Veja aqui a entrevista de Eduardo Baptista [atualizado]

Eduardo Baptista desabafa após o jogo principalmente sobre uma notícia de um determinado colunista bem conhecido pelo palmeirense.

E aí: mandou bem Eduardo Baptista?

62 Comments Added

Join Discussion
  1. Renato 02/05/2017 | Responder

    O Atlético de Madrid caprichou no jogo de hoje contra o Real. Deu a famosa “palmeirada”. Jogou igual ao Palmeiras contra a Ponte Preta em Campinas.

  2. Philipe Frois 02/05/2017 | Responder

    Sonho com o dia em que um presidente de um time grande tenha saco roxo pra tirar o time da competição qdo for extremamente prejudicado por essas Máfias travestidas de Federações. A libertadores é obsecao? Mundial é sonho? Que se dane. Pra mim o Palmeiras é maior que tudo isso. Galliote deveria ameaçar tirar o Palmeiras da competição caso seja punido por algo que não tem a menor culpa. Mas….. Politicagem…Patrocinadores…. Dinheiro…Interesses pessoais…Jamais permitirão.

  3. Renato 01/05/2017 | Responder

    Vamos falar de Palmeiras. Rafael Veiga e Hyoran , afinal de contas , foram contratados para que ? Ficarem no banco de reservas ? Se não há espaço para eles porque contrataram ? O campeonato brasileiro logo terá inicio e ai ? Será que vai dar para ser campeão novamente ? E a nossa caminhada na libertadores e copa do Brasil ? Até onde chegaremos ?

    • O aproveitamento do elenco está diretamente ligado à competência do treinador. Mas tem muita gente sendo mal (ou sub) utilizada mesmo. Ouvi hoje que o Bahia quer levar o Alectreino. Demorou. Eles já contam com nossos ex-craques Allione e Régis, pelo jeito estão planejando o time pra disputar a Série B em 2018…

    • Alex 02/05/2017 | Responder

      Renato, ano passado o Palmeiras trouxe uma “baciada” de jogadores e Cuca soube muito bem tirar o maior proveito deles. Podemos discutir a beleza do futebol apresentado, jamais a eficiência. Em minha opinião o time jogava muito bem dentro do que era proposto.
      Mas Cuca já é um treinador renomado, com mercado garantido e salário polpudo. Tem condições de impor seu trabalho. Tanto é que muitos jogadores ficaram de cara fechada, mas tiveram que engolir pelos resultados apresentados.
      EB é um Zé ninguém que nunca, jamais ganhou algo relevante ou apresentou algum trabalho decente como treinador em um grande clube.
      Os melhores trabalhos dele foram armando retrancas em times pequenos e ganhando jogo em contra ataques. Quando teve chance no Flu, foi engolido pelo elenco.
      O que ele deve pensar? Preciso me garantir. Então não usa suas peças adequadamente. O jogo em Campinas foi um exemplo clássico. Zé não precisava ser escalado, Felipe Melo poderia ter sido poupado. A mesma coisa

  4. Nem me falem. Hoje tive de aturar em um grupo de face um monte desses iludidos, que clamam que a culpada é a Ponte, que deu p sangue contra nós, e entregou para os gambas. Ah, e ainda isentam o fraldão do desastre em campinas. Nem preciso dizer, que até de “gamba infiltrado” me chamaram, é mole?

    • Normal. Ser chamado de “Gambá infiltrado”, “Bambi infiltrado”, creditar todos os méritos de adversários ou todos os nossos fracassos exclusivamente às arbitragens ou à Imprensa (que tem, de fato, enorme má vontade com o Palmeiras, mas isso se combate com vitórias e títulos), reclamar de 35 pênaltis não marcados por jogo, esses são os expedientes corriqueiros dos iludidos e sem argumentos. É a turma do “Aqui é Palmeiras, p*rra!”, são os “Fantasmas dos três pontos”. Ser crítico e expor fatos é crime inafiançável para boa parte da nossa torcida, e aliás não deve ser diferente nas outras. Ter opinião própria é um fardo para poucos.

  5. Reynaldo Zanon 30/04/2017 | Responder

    Contra o Palmeiras a Ponte Preta parecia alucinada de tanto que corria. Contra o Itaquerão, “dormiram” o jogo todo. Partida pífia. É sempre assim. Time de babacas.

