Categorias
Opinião

A importância do Allianz Parque

 

Por Vicente Criscio

Aos números:

Palmeiras x Capivariano
Público: 32.134
Renda: R$ 2.578.175 (ticket médio de R$ 80,23)

São Paulo x Capivariano
Público: 7.650
Renda: 240.995 (ticket médio de R$ 31,50)

***

Ok ok… sejamos menos emocionais. São partidas incomparáveis até certo ponto. A partida do SPFC foi dia 4 de fevereiro, na 2a rodada, 19:30 de uma quarta-feira, no Pacaembu.

Vejamos outra:

São Paulo x Danubio, taça Libertadores
Público 16.689
Renda: 1.107.468 (ticket médio de R$ 66,36)

***

Aqui também, podemos comparar? Sim e não. Libertadores é a prioridade do SPFC. Segunda rodada, primeira partida internacional, precisando vencer. Deveria ter um público mínimo de 30 mil pagantes.

Mas não teve. Pode ter sido culpa da chuva. Pode ter sido o crônico problema da distância do Morumbi, a falta de estacionamento, de transporte público e blá blá blá.

Logo… talvez tenhamos um ponto.

***

E qual o ponto?

Aquilo que era óbvio para alguns e inatingível para outros começa a se solidificar com números e fatos.

O Allianz Parque não é apenas o melhor (ou um dos melhores) estádios da América Latina. É um poderoso gerador de receitas.

Qual a combinação do sucesso?

1. Uma arena de primeiro mundo, com capacidade adequada, instalações modernas, bem localizado;

2. Um time que se ainda não é aquele dos sonhos do palmeirense, já está em condições de dar alegrias e disputar ao menos o título Paulista; isso que a torcida do Palmeiras quer: a esperança de ver um time competitivo. E quando ela percebe isso, responde quase que imediatamente;

3. Por falar nela, uma torcida apaixonada, que está ávida por “consumir” o objeto de sua paixão pagando (dentro de limites razoáveis) por isso.

Assim o Allianz Parque torna-se o terceiro elemento, a nova fonte de valor que sempre dizíamos que a Arena seria  (as outras duas fontes de valor importante a que me refiro são direitos de tv e marketing). E o Avanti, perguntaria o nobre torcedor, não é também uma fonte de valor? É um importante gerador de receita, onde enquadro dentro das receitas de marketing. E que precisa ter outro atrativo, muito mais importante: votar para Presidente. Assunto prá outro post. Em algum momento falarei dele.

Voltando ao Allianz. Quem esteve neste sábado assistindo a partida contra o Capivariano se emocionou como das outras vezes. O time joga junto da torcida, que fica perto, que empurra, que é o 12o jogador.

E deixou nos cofres mais de R$ 2 milhões de receitas em uma partida em um início de um campeonato Paulista que mais parece uma pré temporada. Ok, essa receita não entra integral. Tem que se abater as despesas, algumas delas ainda inexplicadas. As despesas do Allianz Parque são mais altas do que em um Pacaembu, por exemplo. Mas comparáveis ao Itaquerão. Mas esse é assunto também para outro post.

A preocupação é com a ocupação. Um estádio destes precisa ter alto índice de ocupação. Coisa que não estava ocorrendo em algumas partidas, com grandes espaços bem no centro do campo. Já nesse sábado melhorou. Claro, ajudou o fato da diretoria fazer aquilo que nós e muitos outros cobrávamos: para esse jogo os preços caíram nas cadeiras do Gol Sul, nas cadeiras superiores e nas cadeiras centrais.

Mas esse tema (ociosidade) está ligado à precificação. Essa semana o artigo de Rodrigo Barneschi tocou na ferida e gerou caloroso debate. Se os nossos gestores acertarem a mão nesse tema teremos uma arena sem clarões, quente como nossa torcida, e gerando valor. O preço não ajuda. E ainda há que se entender os efeitos do Avanti e das cadeiras que serão vendidas pela WT.

