Categorias
Notícias

Veja aqui a entrevista de Eduardo Baptista [atualizado]

Eduardo Baptista desabafa após o jogo principalmente sobre uma notícia de um determinado colunista bem conhecido pelo palmeirense.

E aí: mandou bem Eduardo Baptista?

62 respostas em “Veja aqui a entrevista de Eduardo Baptista [atualizado]”

O Atlético de Madrid caprichou no jogo de hoje contra o Real. Deu a famosa “palmeirada”. Jogou igual ao Palmeiras contra a Ponte Preta em Campinas.

Sonho com o dia em que um presidente de um time grande tenha saco roxo pra tirar o time da competição qdo for extremamente prejudicado por essas Máfias travestidas de Federações. A libertadores é obsecao? Mundial é sonho? Que se dane. Pra mim o Palmeiras é maior que tudo isso. Galliote deveria ameaçar tirar o Palmeiras da competição caso seja punido por algo que não tem a menor culpa. Mas….. Politicagem…Patrocinadores…. Dinheiro…Interesses pessoais…Jamais permitirão.

Vamos falar de Palmeiras. Rafael Veiga e Hyoran , afinal de contas , foram contratados para que ? Ficarem no banco de reservas ? Se não há espaço para eles porque contrataram ? O campeonato brasileiro logo terá inicio e ai ? Será que vai dar para ser campeão novamente ? E a nossa caminhada na libertadores e copa do Brasil ? Até onde chegaremos ?

O aproveitamento do elenco está diretamente ligado à competência do treinador. Mas tem muita gente sendo mal (ou sub) utilizada mesmo. Ouvi hoje que o Bahia quer levar o Alectreino. Demorou. Eles já contam com nossos ex-craques Allione e Régis, pelo jeito estão planejando o time pra disputar a Série B em 2018…

Renato, ano passado o Palmeiras trouxe uma “baciada” de jogadores e Cuca soube muito bem tirar o maior proveito deles. Podemos discutir a beleza do futebol apresentado, jamais a eficiência. Em minha opinião o time jogava muito bem dentro do que era proposto.
Mas Cuca já é um treinador renomado, com mercado garantido e salário polpudo. Tem condições de impor seu trabalho. Tanto é que muitos jogadores ficaram de cara fechada, mas tiveram que engolir pelos resultados apresentados.
EB é um Zé ninguém que nunca, jamais ganhou algo relevante ou apresentou algum trabalho decente como treinador em um grande clube.
Os melhores trabalhos dele foram armando retrancas em times pequenos e ganhando jogo em contra ataques. Quando teve chance no Flu, foi engolido pelo elenco.
O que ele deve pensar? Preciso me garantir. Então não usa suas peças adequadamente. O jogo em Campinas foi um exemplo clássico. Zé não precisava ser escalado, Felipe Melo poderia ter sido poupado. A mesma coisa

Nem me falem. Hoje tive de aturar em um grupo de face um monte desses iludidos, que clamam que a culpada é a Ponte, que deu p sangue contra nós, e entregou para os gambas. Ah, e ainda isentam o fraldão do desastre em campinas. Nem preciso dizer, que até de “gamba infiltrado” me chamaram, é mole?

Normal. Ser chamado de “Gambá infiltrado”, “Bambi infiltrado”, creditar todos os méritos de adversários ou todos os nossos fracassos exclusivamente às arbitragens ou à Imprensa (que tem, de fato, enorme má vontade com o Palmeiras, mas isso se combate com vitórias e títulos), reclamar de 35 pênaltis não marcados por jogo, esses são os expedientes corriqueiros dos iludidos e sem argumentos. É a turma do “Aqui é Palmeiras, p*rra!”, são os “Fantasmas dos três pontos”. Ser crítico e expor fatos é crime inafiançável para boa parte da nossa torcida, e aliás não deve ser diferente nas outras. Ter opinião própria é um fardo para poucos.

Contra o Palmeiras a Ponte Preta parecia alucinada de tanto que corria. Contra o Itaquerão, “dormiram” o jogo todo. Partida pífia. É sempre assim. Time de babacas.

