de TV, do aparelhamento político que se cola ao futebol nacional e, permaneceremos alvo eterno da imprensa marrom, que exalta até dejetos não lançados apropriadamente esgoto abaixo do EPI.
Quanto à política de preços, está deveras exagerada. Menos contra o time da RGT. O quanto pudermos expurgar de base monetária daqueles incaustos, melhor. Problema é da sociedade, que verá um aumento da onda de assaltos no domingo por parte de 2.000 meliantes vindos da ZL.

Também acho que o valor dos ingresso esta muito alto, agora quanto ao nome do estádio , concordo que devemos chamá-lo de Alianz Park, afinal essa parceira não dá lucro só para a Wtorre, mas para o Palmeiras também e outra, estas instalações serão totalmente nossas em 30 anos, portanto, temos que entrar nesse jogo de mercado, pois daqui há 30 anos, quem sabe essa empresa não renova com o Palmeiras por mais 30?

Sem esquecer que que o nome Parque Antártica que utilizamos por 80 anos foi fruto de um contrato de naming rights fechado na época da compra do estádio, contrato que respeitamos (torcida e diretoria) durante toda a sua vigência. Se um dia quisermos fechar um acordo similar no futuro tomos que honrar nossa tradição respeitando novamente um acordo legalmente firmado.

Concordo com relação ao preço cobrado para a torcida visitante. O problema é ok, cobra-se um valor razoável ou justo como queiram, para o adversário, mas qual a garantia que este mesmo valor razoável ou justo será cobrado quando nós formos os visitantes? Obviamente se cobrarmos antes um valor alto, não podemos esperar outra coisa senão sermos cobrados abusivamente também. Vai ficar na confiança entre as diretorias. Discordo com relação ao nome, embora seja, também, simpatizante do pensamento “morte ao futebol moderno” dos tifosi italianos, entendo que o correto é chamar o estadio de Allianz Parque, só porque é nosso mesmo.

Não estou pedindo pra baixarem os ingressos como no trambolho bambi (menos de 10 reais) as arquibancadas. Penso que atrás dos 2 gols este valor de 80 estaria bem pagos e por causa do imbróglio das cadeiras com a Wtorre, seria uma forma (manter esse preço), pois, caso o Palmeiras perca na arbitragem, teríamos uma boa renda mesmo perdendo na justiça. Eu me refiro as partes centrais, pois, poderia baixar de 350 para 200 reais, e tbm as arquibancadas superiores, onde cobram 120 reais. Poderia baixar pra 100 reais. Tenho certeza que teríamos mais lucros, pois, acabaria lotando tanto em cima quanto embaixo. Sobre os preços dos visitantes, prefiro não opinar, pois, e’ sabido que os palmeirenses pagam fortunas e são explorados quando jogamos fora tbm. E pra mim, essa história de mandar 1, 2, 3, 5 mil aos rivais (clássicos) vai acabar. A tendência e’ ter clássicos com torcida única. Pois, os tempos são outros, e a violência (infelizmente) impera. E a lua-de-mel da nossa torcida continua, pois, até ontem já haviam vendido mais de 17 mil ingressos. Realmente me surpreendeu. Eu pensei que iriam guardar a $$$ pro Derby domingo. Rsrsrsrs. Que nada!!! A torcida do Palmeiras e’ f…

Em abril de 2011 eu comentei algo parecido quando destinaram apenas o setor de visitantes do Pacaembu à torcida do rival, na semifinal (http://seopalmeirasfoijogareufui.blogspot.com/2011/04/ingressos-para-palmeiras-x-corinthians.html). O acordo para trazer de volta o Derby à Capital era o setor de visitantes mais o tobogã, que foi desrespeitado na ocasião. A represália era certa., e desde então passamos a nos estapear pelos 2 mil ingressos restantes.

Agora com essa de torcida única a coisa ficou ainda mais grave, beirando o absurdo. Fico pensando o quanto desta violência não acaba sendo ainda mais incentivada por este tipo de ação, seja de diretoria, promotor ou vinda da mídia.