Mas o que mais importa nesse momento é que com o Allianz Parque emplacando e uma boa ocupação com preços adequados nossas receitas vão crescer e nosso estádio será o caldeirão que desejamos. Nosso torcedor é nosso maior ativo, nossa razão de existir. E a Arena é claramente uma importante fonte de valor para monetizar a paixão desse torcedor. Que os gestores tenham juízo com tudo isso nas mãos.

***

Ou seja, falei falei e disse pouco. Mas o Allianz já é um importante gerador de receita. Mas sobre ele ainda há três temas que vamos explorar: as despesas, a precificação para reduzir a ociosidade, e o balanço do Avanti.

Aguardem.

***

Imperdível o post de Lucas Peschke sobre os direitos de tv e a tentativa de se criar um novo Clube dos 13. A espanholização do futebol que a política de pagamentos dos direitos de transmissão da Globo quer criar contraria a grande maioria dos interesses dos amantes do futebol desse país. E pode levar no longo prazo a um quase monopólio do futebol. Assim como na mídia.

Que os Presidentes dos grandes clubes brasileiros tenham noção do momento histórico em que estão inseridos e pensem menos com seus interesses e seus egos e mais no interesse do futebol e os 200 milhões de brasileiros que em maior ou menor grau são torcedores e consumidores.

Leiam clicando aqui. E boa semana a todos.

29 respostas em “A importância do Allianz Parque”

Se vc já ganhasse de 90 a 100 milhões a mais que seus concorrentes mais próximos , pra que é que vc ia sentar sentar com eles estudando uma redistribuição mais justa????????? Ou eu sou muito burro ou tem alguma coisa errada nessa história toda!

Marcelo, também acho estranho. Talvez nessa 1a. conversa todos tem que estar presente já que tem interesses em comum (em teoria).. No caso do Andres pelo tipo de pessoa e valores que aparenta ter, é o caso do cara que quer ter por perto os inimigos para saber o que eles pensam e o que eles planejam para poder defender o interesse do SCCP depois. É preocupante e vejo o confronto como inevitável. Meu medo é que o dinheiro compra tudo nesse país inclusive presidentes de clubes (pessoa física) e eles podem aceitar propostas de TVs por interesses pessoais e não do clube que representam. Aí que mora o perigo. Mais do que o Palmeiras, eu vejo o futebol brasileiro em risco. Se o SSCP e CRF renovarem nos próximos anos por esse diferença (por exemplo 5 anos a mais) aí o valor total recebido vai criar a tal espanholização. O jogo começou e vai ser pesado, espero que os clubes se unam contra esse mal chamado Andres Sanchez.

Sobre Eleições Diretas, vale observar que os gambás curicanos já se movimentam.
A Reforma Estatutária do Corinthians pretende acabar com o “voto de cabresto”……..
Nos próximos meses, o Curica se reunirá para discutir melhorias e adequações no Estatuto que rege o clube.

É certo, por exemplo, que as próximas eleições alvinegras devem ser realizadas em novembro ou dezembro de 2017, encurtando em dois ou três meses o mandato do atual presidente, Roberto “da Nova” Andrade.

Adequação que se faz necessária e proporcionará ao novo mandatário planejar melhor a transição de poder.

O fim do sistema de “Chapão” para o Conselho Deliberativo, em que o presidente eleito leva consigo 200 nomes, obrigatoriamente de seu próprio grupo, também acabará, sugerindo menos influência do poder nas decisões – hoje todas orquestradas – de conselheiros.

Porém, a maior luta deverá ser travada no intuito de eliminar os votos de cabresto, que, pelo percentual apresentado, foi fator decisivo nas últimas eleições.

É inadmissível que funcionários e dirigentes de carteirinha, todos dependentes da continuidade do poder para manter salários ou benefícios, estejam aptos a votar.

O comprometimento é óbvio e contamina as eleições.

Esse grupo, que gira em torno de 400 pessoas, além de votar, trabalha, voluntariamente ou não, como “Boca de Urna”, atuando não apenas no convencimento dos associados como também de seus próprios familiares (quase todos votantes).