Contra a Ponte Preta, em Campinas, os jogadores do Palmeiras “dormiram” o jogo todo. Partida pífia. No jogo de volta, chuveiraram bolas na área adversária como alucinados e o Aranha, que quando salta, deve beirar os 4m de altura, pegava tudo. Não tem desculpa.

Sem falar que para esses fantasmas (haja vista o repugnante “#ateoapitofinal”) qualquer disputa de bola em que um palmeirense caia é falta ou pênalti indiscutível. Sejamos justos, essa praga de simulação virou tema de preleção em todos os vestiários do Brasil, é o autêntico recurso da falta de recurso, mas parece que no Palmeiras, principalmente nos jogos em casa, é pior. Mais incrível ainda ler comentários do tipo “Se não fossem os 16 pênaltis clamorosos não marcados naquela partida, tudo seria diferente”. Não seria. Até porque a bola daquele pênalti cobrado pelo Borja contra o Peñarol deve estar até hoje tomando sol e chuva na cobertura do West Plaza. Mas que é a muleta ideal, disso não tenho dúvidas.

O técnico dos gambás pode ser interino, tampão etc., mas não é bobo, nem fraldão, nem arrogante. Na verdade, é mais técnico do que o EB. Estudou humildemente a Ponte, e botou o time meia-boca dele pra fazer o que a gente não fez. Jogou o arroz-com-feijão, marcando firme desde a saída de bola, e pronto: ficou fácil. Sirva de consolo que, por enquanto, eles ficam no sofá às quartas vendo a gente na TV kkkkk

Pois é, Fábio, humildade não faz mal a ninguém. Enquanto teve “Poupançudo da Caixa” do lado de cá dizendo que Paulista era treino pra Libertadores, do lado de lá os caneludos jogaram com seriedade, no limite de suas forças e condições técnicas e já são campeões. Dificilmente irão longe na Sul-Americana nem ganharão o Brasileiro, mas se a soberba continuar assim por aqui, é provável que até dezembro eles possam ter gritado “É Campeão!” pelo menos uma vez no ano, e nós não.

É muito mais fácil trabalhar com pouco do que com muito. A chance de errar é bem menor.
Agora, se quem tem muito trabalha bem, certamente fará mais do que quem tem menos.

Alex, frequentemente discuto com minha esposa sobre uma situação similar. Ela insiste que os problemas do Brasil estão atrelados ao tamanho do país, e que é muito mais fácil administrar uma Alemanha ou um Japão que são bem menores. Pra começar, Canadá e Estados Unidos (com todos os seus problemas, sejam sociais ou advindos de sua localização geográfica, como furacões e nevascas) são países enormes mas com desigualdades sociais muito menores e condições de vida bem melhores que o Brasil. Eu já penso que a maior quantidade de pessoas seria suficiente para resolver os grandes problemas que temos por aqui SE houvesse vontade e interesse, pois certamente no meio de tamanha quantidade é muito mais fácil encontrar qualidade. Seríamos uma potência mundial se fôssemos também uma potência ética e moral. Transportando essa realidade para o contexto palestrino, imagino que seria muito mais compreensível e aceitável dar vexame contra a Ponte Preta se tivéssemos um time com Misso, Rovílson, Donizete Pantera, Claudecir, Ortigoza, Adriano Michael Jackson, Gioino, Florentín, Betinho, Mazinho “Black Messi” e outras feras, além de uma camisa sem patrocínio, salários atrasados e digamos um Paulo Bonamigo de treinador. Não foi esse o caso, faltou vontade, competência e sobrou arrogância e desdém. Com todo o respeito aos envolvidos nesse fiasco, insistir em não enxergar o óbvio e desviar o foco para arbitragens ou similares não nos dará título algum em 2017.

O que eu quis dizer é, parafraseando Felipão, o técnico gambá tinha arroz e feijão e soube trabalhar com ele, já nosso estrategista tinha camarões, mas não sabe o que fazer com eles. Se aprender, ou trocarem o cozinheiro, pode ser que no final do ano estejamos comemorando mais de um título.