No Brasileiro de 2004 tivemos a ‘batalha’ entre as torcidas, valendo título, de quem faria a festa mais bonita no Derby do segundo turno: http://seopalmeirasfoijogareufui.blogspot.com/2011/02/29082004-palmeiras-0x1-corinthians.html

Nunca mais veremos algo assim, se dependermos dos dirigentes e autoridades.

Sim, Caio, o ignóbil Tirone rompeu o acordo em 2011 e acabou com os clássicos ‘divididos’. O que o Nobre propõe agora é ainda pior.

E por falar em Allianz Parque, será que o pessoal do 3vv, talvez o Trendnick, podem fazer uma matéria sobre as projeções de lucros gerados pela nossa arena?

Antes de estar pronta, vi muitas projeções, colocavam como uma mina de ouro. Mas agora já em funcionamento, vejo o Palmeiras lucrando 60mil com shows, vejo nosso time pagando 400mil pra jogar em casa, e por ai vai…

Se pudessem fazer uma projeçao real, seria bastante interessante, e esclarecedor.
Vlw 3vv, abraço.

Tem muita gente que não frequenta estádios querendo opinar sobre preços e torcida única. Respeito, mas essas opiniões não têm peso.
Há anos acompanho o Palmeiras no Pacaembu, antigo Palestra e outras praças, inclusive em clássicos e com minha família junto, e NUNCA tive problemas com violência. “Só briga quem quer”, já ouvi dizerem, e de fato tem sido essa a minha experiência.
Torcida única é um atestado de óbito do futebol. Existe coisa melhor do que comemorar um gol do seu time correndo pela arquibancada em direção à torcida adversária, gritando toda sorte de impropérios? E a dor de ver o outro time fazer um gol, seguido pelo barulho da torcida do lado de lá, barulho que chega com alguns cruéis segundos de atraso? São apenas alguns exemplos das grandes experiências que tornaram o futebol o que ele é, e querem acabar com isso. Triste ver que alguns palmeirenses concordam com essas limitações.
Não parece, entretanto, ser o caso da maioria dos que comentam aqui no 3VV, aliás sempre bem frequentado. Isso é um alento.
Parabéns pelo grande texto Barneschi (mais um). Espero que ele também chegue aos diretores responsaveis.

Marco, eu já tive problema em clássico e por isso não vou mais (não, não procurei briga). Mas, ainda assim, concordo com você. Torcida única é uma aberração. Devem ser tomadas providências para que as pessoas possam ir sem medo aos estádios, bem como andar na rua tranquilamente com camisa de time, ao invés de impedir as pessoas de frequentarem o jogo e acabar com a festa que é o futebol, como você bem lembrou.

Só para complementar. Considero que a ideia de torcida única não vai melhorar em nada a violência e pode até piorar. Na maioria das vezes o problema é fora do estádio e, muitas vezes, em emboscadas de um grupo contra outro. Ora, mais fácil manter todos dentro do estádio e controlar lá do que deixá-los fora dos estádios e ver a merda acontecer. Mas, a polícia e demais que defendem isso não ligam se morrerem vários nesses confrontos, todos querem simplesmente jogar o problema para outro lugar e aparecer como quem resolveu o problema da violência nos estádios.

É isso mesmo – torcida única é a típica solução de varrer a sujeira pra debaixo do tapete, muito comum aqui no país. Mas não resolve.

Marco, como alguém que já passou por isso muitas vezes, compartilho de seu pesar pelos “torcedores virtuais”, esses “gênios” que acham que o verdadeiro futebol é aquele que eles veem através de uma tv de led, num sofá confortável e com um aplicativo de celular. Outra “genialidade” digna de prêmio Nobel é achar que quem tem R$ 200,00 para gastar com futebol seja necessariamente uma pessoa altamente educada e civilizada, ao passo que todo e qualquer torcedor de geral não passa de um animal pré-histórico. Por essas e outras é que as injustiças sociais estão a anos-luz de terminar neste país.