No último pleito, por exemplo, há diversos relatos de intimidação, entre os quais os de frequentadores da Academia, que recebiam o material de campanha situacionista, mesmo a contragosto, temerosos de desagradar os funcionários que faziam a distribuição.
Seria bom se em SP, o Palmeiras tenha o pioneirismo de Diretas para presidente.
Abs.

A proposta do Mauro é otima. Que o clube seja dos 11 mas que tenha PODER de negociaçao. A ARENA ALLIANZ PARQUE é o maior presente que o PALMEIRAS e sua TORCIDA poderiam receber de ilustres PALMEIRENSES como o CRISCIO, DEZEMBRO, BELLUZZO E OUTROS. Os dividendos ja começam a aparecer embora um longo caminho (depende dos passos…..) para acertar as arestas ainda é necessario. Quanto ao AVANTI fica cada vez mais claro… time vencedor AVANTI em alta. E vou no ponto de sempre…. falta foco para o torcedor do interior e outros estados para que se tornem socio AVANTI. Ha que se respeitar os USOS E COSTUMES do torcedor do interior ( o Criscio tasca um caipira ou matuto em cima…. e eu aceito) que é totalmente diferente do paulistano. Punto e basta!!!!!!!!

Eu tenho quase que absoluta certeza que…se baixassem 20% os preços das cadeiras superiores, 30% as cadeiras centrais, e colocassem o mesmo valor (80 reais) na curva sul…teríamos uma média de 35 mil/jogo e rendas acima de 3 milhões/jogo.

O Allianz Parque é fantástico e a RGT, Sanches e Flamengo sabiam disso até antes da nossa arena ficar pronta. Por conta disso, implodiram o Clube dos 13 e deram um jeito de assinar contrato com um endividado palmeiras e SP amarrando-nos num contrato com a RGT por alguns anos. Em 2015, 16,17… a RGT escorará financeiramente seus 2 queridos Fla e Cor…para que não fiquem atrás do Palmeiras no Brasil. Ou seja: ou o palmeiras se junta a SP, Santos, Vasco, Fluminense e botafogo e rasga o contrato com a RGT ou então mesmo com a Allianz não teremos vantagem financeira contra estes 2 times escolhidos pela RGT.

Concordo!!! Mas, não podem colocar o Carlos VaiDar na jogada. Ele e os bambis já nos odiavam e invejavam antes…imagine agora? Pois, a Allianz Parque vai falir o trambolho do Natel…e eles sabem disso. Se até jogo da SeleNike (mesmo o Palmeiras com a Adidas) vão realizar na Allianz Parque e não no trambolho. E não se espante, caso o VaiDar não corra atrás de uma Wtorre da vida, pois, estão já condenados e desesperados em ver tanta $$$ caindo na nossa arena. E os bambis em geral, principalmente esse mau-caráter do Carlos VaiDar , não e’ pessoa que se confie… e o Paulo Nobre sabe disso, e duvido que sentem na mesma mesa pra um simples jantar, imagine “uni-los”…seja lá pra o que for. Mas, com o restante de clubes descontentes com essa partilha, principalmente: Vasco e Galo. Só esses 2 + o Palmeiras, já daria uma revolução.

A isto chama-se “círculo virtuoso”: um bom time atrai os torcedores, que geram mais receitas, que possibilita ao clube investir mais e melhor no futebol, que por sua vez fica mais forte porque contrata melhor, que por sua vez atrai mais torcedores ao estádio, que por sua vez atrai mais patrocinadores, que por sua vez também geram mais receitas para o clube poder investir mais e melhor no futebol, que por sua vez atrai ainda mais torcedores……… E assim a roda vai girando a nosso fazer.