Pois é, parecia repetição de um certo jogo, disputado no mesmo local há exatas duas semanas, no qual um time dormiu sonhando com glórias (afinal, era treino mesmo) e quando acordou já estava com três no lombo. Partida ultra pífia a nossa. Esse papo de que “disputavam uma final de Copa do Mundo” é a desculpa mais desbotada da lavanderia, e como disse o Gustavo não cola.

Eduardo é super crítico com o Palmeiras, e super condescendente com os adversários. Realmente “dormimos” contra a Ponte Preta, mas a virada espetacular contra o Peñarol – admitida até pela imprensa, com toda a sua má vontade – não valeu nada para você.

Reynaldo, eu analiso os fatos e tiro minhas conclusões. Não sou adepto de pratos feitos, nem de histórias que chegam embaladas e prontas para consumo e adoração, e que de realidade trazem muito pouco. Balelas e falácias do tipo “#ateoapitofinal”, assim como bazófias do tipo “A Vila é nossa casa de praia”, comigo têm efeito zero. A virada “espetacular” (para usar seus termos) só aconteceu por conta da igualmente “espetacular” incompetência do treinador, que teve o mérito (que eu mesmo destaquei no post da partida, como você poderá constatar) de reconhecer seu erro a tempo. Maravilha, palmas para ele, ponto de exclamação, linha de baixo, parágrafo. Melhorou muito no meu conceito como profissional e como pessoa, principalmente em termos de postura, mas ainda continua longe do treinador de que precisamos. Se não tiver humildade de perceber o tamanho de sua gafe, ele está condenado a repeti-la numa situação em que o adversário talvez não seja tão fraco. No mais, se você realmente está convicto de que a Vila é nossa casa de veraneio, que seremos campeões de tudo com o Eduardo Baptista, que a Ponte Preta fez “o jogo da vida” contra o Palmeiras, que tivemos cinco pênaltis não marcados no jogo de volta no Allianz e que só por isso não fomos à final (na qual atropelaríamos os Gambás, certo?), que na quarta-feira passada tivemos uma virada espetacular e não uma (grande) reação que corrigiu uma atuação desastrosa e que o Palmeiras tem um time imbatível do qual todos os adversários devem ter medo, sorte a sua e seja feliz assim. Já passei desse nível de ilusão faz tempo, hoje sou apenas um torcedor que quer ver o time ganhar e ser campeão, acima de tudo jogando sempre bom futebol (resultado é produto do jogo), que jamais vai se conformar com mediocridade e que sempre vai criticar o que (pelo meu ponto de vista) estiver errado. Se não gosta do que escrevo, não é obrigado a ler, simples assim.

Você gosta de História? A Vila Belmiro é nossa casa de veraneio porque a História prova isso. Contra a Ponte Preta, ao menos dois pênaltis não foram dados, o que mudaria totalmente a história do jogo. E se estivéssemos na final, venceríamos sim o Corinthians, porque a História mostra que eles tremem contra nós. Você quer brigar com a História.

Um time com técnico interino/tampão, sem patrocínio, com um ataque formado por Jô e Romero, vai a uma cidade e conquista o mesmo placar pelo qual perdeu outro time com patrocínio milionário, cheio de reforços e de soberba mas com técnico pífio que lá esteve há duas semanas. Provavelmente Corínthians e Ponte ficarão no meio da tabela do Brasileirão, isso se o time de Campinas não cair, mas que fique a lição: não prometa ganhar o mundo se nem na sua própria casa você consegue mandar…

Acho que depois disso fica mais evidente o quanto o Palmeiras pode jogar mais futebol e não joga. O Corinthians com um time meia folha vai lá e enfia 3 na mesma Ponte que nos deu um baile, no mesmo Moisés Lucarelli. E isso porque pra nós era só treino pra Libertadores, né Alecsono? Quando se junta soberba (que inclui os fantasmas dos três pontos e os “aqui é Palmeiras”) com ausência de futebol, dá em eliminação precoce,ve rival que não tinha a mínima chance, ganhando título com uma semana de antecedência.