Não sou mais palmeirense que ninguém, mas já fui em um monte de clássicos e jogos normais, e antigamente quem queria brigar, brigava… a divisão das torcidas eram feitas com cordas e cavaletes de madeiras….putz, nem sei o que falar.. pacaembu, morumbi… se quisesse arrumar confusão arrumava. Hoje me dia NÃO tem briga nem no estádio e nem nas cercanias.. as brigas passaram para a periferia e em lugares marcados por eles mesmos. concordo plenamente que jogo com uma torcida só deve ser um saco, mas a realidade hoje é diferente. dentro do estádio melhorou e muito, some a isso a torcida adversária ficar um tempão lá dentro quando o jogo termina. Futebol é um outro mundo, depois que a pessoa cruza o portão de aceso ela se transforma, velhinhas do chá da cinco, que você jamais ouviu dizer um palavrão, mandam todo mundo tomate cru. Lordes ingleses chamam de filho da fruta e por ai vai.

Eu fui em um Palmeiras e Sereias, na Vila Belmiro, e presenciei um rapaz perder o pé dentro do estádio devido a explosão de uma bomba, a poucos metros de onde eu estava com o meu pai. E eu não estava lá para brigar com ninguém.

Faz tempo que não discordo de um texto publicado aqui, o preço do ingresso do visitante é alto? Será alto para nós no futuro? Bem, acho que os prós do valor do ingresso ser alto para os visitantes é maior do que os contras. Sobre o nome do estádio, o link explicativo do motivo é bom, mas não esta levando em conta o pq se deve chamar o estadio hoje de Allianz Parque. Fato que o texto é bem escrito e tem seu fundamento, mas não partilho dele.

“Bem, acho que os prós do valor do ingresso ser alto para os visitantes é maior do que os contras”. Desenvolva o raciocínio, por favor.
“Sobre o nome do estádio, o link explicativo do motivo é bom, mas não esta levando em conta o pq se deve chamar o estadio hoje de Allianz Parque.”. Como é?

Cleiton Xavier, pelo jogador que é, tudo bem, pela posição que joga, temos seis no elenco (fora o Zé Roberto que pode jogar lá), pra que mais? O Palmeiras precisa reforçar, prioritariamente, a zaga e a lateral-esquerda (para poder liberar o Zé pro meio).

No jogo contra o Audax o mando não era nosso, portando aquele setor em que foi cobrado 60 reais era da torcida mandante e tira o sentido do argumento.
Eu acho estranho duas coisas no texto, a primeira é não chamar a arena pelo nome, Allianz Parque, e segunda é essa veemência em querer defender os direitos da torcida adversária. Eu moro no Rio de Janeiro e lá cansei de pagar 60 reais pra entrar no estádio enquanto a torcida da casa pagava de 10 a 20 reais.

1. Não, o argumento permanece intacto.
2. Não tem nada de estranho. Ocorre que eu não sou deslumbrado e respeito a nossa história: http://forzapalestra.blogspot.com.br/2013/04/estadio-palestra-italia.html
3. Eu defendo os direitos do torcedor de futebol, meu caro. É tão difícil assim você entender que faço questão da presença dos gambás no nosso estádio porque faço questão da nossa presença no Itaquerão? É difícil ou você não quer entender?
4. Não, essa situação do Rio de Janeiro não procede – e eu falo isso com o conhecimento de quem já viajou para ver jogos em outros estados bem mais de 100 vezes.

A presença da torcida adversária está garantida pelo código de defesa do torcedor e com o preço similar a da torcida da casa, independente da opinião que você expressa no texto… Quanto a situação no Rio de Janeiro, te garanto que já paguei 60 reais de entrada no Engenhão pra ficar nos piores lugares do estádio enquanto a torcida da casa pagava 5 reais. A mágica é a seguinte, cobram preço “único” mas arrumando subterfúgios para dar descontos aos torcedores dos times da cidade.