    • Gustavo Aroni 30/04/2017 | Responder

      Contra a Ponte Preta, em Campinas, os jogadores do Palmeiras “dormiram” o jogo todo. Partida pífia. No jogo de volta, chuveiraram bolas na área adversária como alucinados e o Aranha, que quando salta, deve beirar os 4m de altura, pegava tudo. Não tem desculpa.

      • Sem falar que para esses fantasmas (haja vista o repugnante “#ateoapitofinal”) qualquer disputa de bola em que um palmeirense caia é falta ou pênalti indiscutível. Sejamos justos, essa praga de simulação virou tema de preleção em todos os vestiários do Brasil, é o autêntico recurso da falta de recurso, mas parece que no Palmeiras, principalmente nos jogos em casa, é pior. Mais incrível ainda ler comentários do tipo “Se não fossem os 16 pênaltis clamorosos não marcados naquela partida, tudo seria diferente”. Não seria. Até porque a bola daquele pênalti cobrado pelo Borja contra o Peñarol deve estar até hoje tomando sol e chuva na cobertura do West Plaza. Mas que é a muleta ideal, disso não tenho dúvidas.

    • Fábio 30/04/2017 | Responder

      O técnico dos gambás pode ser interino, tampão etc., mas não é bobo, nem fraldão, nem arrogante. Na verdade, é mais técnico do que o EB. Estudou humildemente a Ponte, e botou o time meia-boca dele pra fazer o que a gente não fez. Jogou o arroz-com-feijão, marcando firme desde a saída de bola, e pronto: ficou fácil. Sirva de consolo que, por enquanto, eles ficam no sofá às quartas vendo a gente na TV kkkkk

      • Pois é, Fábio, humildade não faz mal a ninguém. Enquanto teve “Poupançudo da Caixa” do lado de cá dizendo que Paulista era treino pra Libertadores, do lado de lá os caneludos jogaram com seriedade, no limite de suas forças e condições técnicas e já são campeões. Dificilmente irão longe na Sul-Americana nem ganharão o Brasileiro, mas se a soberba continuar assim por aqui, é provável que até dezembro eles possam ter gritado “É Campeão!” pelo menos uma vez no ano, e nós não.

      • Alex 01/05/2017 | Responder

        É muito mais fácil trabalhar com pouco do que com muito. A chance de errar é bem menor.
        Agora, se quem tem muito trabalha bem, certamente fará mais do que quem tem menos.

        • Alex, frequentemente discuto com minha esposa sobre uma situação similar. Ela insiste que os problemas do Brasil estão atrelados ao tamanho do país, e que é muito mais fácil administrar uma Alemanha ou um Japão que são bem menores. Pra começar, Canadá e Estados Unidos (com todos os seus problemas, sejam sociais ou advindos de sua localização geográfica, como furacões e nevascas) são países enormes mas com desigualdades sociais muito menores e condições de vida bem melhores que o Brasil. Eu já penso que a maior quantidade de pessoas seria suficiente para resolver os grandes problemas que temos por aqui SE houvesse vontade e interesse, pois certamente no meio de tamanha quantidade é muito mais fácil encontrar qualidade. Seríamos uma potência mundial se fôssemos também uma potência ética e moral. Transportando essa realidade para o contexto palestrino, imagino que seria muito mais compreensível e aceitável dar vexame contra a Ponte Preta se tivéssemos um time com Misso, Rovílson, Donizete Pantera, Claudecir, Ortigoza, Adriano Michael Jackson, Gioino, Florentín, Betinho, Mazinho “Black Messi” e outras feras, além de uma camisa sem patrocínio, salários atrasados e digamos um Paulo Bonamigo de treinador. Não foi esse o caso, faltou vontade, competência e sobrou arrogância e desdém. Com todo o respeito aos envolvidos nesse fiasco, insistir em não enxergar o óbvio e desviar o foco para arbitragens ou similares não nos dará título algum em 2017.

          • Alex 01/05/2017 | Responder

            O que eu quis dizer é, parafraseando Felipão, o técnico gambá tinha arroz e feijão e soube trabalhar com ele, já nosso estrategista tinha camarões, mas não sabe o que fazer com eles. Se aprender, ou trocarem o cozinheiro, pode ser que no final do ano estejamos comemorando mais de um título.