0x3. Já que falam tanto em “Final de Copa”, esse resultado me faz lembrar de uma em que o perdedor ficou choramingando aqui e ali, suspeitaram até de venda de resultado mas na verdade o que aconteceu mesmo foi um vareio de bola por parte de um time que queria muito ganhar sobre outro, cheio de soberba, que só ficou assistindo.

Premio para o péssimo juiz que errou contra o Palmeiras não marcando no minimo 3 penaltys . Apitar uma final de campeonato paulista .

Eu acho q naquele jogo ele foi muuuuuito orientado a não deixar ter polêmicas . Pelo estilo de arbitragem q ele aplicou principalmente parando o jogo constantemente com faltinhas deu pra notar isso. Os pênaltis ele marcaria só se fosse um tiro na cabeça de alguém já que toda arbitragem sabe que conta com a conivência da imprensa em não pressionar em caso de erro contra o Palmeiras. Pra mim foi exatamente isso, ele se fez de cego, a imprensa se faz de sonsa qdo se trata de Palmeiras e certamente deve ter sido parabenizado na federação e ganhado o presente de apitar a final. Mas não foi por isso que fomos eliminados .

Até quando vamos eleger fatores externos para encobrir nossa incompetência interna? E os pênaltis não dados em Campinas pró-Ponte? Lembrando mais uma vez (tanto pra lá como pra cá): PÊNALTI NÃO É GOL!

Gambás 2×0 em Campinas. Está assistindo ao jogo, Bap? Ou está conferindo o estoque de fraldas pra quarta-feira?

Pra mim duas coisas determinantes nessa final do paulista. Uma é a diferença de qdo um time grande leva a sério e é humilde pra respeitar o adversário e não brincar em serviço. Outra é o q acontece​ com todo time pequeno qdo chegam numa decisão: sentem a pressão e pipocam. Até a semi final são franco atiradores, mas depois de eliminar Santos e Palmeiras se viram na obrigação de ser campeões, aí não tem camisa e tradição pra sustentar isso.

Perfeito, Philipe. Esse papo de “É final de Copa pra eles” é rebatido com um simples argumento: deveria ser final de Copa para nós também, aí quando as vontades se equivalem prevalecerá sempre a técnica. Não adianta pedirmos força nos bastidores da Libertadores (fator importantíssimo, diga-se de passagem) se na hora de jogar tivermos time sem vontade (não, esse não é nosso caso) ou técnico fraco (sim, esse é nosso caso). Esse tipo de competição se ganha com uma junção equilibrada desses fatores: não ser atrapalhado (não significa “ser ajudado”) no apito, ter um time que junte técnica e raça (de preferência evitando os “sem-noções” que mesmo com a melhor boa vontade do mundo vão acabar te deixando na mão em algum momento importante) e técnico experiente (que use cuecas e não fraldas) que saiba quando deve ousar e quando precisa ir de feijão com arroz. Não é regra absoluta, pois mesmo com todos esses ingredientes o título não será garantia, mas dificilmente vai fugir disso.

É isso Eduardo. Acho q o sentimento de todo Palmeirense hj é igual. A sensação de que poderíamos e deveríamos estar nessa final e ter tudo pra levantar a primeira taça do ano é frustrante. Frustração causada pela soberba e incompetência da nossa comissão técnica.

Assim como atribuo aquela vergonhosa goleada para o Água Benta como um divisor de águas (sem trocadilhos…) para nosso título brasileiro ano passado, gostaria de acreditar que essa eliminação vergonhosa para a Ponte nos abriria as portas para todos os outros títulos em 2017, mas neste exato momento não acredito que levaremos qualquer um deles, pelo menos caso o barco continue a ser conduzido dessa maneira.

Difícil acreditar nisso , pq naquela oportunidade tínhamos um técnico. Hj temos um professor de educação física no lugar dele.

Esse time da Ponte Preta é realmente uma pu..ta contra os marginais. Impressionante. Só jogam bola , só dão a vida contra o Palmeiras.