Senhores,

A meu ver, temos de praticar preços decentes tanto para a torcida local, quanto para os visitantes.
A torcida do Palmeiras sempre comparece em peso nos jogos do time, mesmo fora de SP e precisa ser bem recebida. E, para tal, manda a boa educação que sejamos bons anfitriões (somente fora de campo – em campo temos de ficar com os 3 pontos, seja em casa ou fora dela).
Quanto aos clássicos, a meu ver, temos 2 opções
1 – Torcida única no Allianz Parque
2 – Acordo com os gambás, bambis e sardinhas para que os clássicos sejam disputados no Pacaembu, sempre com renda dividida e ferradura para o mandante e tobogã para o visitante.
No meu ponto de vista, o Pacaembu é o estádio mais seguro, tanto no entorno quanto nas linhas de metrô para Clássicos. Por exemplo: o clube mandante sai pelo portão principal rumo à linha laranja e o clube visitante sai pelo tobogã rumo à linha verde, que não se cruzam, assim é possivel obter uma maior dispersão e minimizar os riscos de um eventual encontro maciço de torcidas.

Excelente sugestão. E por tabela ajuda a manter o Pacaembu, patrimônio histórico e hoje um problema para a Prefeitura.

Discordo totalmente. Temos uma Arena maravilhosa e vamos ser mandantes de clássicos no Pacaembu! Não tem nada a ver. Nada contra o Pacaembu, até gosto do estádio, mas seria uma burrice sem tamanho não realizar os clássicos no Allianz Parque, até pela bilheteria, muito maior.

Excelente texto sobre a precificação dos ingressos.
Eu sou a favor de torcida única e ponto. Combinem entre os dirigentes.
Menos trabalho para a polícia.

Agora, com relação a chamar ou não o nosso novo estádio de Allianz Parque vocês pularam o corguinho, sinceramente, isso aí é de uma ignorância muito grande.

Esse texto do Forza Palestra, ao invés de fazer todo mundo remar pro mesmo lado faz é o contrário.

Tem aqueles palmeirenses que parecem que concordam com o que a RGT faz ao não chamar a nossa arena pelo nome porque nem eles fazem muita questão.

É apenas uma análise, só isso.

Também acho. Torcida única. Quem quiser ver jogo no estádio do adversário põe uma roupa neutra e fica calado na torcida do rival, se não quiser apanhar.

“Menos trabalho para a polícia”. Ora, ora, o sujeito agora quer dar menos trabalho para os bravos, valorosos e destemidos homens do 2º BP Choque e, para isso, propõe a morte do futebol. Estamos mesmo chegando ao fundo do poço.
Quanto ao outro ponto, é no mínimo curioso ver agora essa campanha “RGT”. Eu bato na maldita Rede Globo há anos por tudo o que ela faz contra o Palmeiras, mas vagabundo aí nunca pareceu se importar com nada. Aí o sujeito aparece agora querendo me vincular logo à tal Rede Globo que tanta porrada levou do meu blog. É complicado…

Engraçada essa imprensinha! Você só vê os repórteres perguntarem aos jogadores do Palmeiras se eles já estão de olho no clássico contra os Gambás, antes mesmo de jogar com a Ponte Preta. Mas para os Favelados, eles (repórteres) não perguntam, se não estão preocupados com o Palmeiras, pois além do jogo deles, hoje ser decisivo, pois lá na Colômbia vão tomar um chacoalho, nesse fim de semana vão ter que cair aqui no Allianz lotado. MODERATION: ON?

Eu discordo da análise do Barneschi. Tendo em vista as depredações, a inveja e o ciúme e despeito que o Allianz Parque causou em nossos rivais defendo que os clássicos em nossa casa sejam SEMPRE disputados somente com torcida do verdão. Penso que os clássicos com torcida única são a única solução para a violência. Não adianta tapar o sol com a peneira, as famílias nunca irão ao Itaquerão assistir o verdão enquanto existir Gaviões da Fiel, e a recíproca é verdadeira, enquanto houver Mancha Verde, as famílias gambalinas também não virão ao Allianz Parque.
Quanto ao preço do ingressos, o único estádio do estado de São Paulo que seja tão moderno quanto o Allinaz Parque talvez seja o Itaquerão, apesar da péssima localização. Então, não é justo a S.E.Palmeiras deixar de cobrar mais de seus visitantes uma vez que oferece um estádio com muito mais conforto, segurança e melhor visualização do campo pois tem padrão FIFA. Tente comparar um Moisés Lucarelli com o Allianz Parque. É justo cobrar o mesmo preço? Me desculpem mas quem defende reduzir os preços aos visitantes joga contra o patrimônio do palmeiras! Isso é conversa da impren$inha bambi que sabe que temos uma mina de ouro nas mãos e que com o lucro dessa Arena iremos montar esquadrões todo ano!

