Ponte Preta 3×0 Palmeiras: nem nos piores sonhos….

O Palmeiras perdeu por 3×0 para a Ponte Preta na primeira partida da semi-final do Paulistão 2017 e complicou demais sua chance de classificação para a final.

Com menos de 1 minuto o time já perdia por 1×0. Com 7 minutos perdia por 2×0. O Palmeiras assistiu a Ponte Preta jogar os 90 minutos. Kleina armou um time compacto, que tocava bem a bola, aguerrido no desarme, rápido, e que jogou em cima das deficiências do time palmeirense.

Do lado do Palmeiras, ninguém jogou bem. Pior, time apático do começo ao fim. Eduardo Baptista no intervalo foi incapaz de mudar o jogo e o time. Fez as substituições óbvias. Tirou Guerra para colocar Michel Bastos – por que não Raphael Veiga? – ; tirou Borja para colocar um Alecsandro sem capacidade física para jogar futebol. Tanto que mal pegou na bola; e colocou ainda Roger Guedes no lugar do Willian, substituição manjada (ou é Roger Guedes, ou Keno).

O time assim cansou de fazer a ligação direta do meio de campo ao ataque, com excesso de chuveirinho ineficaz e bola alçada na área. O goleiro Aranha fez uma defesa em todo o jogo – aos dois minutos em falta de Borja. No mais um Palmeiras irreconhecível, apático, submisso ao resultado, onde os piores em campo foram Zé Roberto e Tchê Tchê. E menção honrosa para Omar Feitosa que protagonizou uma cena bizarra de descontrole emocional com Thiago Santos. Lamentável.

E assim foi. O palmeirense espera um pequeno milagre no próximo sábado. Uma vitória por 3 gols de diferença e a disputa vai para os penais.

Eduardo Baptista conseguirá o (considerado por muitos até aqui) melhor elenco e time do futebol brasileiro vencer a humilde Ponte Preta de Gilson Kleina e William Pottker e Fernando Bob por 3 ou 4 gols de diferença?

Esperemos que sim.

Saudações Alviverdes!