Assistindo os gambás me voltou a tristeza pela eliminação vexatória no paulistinha, técnico amador e time displicente. Em poucos minutos os gambás já são campeões. Espero que vire, mas não acredito. Era ridiculamente fácil ganhar da ponte e demos o campeonato de bandeja aos rivais.

A Ponte Preta não consegue jogar. Se fosse contra nós , você já sabe , estaria 2×0 com 27 minutos de jogo.

O protótipo de Tite vai ensinando ao nosso estrategista e machão nas horas vagas como se joga contra a Ponte Preta em Campinas. Parece que quem passou meses trabalhando na Macaca foi o Carille e não o Bap. Parabéns a SPFC, Santos e principalmente Palmeiras por terem jogado esse título (muito menos importante, mas ainda assim um título) no colo dos itaquerenses.

Perfeito Eduardo , só acrescento um detalhe que deve ser colocado , esse time da Ponte Preta só joga contra nós. Isso é fato , contra o Palmeiras eles dão a vida e já contra os marginais não sei o que acontece que eles abrem as pernas.

O presidente Galiotte vai à Conmebol na terça-feira e faz muito bem. Tem de pressionar a Conmebol e mostrar que o Palmeiras é vítima e é um absurdo ser punido.

O Palmeiras que se prepare para recorrer à Fifa e à Corte Arbitral do Esporte. A arapuca foi armada no estádio e continua fora dele.
1. O representante da Conmebol defendeu o fechamento do acesso aos vestiários.
2. O relatório do juiz é absurdo, insinuando que o gesto do FM causou a reação dos uruguaios.
3. O relatório do representante é ainda pior, mente ao dizer que FM foi em direção ao banco do Penarol para fazer o gesto provocativo.
4. O Palmeiras foi denunciado sem qualquer fundamento para tanto.
Esta óbvia a armação para livrar os bandidos uruguaios e penalizar os brasileiros.

Temos problemas evidentes, como a falta de bons jogadores em algumas posições (por exemplo, LE) e a inexperiência/limitação do EB em certas circunstâncias. Porém, vejo determinação no técnico e nos jogadores para batalhar e buscar sempre o melhor (coisa que nem sempre existe, e no Palmeiras mesmo já tivemos vários exemplos…). Até naquela maldita meia hora do 1o. jogo da semifinal… credito o desastre mais à inexperiência do EB em “calçar” o time para suportar a pressão inicial. Com um pouco de malandragem e outros jogadores mais descansados, aquilo poderia ter sido facilmente evitado. O Palmeiras tem alcançado algumas vitórias bem expressivas este ano, que em outros tempos (nem tão remotos assim..) a gente jamais poderia esperar. Neste momento, prefiro apostar em que o EB vai amadurecer rápido no comando do Palmeiras do que cornetar. Ter desmascarado o Kfouri na frente dos seus coleguinhas corporativistas já é um grande avanço.

Eduardo Batista mandou muitíssimo bem !!!
Luiz Adhemar Jr também.

EB só nao foi melhor porque disse que admirava e era fã do Juca “Lei Pelé” “Sou jornalista sem ter feito jornalismo” Kfouri.
Ai mandou mal… nenhum futebolista sério pode admirar o Juca Kfouri.

Por um lado, foi bom o desabafo do Eduardo Baptista, por outro, mostra que ele está quase sucumbindo ao imenso peso de ser técnico do Palmeiras.

Também achei. E continuo acreditando (mesmo sem ter a exata solução sobre quem seria seu substituto) que ele não sobreviverá ao próximo fiasco. Mas vai fazendo escola: agora há pouco o “professor” (Pardal) Vágner Mancini quis improvisar esquema com três zagueiros na Chapecoense e levou de 3×0 do Nacional no Uruguai.

Foi o que eu pensei. Depois do desastre do primeiro tempo do Palmeiras com três zagueiros, eis que o Mancini, no dia seguinte, arma o time da mesma maneira – e, é claro, com o mesmo resultado desastroso. Depois, quando torcedores chamam um técnico desses de burro, eles reclamam.