Triste. Muito triste. A afetação atingiu níveis estratosféricos. Sugiro a você um pouco de arquibancada – de cimento mesmo – antes de voltar a escrever tamanhas besteiras. Se não quiser tirar a bunda do sofá, vá lá no Forza Palestra e depois volte a me procurar.

Precificacao correta.
Clássicos sem visitantes.
A torcida local seria maor com maior frequência de famílias e crianças. Conheço inúmeros torcedores de todas os grandes da. Capital que NÃO frequentam clasicos com medo de embates violentos entre organizadas.
Sem esses 1800 nossos ou dos outros muito mais locais compareceriam.

Isso. Você poderia assinar também como “Flavio Prado”. O teor é exatamente o mesmo. Não queira esconder a sua preguiça e a sua inoperância atrás do senso comum rasteiro.

Concordo com o autor sobre a confusão de preços, o estádio não está terminado e o ajuste ainda não foi atingido. No entanto, não se pode cobrar valores populares ou irrisórios por uma questão arbitral/ litigiosa com a construtora WTorre. Se a empresa pretende alugar todas as cadeiras do estádio, e até poderia conseguir isso na arbitragem, a desvalorização do ingresso pelo Palmeiras no Palestra Itália seria um tiro no pé para os próximos 30 anos. Não dá para ser tão agressivo na crítica à diretoria quanto aos preços, sobretudo porque é um processo sigiloso e não sabemos direito como está o seu andamento. Talvez pudéssemos criticar a injustiça nos preços em cada setor, como a cobrança de preços iguais no anel superior mesmo com visões diferentes. Sobre os visitantes, imagino que cobrar o valor correspondente ao setor gol sul não seja um problema grave. E os clubes rivais fariam algo similar mesmo que houvesse bom relacionamento, haja vista o confronto galo x marias na copa do Brasil.

Ariel, os preços estão descalibrados e fora da realidade, em decisão unilateral do senhor Paulo Nobre – conforme atestam seus pares. Não há qualquer amparo lógico para os valores absurdos. No mais, creio que meu texto já traz toda a argumentação contrária aos pontos que você abordou.

Não disse que a Wtorre determina os preços, mas sim que se ela vencer o processo arbitral poderá cobrar o aluguel de todas as cadeiras e o valor mínimo cobrado nas partidas será repassado ao Palmeiras. Esta medida impossibilita a aplicação de ingressos populares em 2015, sob o risco de ter seu valor fixado para os próximos 30 anos. O mesmo ocorre com os camarotes, os valores pagos pelos torcedores são os mínimos praticados naquela partida, o Palmeiras recebe apenas 5% do valor anual pago pelos proprietários ou rentistas das áreas VIP. Agora, imagina se a Wtorre vencesse na arbitragem e o estádio inteiro funcionasse como nos camarotes? 5% do aluguel anual da cadeira iria para o Palmeiras e mais o valor mínimo de ingresso cobrado em 2015 que seria a base de preço para os próximos 30 anos, poderíamos ter 30 anos de ingresso a 50 reais. Quanto valeria o real em 2044?? Neste cenário de derrota arbitral o Palmeiras poderia inclusive perder o poder de determinar o valor de ingresso de seus jogos e esta tarefa ficaria sobre a responsabilidade da construtora. Ademais, a informação que eu tenho é que o Palmeiras fez um estudo de mercado com uma precificadora profissional, que levantou o perfil sócio-econômico dos frequentadores do site Allianzparque.com.br em 2013/2014. No entanto, concordo que os valores estejam equivocados. Discordo do preço de 200 reais no gol sul e dos valores cobrados no centro do campo. Meus valores base seriam 60 gol norte, 70 gol sul, 100 superior, 200 e 250 no centro do campo. Até porque o programa de sócio torcedor não deveria ser como a Black Friday, em que pagamos metade do dobro das mercadorias. Apesar de ficar indignado quanto aos preços não culpo totalmente a diretoria, porque 2015 pode ser o parâmetro para TODA a parceria. Desta forma os preços abusivos deste ano seriam um resguardo frente ao processo arbitral. Então, é natural que haja erros nesta cobrança e que se adeque aos poucos, porque ninguém sabe como o bolo será repartido no futuro. Estranho seria se acertassem logo no primeiro jogo um valor perfeito para todas as partes. Contudo, não excluo a possibilidade de direcionamento da arena para as classes mais altas e exclusão de classes mais baixas. Esta finalidade fica clara em quase todos os empreendimentos da construtora para espaços semi-públicos… Finalizando, não acho que seu texto tenha contra-argumentos para o que eu disse, porque você nem mencionou o processo arbitral. Parece até que já sabemos o que é de quem, quando na verdade é justamente a precificação e as cadeiras que estão em disputa…

