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Chapecoense 2×2 Palmeiras: emoção e celebração

Crédito: twitter

 

 

O Palmeiras jogou contra a Chapecoense no jogo da celebração à vida, na Arena Condá. 2×2.

O Verdão começou mais intenso, indo prá cima e criando chances. Logo abriu o placar em jogada pela esquerda de Egidio que passou rasteiro para Raphael Veiga bater rasteiro no gol da Chape. Três minutos depois, num vacilo de Prass e da dupla Egidio/Thiago Martins, bola alçada na área da direita para a esquerda e o zagueiro Douglas Grolli empurrou pro gol. 1×1. Eram 14 minutos do 1o tempo.

A Chapecoense melhorou. Prass espalmou para Wellington Paulista marcar mas a bandeira apontou impedimento. Fim do 1o tempo e para a etapa final Eduardo Baptista trocou 8 jogadores. Ficaram apenas a dupla de zaga e Egidio. E no 1o minuto a Chapecoense – em escanteio batido da direita da defesa palmeirense – desempatou num outro vacilo da zaga que deixou Amaral (ex-Palmeiras) cabecear sozinho pro gol de Jailson. Hyoran recebeu passe na cara do gol, em grande jogada de Vitinho, mas o goleiro Elias defendeu. A bandeira erradamente marcou impedimento.

Logo depois Erik perdeu gol incrível. Mas no final, aos 34, Vitinho fez grande jogada e num chute de fora da área fez 2×2. E fim de papo.

Os dois times trocaram todos seus jogadores e mais um pouco. 44 atletas entraram em campo. O Palmeiras jogou com Fernando Prass (Jaílson); Jean (Fabiano), Thiago Martins, Antonio Carlos (Mailton) e Egídio; Felipe Melo (Thiago Santos), Roger Guedes (Hyoran), Tchê Tchê (Arouca), Raphael Veiga (Vitinho) e Dudu (Keno); Alecsandro (Erik). A Chapecoense com Artur Moraes (Elias), João Pedro (Zeballos), Douglas Grolli (Nathan), Fabricio Bruno (Luis Otavio) e Reinaldo (Diago Renan); Andrei Girotto (Moises), Amaral (Luis Antonio) e Nenén (Dodô) (Martinuccio); Rossi (Arthur), Niltinho (Osman) (Nadson) e Wellington Paulista (Tulio).

A festa foi bonita e a parceria entre os dois times tem que ser elogiada por todos. No campo, pouco para se analisar. O jogo é o primeiro da temporada, teve enorme carga de emoção, e muita camaradagem. Mas não se pode avaliar nem coletivamente e nem individualmente as novas contratação.

Saudações Alviverdes.

***

Pré Jogo 

O Palmeiras joga com a Chapecoense na primeira partida da equipe catarinense após a tragédia de dezembro.

A Arena Condá é palco da homenagem não só aos que se foram na tragédia mas também comemorando os títulos do Brasileiro pelo Verdão e a Sul-Americana da Chape. É a celebração à vida.

A Chapecoense de Vagner Mancini, substituto de Caio Júnior, entra em campo neste sábado com: Artur Moraes, João Pedro, Douglas Grolli, Fabricio Bruno e Reinaldo; Andrei Girotto, Amaral e Nenén; Rossi, Niltinho e Wellington Paulista.

tuite-chapeO Palmeiras vem com Eduardo Baptista no comando e em campo com: Prass; Jean, Thiago Martins, Antonio Carlos e Egídio; Felipe Melo, Roger Guedes, Tchê Tchê, Raphael Veiga e Dudu; Alecsandro.

No banco o Verdão tem: Jailson, Mailton, Fabiano, Vitão, Matheus Bahia, Thiago Santos, Rodrigo, Arouca, Vitinho, Hyoran, Erik e Keno.

Um excelente jogo aos dois times.

E deixe aqui seu comentário. Este será o post do pós jogo.

14 respostas em “Chapecoense 2×2 Palmeiras: emoção e celebração”

Pra mim, falta um artilheiro. Falta aquele “1” lá da frente (do 4-1-4-1). Os que temos são fracos.

Uma celebração digna de gigantes! Parabéns aos organizadores… Parabéns Sociedade Esportiva Palmeiras por escrever mais uma linda página na nossa Gloriosa e Orgulhosa História!

O Tite que se cuide. Do jeito que a imprensa marrom está enchendo a bola do Frangão (R Ceni) após ganhar o troféu mickey, é já que vai para a seleção.
Quando o Borja chega????

O jogo foi muito legal, mostrou o espírito do Palmeiras, nosso caráter bem diferente dá maioria nesse Brasil de ” espertos”!
Quanto ao time todos jogaram bem exceto o Egídio, eita cara sem compromisso, ele é o ponto do fraco desse time, e o pior é que não é mal jogador, apenas não joga sério; pergunto intrigado, porque ele foi mantido nós dois tempos, estaria Bastista encantado com seu futebol????

Palmeiras entrou para não ganhar e a Chapecoense para não perder, ou seja, 2×2 foi o resultado que agradou a todos, do lado do Palmeiras por mostrar a grande quantidade de opções técnicas e táticas que temos e pelo lado da Chapecoense por mostrar que o time está no caminho da reconstrução, e com isso todos saíram felizes. Já contra a Ponte Preta no próximo domingo a história será outra, ou seja, tem que vencer e convencer.

Não vejo essa obrigação de vencer a Ponte, ainda mais se tratando de mais um amistoso. Talvez jogar melhor, mas não se pode exigir absolutamente nada agora. O ano do Palmeiras vai começar mesmo em março, para mim tudo o que vier até lá será parte da pré-temporada. Não sofrendo goleadas para gambás e bambis no Paulistinha (que só é importante no discurso do treinador), estará tudo certo. Vamos lembrar que já começamos “n” temporadas com “trocentos” jogos invictos e na hora em que valia alguma coisa mesmo o time perdia. Até do tetracampeão europeu Ajax já ganhamos em início de um ano cujo final foi de queda para a série B. Outra coisa importante para este momento é observar nossas deficiências para não se arrepender e cornetar depois, e conforme o pessoal já está percebendo por aqui não podemos ficar só com “Zé42” e Egídio na lateral esquerda e AlecDonald’s como camisa 9.

Precisamos de um LE. Não dá pra depender do Zé 42 a temporada toda e o Egídio realmente é muito fraquinho. No último jogo do brasileiro o Fabrício foi bem contra o Vitória. Ta certo que o Palmeiras tava jogando tranquilo sem pressão por resultado, mas acho que seria melhor ter ficado com ele no elenco e dar mais oportunidades do que manter o Egídio.

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