Pós Jogo Palmeiras 2×2 Audax: empate em jogo fraco

Os quase 28 mil pagantes que assistiram o empate entre Palmeiras e Audax por 2×2 esperavam bem mais.

Ok que o Palmeiras entrou com um time cheio de reservas. Jailson, Fabiano, Antonio Carlos, Victor Hugo, Zé Roberto; Thiago Santos, Tchê Tchê, Roger Guedes, Keno, Michel Bastos; Alecsandro. Mas temos um elenco para poder vencer o Audax sem se preocupar com quem entra em campo, correto?

Não foi isso que aconteceu.

Foi um jogo fraco. Sentimos falta de criação no meio e de finalização no ataque. O primeiro tempo foi mais sonolento. Algumas chances de gol, mas nada tão perigoso. No final da primeira etapa, Michel Bastos clareou e bateu do lado direito do goleiro do Audax. A bola sobrou para Roger Guedes – que era o atacante mais ativo – e fez 1×0.

Parecia que ia passar uma boiada, correto? Só que não.

O Audax foi pra cima e tinha mais posse de bola. O Palmeiras jogava no contra-ataque. Do lado direito do Palmeiras Fabiano marcava mal e tomamos o empate por ali.

O Audax se animou. Keno e Alecsandro eram pouco eficientes, e Eduardo Baptista fez a mudança seis-por-meia-dúzia, sacando os dois e colocando Erik e Willian. Funcionou a princípio e Willian de cara mandou um balaço no travessão. Logo depois fez o segundo gol em boa jogada de todo o ataque.

Com 2×1, parecia fatura liquidada. Entrou Vitinho no lugar de Michel Bastos. O time estava com caminho aberto diante de um Audax que se abria para tentar o gol que o salvaria do rebaixamento imediato. No contra-ataque o Palmeiras iria fazer mais um ou dois gols. Correto? Errado de novo.

Num contra-ataque do Audax onde Zé Roberto não conseguiu correr com o atacante adversário, 2×2.

Era bom ganhar? Era. Mas o jogo não valia nada pro Palmeiras. Agora é pegar a Ponte Preta também pra cumprir tabela e ir para as finais.

Saudações Alviverdes!