Concordo plenamente. O fato da segunda gestão Nobre estar acertando muito ainda bem, não tira o direito de criticar de forma construtiva o que pode ser melhorado dia a dia. Pau que bate em Chico, bate em Francisco, com certeza as diretorias adversarias tbm irão superfaturar os preços quando visitarmos seus respectivos estádios.

Parabéns! Precisa fazer esse texto chegar às mãos dos “digníssimos” dirigentes do Palmeiras. Onde estão com a cabeça????

Allianz Parque!!!! Temos uma parceria por 30 anos e muito rentável diga-se de passagem, que pelo menos a mídia palestrina respeite esse fato, e foda-se o texto do Forza Palestra quem paga a conta hj é a ALLIANZ.

O texto do Forza Palestra é o meu texto, cidadão. Desconsiderando sua alienação, sugiro a você que tome cuidado com os verbos empregados e que tenha mais respeito pela nossa história.

Corretíssimo como sempre, Barneschi. Fico me perguntando se não há possibilidade de chamar essa diretoria à razão. Nobre é claramente elitista, mas só está cercado por gente que pense assim? Essa política absurda de preços só vai mudar com um novo presidente? É muito triste você ter 90 mil sócios torcedores e o estádio não estar cheio SEMPRE. Pelo menos ele ainda não inventou a história de torcida única.

Pois é, meu caro, mal você publicou o comentário e o sujeito ressuscitou essa ideia. É um inimigo não apenas do palmeirense, mas do futebol como um todo. Como eu já disse várias vezes, ele não é do ramo.

Allianz Parque ! Já não chega a RGT ficar chamando nosso estádio de outro nome e agora também palmeirenses. Temos que remar juntos para sair dos péssimos 15 anos anteriores !

E não pára por ai: ver na TV o setor principal vazio é uma coisa muito feia, e chama a atenção de forma negativa porque um estádio tão bonito e moderno não pode ter seu espaço completamente ocupado.

Porque adota-se uma política mesquinha e elitista, erra-se no fato de que é preciso olhar pra realidade do país e nesse momento é preciso buscar um equilíbrio. Cobrar R$ 300,00 ou mais para se ver um jogo de início de temporada também pode vir a custar caro a atingir até mesmo o evolutivo sócio-torcedor.

Infelizmente o Paulo Nobre não consegue acertar nessas questões. Até quando esse senhor vai fingir que nunca foi um torcedor de arquibancada?

Ótima análise Barneschi! Só não concordo com a sua posição referente ao nome do estádio, mas respeito demais!