Aos números:

Palmeiras x Capivariano
Público: 32.134
Renda: R$ 2.578.175 (ticket médio de R$ 80,23)

São Paulo x Capivariano
Público: 7.650
Renda: 240.995 (ticket médio de R$ 31,50)

Como pode… os ingressos mais em conta no Allianz Parque já partirem de 80 reais, passando por 120 reais as cadeiras superiores, e chegando ao absurdo de 250, 350 reais nas cadeiras centrais, a média do ticket ser somente 80,23 reais?
E lá nos bambis …onde fazem promoções a baciada, com ingressos de arquibancadas a 10 reais (e já fizeram dezenas de jogos a 2, 3 e 5 reais), a média do ticket ser 31,50? Oras, as contas não estão batendo.
Outra falácia são essas mediçoes de rendas/públicos…sempre vindo com “médias”. Pois, soma-se toda a arrecadação (preços dos diversos setores do estádio) e divide pelo números de torcedores que pagaram os ingressos. Daí eu vos pergunto e faço uma observação:
Lá pras bandas do Jd Leonor eles adoram fazer e abusar dessas tais médias. Pois, num jogo qualquer lá, que o público total tenha sido de 50 mil pagantes (algo raro, diga-se), e com o ticket médio (anunciado) a 50 reais, já e’ uma mentira. Pois bem…sabemos que a maior parte esta’ localizada no anel superior (cabem lá 40 mil) e o restante entre cadeiras cativas superiores, inferiores, etc. A conta e’ simples: se eu colocar 40 ingressos (de arquibancadas) a 10 reais, teremos 400 mil reais, e os outros 10 mil a 100 reais, teremos 1 milhão de reais. Logo…teremos uma renda total de 1.4 milhão de reais…que divididos por 50 mil pagantes, daria um ticket médio de 28 reais. Mas, na realidade…90% dos torcedores pagaram 10 reais e não 50 reais.
Daí chega no final do ano… a diretoria bambi se esbalda nos números …dizendo que levaram mais públicos ao trambolho, e com os tais tickets médios próximos dos rivais. Balela!!!

Aldo respondendo sua questão, é por conta da meia entrada. O ingresso mínimo parte de R$ 80,00 mas existe um bom número de pessoas que pagam a meia entrada. Por isso cai o ticket médio. Abs

Entendo…e até esqueci de colocar isso no comentário… mas, todos os clubes tem os tais descontos, seja, via sócio-torcedor, seja estudante. E mesmo assim, as diferenças e números não batem. Abraços!!!

Quanto à divisão das receitas do PPV, para assinarmos o PFC pela Sky, temos como opção (creio que deva ser a mais vendida) o Brasileirão + 01 estadual. Pelo ranking dos clubes cedentes, em termos percentuais, o clubes do RJ lideram com 31,5%, seguidos por SP com 28,8%, MG 15,9%, RS 12,8, BA 6,0, PR 2,9, PE 1,5 e GO 0,7%. Ora, será que o campeonato carioca tem mais assinantes que o campeonato paulista? Se houvesse condição de verificar o número de assinantes por campeonatos, a diretoria teria como contestar os números dos institutos de pesquisa e consequentemente a divisão das receitas (ainda mais levando-se em consideração que o presidente da Sky é vice presidente de marketing do Flamengo).

Palavras escritas pelo árbitro, Raphael Claus, na súmula do clássico Palmeiras X Gambás: (Sobre Cássio – Goleiro dos Malocas) ‘EXPULSO POR RECEBER SUA SEGUNDA ADVERTENCIA APÓS RETARDAR O REINICIO DO JOGO. APÓS SER EXPULSO O MESMO VEIO EM MINHA DIREÇÃO E DISSE AS SEGUINTES PALAVRAS ”VOCÊ ESTA QUERENDO APARECER” E ME DISSE ISSO POR VARIAS VEZES.’ Ah, se fosse o Valdívia!

concordo. Só que se nada for feito, as rendas não vão conseguir equiparar asxreceitas com a diferença que a rgt vai dar para outros times daqui a alguns anos. Isso deve ser prioridade zero dessa diretoria. Uniao de c todos outros times e torcidas contra o que pode acabar com o futebol para vários times, e em pouco tempo.

O Palmeiras não pode nem pensar em se unir com Gambás, Bambis e Flamídia. No próximo contrato de cotas TV, os clubes deveriam assinar com outra (ou outras emissoras), e não aceitar a inclusão desses três aí, deixando eles sozinhos com a RGT. E mais, na próxima negociação, o Palmeiras não dever aceitar ganhar menos que nenhum outro time do futebol brasileiro.