Lamentável como estão colocando, praticamente por unanimidade, o Felipe Melo como responsável por um quase massacre. É mais ou menos como responsabilizar o inventor da pólvora pelas mortes provocadas por armas de fogo. Ou, num contexto mais atual no nosso país, responsabilizar os investigadores pela corrupção que assola o Brasil, como se os que denunciam e prendem é que fossem os bandidos e os que cometem atos ilícitos as vítimas. Por que será que só vemos canalhas como o Kfouri bancando os paladinos da justiça, da moral e da ética quando existem interesses pessoais envolvidos?

Pelo futebol que o Palmeiras tem apresentado, o Bap deveria ter sido demitido faz tempo. Mas, tem um atributo em que ele é amplamente superior ao Cuca: a sorte. O cara é largo demais, e simplesmente por isso, ele deve ficar. Assim como não acreditava que seríamos campeões brasileiros com o Cuca, e olha que não faltaram partidas meia-boca do Palmeiras, principalmente no 2º turno, mas a vitória quase sempre vinha (junto com os fantasmas dos três pontos). E assim está sendo nessa Libertadores, joga mal, joga pior ainda, mas ganha. E se tá ganhando, melhor que fique assim, o time não jogando nada, eu cornetando, mas no fim ganhando. O que quero é ganhar esse Mundial em 16/12, que acho que servirá tanto para ca.lar a boc.a dos rivais, como pro próprio palmeirense.

Sorte faz parte do futebol, mas não pode ser definida como atributo. Dá pra ser campeão de um torneio mata-mata na sorte, mas não apenas com ela. Uma hora qualquer a competência vai cobrar sua dose de participação no mérito da conquista. A “sorte” de ontem veio acompanhada por lampejos de competência do Bap, que no intervalo já estava na fila do desemprego e resolveu ousar (ou pelo menos voltar ao que havia treinado). Bem diferente da vitória na Vila Belmiro, por exemplo, quando fomos massacrados, o Prass salvou (quase) tudo e em dois lances fortuitos no final do jogo viramos o placar. E mesmo se perdesse ontem e ficasse no cargo, o treinador ainda teria duas chances para ratificar a classificação, algo impossível num mata-mata. Assim como o tal “#ateoapitofinal”, essa história de sorte me incomoda, pois é um fator que foge do nosso controle, hoje pode nos sorrir e amanhã nos dar um pontapé no traseiro, e não haverá muito do que reclamar.

Eu concordo quem o Batista não é o tecnico ideal, assim como concordo que não há um nome melhor que o dele por hora. Entretanto, depois da vitória de ontem e da campanha na libertadores e paulista (que foi boa, exceto 30 minutos contra a ponte), vou dar uma chance. Ja classificamos pras oitavas e ele tem 4 jogos pra mostrar que pode ser um bom tecnico.

Oito jogos. Dois pelas oitavas, dois pelas quartas, dois pelas semifinais e as duas finais. O Campeonato Paulista já mostrou que não adianta deixar pra jogar a sorte (ou pelo menos botar pressão) em casa se fizer um jogo pífio fora, exatamente como estava acontecendo (de novo) ontem.

Quis dizer que, como já estamos classificados, não vou critica-lo mais até o primeiro jogo das oitavas. E, discordando apenas em partes com voce, não acho que o que ajuda o EB a ganhar é a sorte… Acho que dependiamos mais da sorte com o M.O… com o EB é mais na vontade. Ganhar na vontade é legal, mas SÓ ter vontade é dificil também…

Tive acesso as conversar no vestiário durante o intervalo.
Jogadores:
“Professor, para de atrapalhar e deixa a gente ir lá e jogar, não inventa moda, fica só de olho lá e deixa que a gente resolve”
Eduardo(Filhote de Nelsinho):
“Pessoal, faz o seguinte, entra lá e joguem do jeito de vocês não vou mais falar nada pra não atrapalhar”
Resultado, viramos o jogo.
Não é porque o Eduardo filhote de Nelsinho deu aquele chilique depois do jogo que ele passou a ser um bom técnico, mais uma vez ele quase afundou o barco. O que ele fez no segundo tempo não foi dar um nó tático no adversário, foi apenas desfazer a cagada que tinha feito, colocou os jogadores pra jogar como eles sabem e os jogadores resolveram.
Se o Penarol não é um time ruim de dar dó tínhamos perdido.
Outra coisa, não é dando chilique que se ganha respeito, é com atitudes, não adianta gritar que é homem pra caralho, tem que provar.