Talvez essa política de preços esteja ligada ao litígio entre Palmeiras e WTorre a ser resolvido pela arbitragem. Acredito que parte seja por isso. Acredito que outra parte seja pelo fato de que os dirigentes acreditam, realmente, que o futebol tornou-se um esporte para a elite do país, e não mais do povo.
E, assim, cada vez mais temos público de teatro nos campos de futebol, onde não se pode mais torcer, mas apenas assistir ao “espetáculo”, que está longe de ser bom ultimamente.
Isto que ocorre aqui aconteceu recentemente na Europa, mas lá quem dirige o futebol já percebeu que o modelo não se sustentará por muito tempo, e a Alemanha já possui setores para torcedores assistir aos jogos em pé e a Inglaterra estuda fazer o mesmo em seus estádios.
Pagar 200 reais, 1/4 do salário mínimo para ver um jogo de futebol é um absurdo, seja como visitante, seja como mandante, seja em qualquer lugar do mundo. Em shows são cobrados estes valores em média, mas show da banda preferida se vai uma, duas vezes por ano, no máximo. Futebol tem toda semana.

Perfeita Análise Barneschi! Concordo plenamente. E não precisa ser um frequentador assíduo de estádios como visitante para entender suas colocações. No mais acrescento que o preço no setor central deve ser revisto com urgência, levando em conta todos os inúmeros motivos, muito coerentes, já apresentados por outros colegas.
Abraços.

Concordo. E nem acho que é necessário ir a estádios como visitantes para se chegar a essa conclusão. Mesmo com desconto do sócio torcedor, os preços estão abusivos. E é fácil constatar isso, é só verificar que temos um estádio novo, um time novo, a torcida está empolgada e não estamos chegando nem perto de lotar o estádio.

Basicamente, há demanda (comprovada pelo sucesso do Avanti), mas o torcedor não consegue acesso ao estádio: o setor mais barato acaba rápido. Quem chega por último não tem dinheiro para o ingresso mais caro, nem disponibilidade no setor mais barato. É criada uma situação em que a torcida não tem acesso ao estádio mesmo não estando cheio. Não é questão de falta de interesse, é distorção da realidade. Puta tiro no pé.

Manolo, exatamente. E é um tiro no pé maior ainda ao se considerar que a grande meta dessa gestão é fortalecer o Avanti. Hoje as pessoas estão vendo que mesmo sem o Avanti poderão ir ao estádio quando bem entenderem. Basta comprar os ingressos mais caros. Ou seja, o grande incentivo para adesão ao Avanti não existe mais. Se tivessemos uma política de preços decente, o estádio estaria sempre cheio, consequentemente a única forma de conseguir ingressos seria pelo Avanti e, consequentemente, mais gente seria Avanti. Abs

Sinceramente não tenho uma posição sobre esse ponto da torcida visitante. A realidade no país é dura, e temos que considerar que em clássicos, os únicos que vão são as T.O. Partindo disso, não vejo vantagem em colocar duas mil pessoas com sérias tendências a fazer estragos em um estádio, seja no Allianz (gaivotas) ou em itaquera (mancha, tup etc). Aliás, vejo mtas desvantagens, pela mobilização de segurança interna e externa, redução de espaços dentro do estádio, depredações… não podemos ser hipócritas e fechar o olho para a realidade. Mas para outros casos, como times de outros estádios, é legal qdo recebemos torcedores de times do NE e outras localidades, assim como temos jogos lá e vemos diversos palmeirenses indo ao estádio, vide o ultimo jogo contra o Bahia em Salvador. Pra mim clássico é torcida única, o resto tem que pensar…

Se você pensa assim, é porque: 1) nunca foi a um clássico; e 2) desconhece a essência do futebol. Nada posso fazer contra isso, a não ser recomendar que você vá fazer companhia a Flavio Prado e que tais.

Realmente eu acho um absurdo o preço dos ingressos, muitos justificam os preços por que os sócios avantis tem 50% de desconto, mas mesmo com esse desconto o valor é muito caro pra um jogo qualquer do paulistinha, sobre o adversário pagar um valor alto eu acho justo, pois nós mesmos palmeirenses pagamos o mesmo valor naquele setor.
Eu ouvi que a Ponte queria fazer o mesmo conosco quando jogarmos em Campinas, mas para fazerem isso deverão cobrar o mesmo valor para o setor todo e isso irá encarecer para os torcedores deles também.