    • Pois é, parecia repetição de um certo jogo, disputado no mesmo local há exatas duas semanas, no qual um time dormiu sonhando com glórias (afinal, era treino mesmo) e quando acordou já estava com três no lombo. Partida ultra pífia a nossa. Esse papo de que “disputavam uma final de Copa do Mundo” é a desculpa mais desbotada da lavanderia, e como disse o Gustavo não cola.

      • Reynaldo Zanon 01/05/2017 | Responder

        Eduardo é super crítico com o Palmeiras, e super condescendente com os adversários. Realmente “dormimos” contra a Ponte Preta, mas a virada espetacular contra o Peñarol – admitida até pela imprensa, com toda a sua má vontade – não valeu nada para você.

        • Reynaldo, eu analiso os fatos e tiro minhas conclusões. Não sou adepto de pratos feitos, nem de histórias que chegam embaladas e prontas para consumo e adoração, e que de realidade trazem muito pouco. Balelas e falácias do tipo “#ateoapitofinal”, assim como bazófias do tipo “A Vila é nossa casa de praia”, comigo têm efeito zero. A virada “espetacular” (para usar seus termos) só aconteceu por conta da igualmente “espetacular” incompetência do treinador, que teve o mérito (que eu mesmo destaquei no post da partida, como você poderá constatar) de reconhecer seu erro a tempo. Maravilha, palmas para ele, ponto de exclamação, linha de baixo, parágrafo. Melhorou muito no meu conceito como profissional e como pessoa, principalmente em termos de postura, mas ainda continua longe do treinador de que precisamos. Se não tiver humildade de perceber o tamanho de sua gafe, ele está condenado a repeti-la numa situação em que o adversário talvez não seja tão fraco. No mais, se você realmente está convicto de que a Vila é nossa casa de veraneio, que seremos campeões de tudo com o Eduardo Baptista, que a Ponte Preta fez “o jogo da vida” contra o Palmeiras, que tivemos cinco pênaltis não marcados no jogo de volta no Allianz e que só por isso não fomos à final (na qual atropelaríamos os Gambás, certo?), que na quarta-feira passada tivemos uma virada espetacular e não uma (grande) reação que corrigiu uma atuação desastrosa e que o Palmeiras tem um time imbatível do qual todos os adversários devem ter medo, sorte a sua e seja feliz assim. Já passei desse nível de ilusão faz tempo, hoje sou apenas um torcedor que quer ver o time ganhar e ser campeão, acima de tudo jogando sempre bom futebol (resultado é produto do jogo), que jamais vai se conformar com mediocridade e que sempre vai criticar o que (pelo meu ponto de vista) estiver errado. Se não gosta do que escrevo, não é obrigado a ler, simples assim.

          • Reynaldo Zanon 01/05/2017 | Responder

            Você gosta de História? A Vila Belmiro é nossa casa de veraneio porque a História prova isso. Contra a Ponte Preta, ao menos dois pênaltis não foram dados, o que mudaria totalmente a história do jogo. E se estivéssemos na final, venceríamos sim o Corinthians, porque a História mostra que eles tremem contra nós. Você quer brigar com a História.

  6. Um time com técnico interino/tampão, sem patrocínio, com um ataque formado por Jô e Romero, vai a uma cidade e conquista o mesmo placar pelo qual perdeu outro time com patrocínio milionário, cheio de reforços e de soberba mas com técnico pífio que lá esteve há duas semanas. Provavelmente Corínthians e Ponte ficarão no meio da tabela do Brasileirão, isso se o time de Campinas não cair, mas que fique a lição: não prometa ganhar o mundo se nem na sua própria casa você consegue mandar…

    • Gustavo Aroni 30/04/2017 | Responder

      Acho que depois disso fica mais evidente o quanto o Palmeiras pode jogar mais futebol e não joga. O Corinthians com um time meia folha vai lá e enfia 3 na mesma Ponte que nos deu um baile, no mesmo Moisés Lucarelli. E isso porque pra nós era só treino pra Libertadores, né Alecsono? Quando se junta soberba (que inclui os fantasmas dos três pontos e os “aqui é Palmeiras”) com ausência de futebol, dá em eliminação precoce,ve rival que não tinha a mínima chance, ganhando título com uma semana de antecedência.

Leave Your Reply