Drops matinal: hangover, Crefisa e o basquete

 

Redação

Depois da ressaca da comemoração da goleada sobre o SPFC, o Palmeiras volta a trabalhar.

4a feira é jogo contra a Chapecoense. Para os planos do Verdão, uma vitória é mais que obrigação.

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Nas redes sociais nesta 2a feira apareciam informações que José Roberto Lamachia, dono da Crefisa, estaria bancando a compra de Lucas Barrios e Leandro Almeida. E ajudando em obras na Academia.

Perguntamos ao torcedor palmeirense: o que vocês acham disso?

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Já está se tornando rotina. A cada jogo do Palmeiras contra o SPFC no Allianz, os grupos de WhatsApp enchem de imagens.

Clique aqui e veja.

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Papo sério. Confirmado o fim do basquete palmeirense. Já pediram afastamento da NBB.

Desde 2013, logo após assumir, essa gestão vem ameaçando fechar o tradicional esporte alviverde.

Com orçamento de R$ 2 milhões por ano, a justificativa é que o o esporte não se pagava.

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Em 2013 e 2014 a Meltex patrocinou. E o Palmeiras, com um dos menores orçamentos da Liga, até que disputou bem.

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O Palmeiras, junto com  Corinthians, Flamengo e Vasco são fundadores da Confederação Brasileira de Basquete. Real Madrid e Barcelona têm times de basquete, e não deixam de ser forças mundiais no futebol.

Mas para manter um esporte que obviamente precisa de recursos, é necessário trabalhar, construir e ter criatividade.

Não é apenas dinheiro: há alternativas como franquear a marca a um clube do interior, usar o sub-19, usar a lei de incentivo ao esporte, ou de fato ir atrás de dinheiro.

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O problema: o marketing palmeirense – sem estrutura, sem comando, sem criatividade – não se esforça para ir atrás de um patrocinador.

Marketing que será tema de outro post. Em breve.

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Uma pena.

Saudações Alviverdes!

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