Muito boa análise… simples e objetiva. E se o 3VV está um saco, como diz o amigo acima, é só não acessá-lo mais, correto? Existem vários sites que “concordam” com tudo que essa diretoria faz (“sem nada em troca, claro”). Abraços!

Assim como este site também só critica “sem querer nada em troca”, não é mesmo?

Barneschi, perfeita análise. Pior são os banzé aí que não entenderão nada e ficam reclamando de não chamar o Palestra Itália de Allianz Parque.

Élcio, sua preocupação é ele ter dito PALESTRA ITÁLIA e não Allianz Parque? Só para vc saber, para a TORCIDA do Palmeiras ele será sempre o PALESTRA ITÁLIA, por definição, por história e por tradição. Vc se apegar a isso no texto que ele escreveu, realmente é muita má vontade de sua parte não acha?

Não estou com má vontade, passei a chama-lo de Allianz Parque em todas as mídias, porque só assim tenho direito de cobrar o mesmo da querida RGT.
Acho que nós, torcedores que temos cobrado dos orgãos de impressa a utilização correta do nome do estadio, não podemos fazer o mesmo. Apesar que não sei a opnião do Barneschi com respeito a isso.
O que você menciona, é o mesmo que em vez de chamar nosso time de Palmeiras, chama-lo de Palestra Italia.
Abs

Caio o que vc “acha” de errado na análise? Provavelmente porque a exemplo de muitos, vc não vai assistir o Palmeiras em outras cidades quando nossa torcida é VISITANTE. Então vc não se importa. O que vc acha que os demais Clubes farão quando o mando for deles? Vai cobrar R$ 40 ou vai jogar o preço lá em cima? E convenhamos, para quem FREQUENTA ESTÁDIOS, os preços praticados por Paulo Nobre não condiz com a realidade do País, a menos que Nobre julgue que TODOS são como ele, BILIONÁRIOS.
A Allianz Parque deve dar lucro? SIM! Mas deve haver bom senso porque é melhor ter preços justos e LOTAR a mesma, do que cobrar caro e ter espaços vazios. Eu mesmo não tenho condições de pagar isso a cada jogo. E sim, sou ST OURO para AJUDAR O CLUBE porque morando em outra Cidade meu “RATING” é baixíssimo e com isso adquirir ingressos se torna impossível em relação aos Torcedores que moram em Sampa e são assíduos.

Perfeita análise Barneshi neste blog, concordo plenamente.
Quanto ao seu blog, sobre o nome do estádio, descordo.
O Palestra Itália deixou de existir, a única coisa que ficou foi o mesmo endereço. O que hoje existe neste endereço não tem nada a ver com o nosso antigo Palestra Itália. Então por que chamá-lo de Palestra Itália? É permanecer preso ao passado, que não existe mais.
Hoje temos uma arena (ou estádio, como queira) moderna e que estão pagando por este novo nome. Como disse outro colega, vamos devolver o dinheiro que a WTorre amealhou? Como queremos um time forte sem parceiros? A Europa e os EUA vendem o “naming rights”, ficaremos presos na tradição de um nome de estádio que não mais existe?
Somos na verdade o primeiro clube que realmente conseguimos vender o naming rights, e a própria torcida não aceita, como podemos ter um time forte? Ainda não podemos nos dar ao luxo de jogar dinheiro fora. Até o Real Madrid está negociando para construir seu novo estádio, com o novo nome de seu patrocinador…

Acredito que este preço elevado tenha um fator benéfico. Pelo menos você filtra um pouco o público que vai ao estádio.
Cobra 50 reais a entrada e o público será outro.

Qual a probabilidade de uma pessoa que tem 200 reais para pagar o ingresso quebrar a sua cadeira? Dê um número.
Qual a probabilidade de uma pessoa que tem 50 reais para pagar o ingresso quebrar a sua cadeira? Dê um número.

Enfim, estou só buscando ver o copo meio cheio.

Realmente o preço do ingresso está muito alto, não se questiona qualidade da nossa casa, mas sim a qualidade do torneio que estamos disputando. Até porque do ponto de vista de marketing é ruim você ver um jogo pela televisão onde os principais assentos do estádio estão praticamente vazios.

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