E o principal: não adianta dar chilique no calor de uma vitória épica conquistada numa arena cheia de leões prontos pra nos devorarem para depois repetir um vexame como o de Campinas e ficar com cara de paisagem à beira do campo. O que fez o sr. Kfouri foi covardia de gente baixa, que ninguém merece (ainda mais o Bap que parece ser ótima pessoa), mas lugar de mostrar “sangue no zóio” de agora em diante é o gramado, com bom futebol e vitórias convincentes.

Achei meio exagerada essa reação. Quer dizer, se era mentira a história do Juca, não deve ter sido a primeira e nem será a última vez que ele irá passar por isso, então tem que ter mais serenidade.

Por outro lado, acho que o fiasco do primeiro tempo, somada à pressão que já existia e depois toda aquela confusão no final acabou levando ele ao limite. Deve ser foda aguentar esse peso nas costas.

Mas de qualquer forma, é como disseram aí embaixo: independente do quão bom ele seja, o cara é sério, honesto, íntegro, tá encarando essa chance no Palmeiras como a chance da vida. Se vai dar certo eu não sei, mas o futebol precisa de gente com essas qualidades (além da competência, obviamente).

Independente da vitória de ontem, continuo com a opinião de que EB não tem condições de comandar o Palmeiras, mas ele ganhou o meu respeito. Ontem ele foi macho, bateu na mesa e soltou o verbo contra essa maldita imprensa, e tudo mundo baixou a abeça para ele durante a entrevista. Talvez, eu disse talvez, se ele tivesse mostrado essa atitude antes hoje estaríamos discutindo qual time iríamos escalar no domingo contra os gambás……..

Assino embaixo. E torço muito para que ele cumpra o que prometeu: pergunta que não tenha a ver com o que acontece dentro dos gramados não será respondida, nunca mais. O Kfouri é um esgoto a céu aberto e suas “matérias” exalam um odor correspondente, mas o desabafo só aconteceu porque o “jenial” improvisador de esquema tático em jogo decisivo conseguiu corrigir sua enorme khda. Caso o Palmeiras tivesse sido goleado, como deu indícios de que seria ao final dos primeiros 45 minutos, talvez nem entrevista coletiva o Bap concederia, pois já estaria engrossando a fila de desempregados do país.

Mandou muito bem. A pressão que a imprensa impõe sobre um técnico de futebol vai além de ser irresponsável, pra mim chega a ser insana. Publicar matérias levianas sobre bastidores de um clube de futebol beira o mal caratismo. Ainda que sejam verdades que há brigas entre jogadores, técnicos e diretoria, isso não diz respeito a ninguém da crônica esportiva. Eles têm de se preocupar em analisar técnica e taticamente o trabalho de um time de futebol, pelo menos essa é minha visão. É muito fácil sentar a frente de um teclado de computador e disseminar a discórdia ou estar num estúdio confortável de TV e dizer que ouviu fulano dizer que ciclano disse que está acontecendo algo lá dentro. É preciso pensar que se trata de homens, de pais de família, de muitos caras honestos que podem e devem ser criticados por incompetência mas nunca por fofocas que ninguém tem ideia de onde surgiu. O Sr. Juca Kfouri foi muleque e apenas representou vários de seus colegas do meio, principalmente qdo se escondeu atrás do título de jornalista e quis se valer da constituição pra esconder suas fontes, como se isso lhe desse direito de dizer o q bem entende de quem quiser por ser “jornalista”. Ainda tenho muita coisa contra o treinador Eduardo Baptista, mas o Homem Eduardo Baptista sempre terá meu respeito tbm como Homem e como Palmeirense de coração.

Os comentários estão desativados.