O Palmeiras tem dois trunfos extraordinários: uma enorme e apaixonada torcida e a nova Arena. Isto já está resultando em receitas expressivas (bilheteria, sócios-torcedores, etc.). Essa conjunção de fatores elevará o clube muito acima dos demais. O Flamengo e o SCCP, por terem também grandes torcidas e ainda receberem cotas de TV mais generosas, poderão desafiar o Palmeiras. Porém, mesmo em relação aos dois citados, o Palmeiras está em vantagem estratégica: ambos estão atolados em dívidas, o SCCP ainda tem de pagar o estádio. Isso demandará alguns anos para que estejam saneados financeiramente, se é que um dia estarão. Enquanto que o Nobre conseguiu ajustar as nossas finanças – sua maior virtude . O Palmeiras deve aproveitar esse tempo para abrir larga vantagem. Daí a suma importância dos sócios-torcedores, que compensarão a vantagem que a RGT dá àqueles clubes. Quanto aos demais clubes brasileiros, simplesmente não vejo como acompanharão a escalada do Verdão. Mas se realmente houver a tal de espanholização do futebol brasileiro, ela se dará entre 3 clubes: Palmeiras, Flamengo e SCCP.

Não acho que você tenha falado pouco, Vicente. Falou o básico que o torcedor que não olha apenas para o próprio umbigo sabe: com preço justo (nem R$ 30,00 nem R$ 300,00) pelo espetáculo que vai oferecer e com time competitivo o Palmeiras poderá compensar a defasagem das cotas de televisão com as arrecadações do Allianz Parque. Para isso tudo funcionar, no entanto, é necessário planejamento e foco nos interesses do clube (na condição de time de futebol, não o clube social) a médio e longo prazo, e isso até agora essa gestão não conseguiu fazer.

O Palmeiras tem TUDO pra ser o maior time do Brasil, os números provam isso, mesmo com a RGT pagando mais para seus queridinhos, temos uma arma poderosa que é o Allianz Parque, mas por favor, não abaixem os ingressos para 30,00 rsrs.

Como pode se começar um novo clube dos treze reunindo 4 , onde um deles é nada menos que sanches, aquele que implodiu o anterior, e outro e o vaidar, aquele que acha normal aliciar jogadores de outros clubes antes de seus contratos acabarem???????? Começo sinistro!

Sendo honesto, o SPFW era contra a implosão do c13. Fecharam com a rgt porque o resto já tinha fechado – nós inclusive. E outra o Vaidar foi um dos idealizadores do C13. Nossa “briga” é com o gambás e com Flamengo em relação às cotas. Temos que nos alinhar com SPFW, SFC, Vasco, Flor, e Bota. Mineiros e Gaúchos. Ou esses clubes se unem e encerram o futebol com a rgt ou teremos que engolir os dois “times do povo” levando 100m (cotas mais PPV) a mais que o resto – sem qualquer justificativa para tanto, pois a audiência oscila entre 2 a 3 ptos, quando muito, em jogos normais.

Criscio, acho que a questão dos custos está relacionada com o avanti. Ex. Plano ouro, ingresso zero. Contabiliza-se o ingresso como receita, para as incidências legais – Inss e FPF – depois ele é abatido como despesas diversas. Por isso que as despesas diretamente prporcionais ao público. Pelo borderô das partidas é o que parece.

Maurizio pode ser. Mas tenho dúvidas. Se vc observar o borderô há sempre uma linha de despesas (despesas diversas) com valores muito altos. Estou procurando entender melhor isso. Abs

Vicente perfeito. Penso exatamente assim. Em termos de futebol entramos no trilho e aí começa aquela corrente positiva que normalmente termina em títulos. O que falta ainda é mudar estatuto (separar clube do futebol negócio), aumentar a proposta de valor do Avanti com o voto para presidente e combater o monopólio do futebol, para isso sugiro até a contratação de uma consultoria para propor um estatuto para o clube dos 13 ou dos 11 (se for o caso). Esses próximos passos são decisivos para o nosso futuro.

Os comentários estão desativados.