Brasileiro 2017: treinadores!

O Campeonato Brasileiro 2017 encerrou a 25a rodada.
Vamos a algumas notas sobre treinadores.

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Rogério Micale foi demitido no Atlético MG depois de 9 rodadas e conquistar apenas 41% dos pontos disputados.
Seu antecessor – Roger Machado – tinha dirigido o Galo por 15 partidas e seu desempenho era de 44%.
Foi o 34o treinador que trabalhou nas 20 equipes (isso sem contar os interinos).

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Por falar em treinador, apenas 7 “professores” (!!!) começaram o campeonato no mesmo clube e continuam por lá:
– Fabio Carile – 72% de aproveitamento;
– Cuca e Renato Gaúcho – 57% de aproveitamento;
– Jair Ventura e Mano Menezes – 53% de aproveitamento;
– Abel Braga – 41%;
– Claudinei Oliveira (Avaí) – 40%.

Isso é que é resiliência.

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Treinadores que foram demitidos com mais de 40% de aproveitamento:

– Zé Ricardo (demitido do Flamengo, 19 partidas): ganhou 53% dos pontos disputados;
– Eduardo Baptista (demitido do Atlético PR, 10 partidas): ganhou 50% dos pontos disputados;
– Vagner Mancini (demitido da Chapecoense, 11 partidas): ganhou 42% dos pontos disputados;
– Pachequinho (demitido do Coritiba, 15 partidas): ganhou 42% dos pontos disputados;
– Milton Mendes (demitido do Vasco, 19 partidas): ganhou 42% dos pontos disputados;
– Rogério Micael (demitido nesse fim de semana do Galo, 9 partidas): 41%.

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Vagner Mancini parece o caso mais curioso: foi demitido da Chapecoense após 11 partidas quando tinha 42% dos pontos disputados. Está hoje no Vitória e venceu 63% dos pontos disputados.

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Já a Chape contratou Vinícius Eutropio que treinou o time por 12 partidas e ganhou 32% dos pontos disputados. Foi demitido há duas rodadas.

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Aliás, apenas dois treinadores com menos de 40% dos pontos continuam no cargo:
– Marcelo Oliveira, Coritiba, 9 jogos, 30%.
– Vanderlei Luxemburgo, Sport, 22 jogos, 39%.

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Outros treineiros:
Reinaldo Rueda chegou no Flamengo e no Brasileirão disputou 5 partidas e venceu 66% dos pontos que disputou.

Levir Culpi no Santos ganhou 61% dos pontos.
Seu antecessor, Dorival Jr, disputou 4 partidas no início do campeonato pelo Santos e ganhou 25% dos pontos. No SPFC está há 13 jogos e ganhou 44% dos pontos.

Marcelo Oliveira, no Coritiba, depois de 9 jogos, tem desempenho pior que o demitido Pachequinho (30%).

Fabiano Soares é outro destaque no CAP. 13 partidas e aproveitam49% dos pontos disputados.

E por último na tabela e no post, mas não menos importante, uma surpresa: João Paulo Sanches, do Atlético GO, ganhou 51,5% dos pontos disputados em 11 partidas pelo CAG. Está entre os 10 melhores treinadores por desempenho no Brasileiro.

***

Conclusão! Conclusão?
O 3VV deixa para sua qualificada audiência.

Saudações Alviverdes!

46 Comments Added

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  1. Felippe 29/09/2017 | Responder

    Vamos ser sinceros, o campeonato acabou, é manter o foco no G4 e pensar em 2018. Todo mundo sabe mas não quer dizer , temos que fazer uma limpeza, principalmente nos dinossauros . Hoje já é para saber quem vai ser o treinador ano que vem, se não sabe, continua sendo um clube que não é profissional. A lição foi dada em 2016 e agora em 2017, contratar jogadores de nível se seleção brasileira e promessas que se destacaram em times que não ficaram na zona de rebaixamento. Não me venham com revelações de Bahia, Chape, Atlético GO e etc……Se quer ser o maior do Brasil, prove contratando os melhores ……Ufa desabafei….força e vamos acreditar no impossível…..

  2. Reynaldo Zanon 29/09/2017 | Responder

    Amanhã não pode haver tropeço. O Palmeiras vai jogar com a arena lotada e o Santos vem muito desfalcado, inclusive de seu principal jogador – e segundo a imprensa em geral, nosso futuro contratado – Lucas Lima.

  3. Bianco 29/09/2017 | Responder

    Fim de semana chegando, mais uma rodada para o Palmeiras brigar pela vitória. Jogo em casa, torcida única, estádio lotado, time embalado. Temos tudo para assumir a vice-liderança isolada e nos aproximarmos mais do líder.
    E antes que os pessimistas voltem a vociferar ofensas ao time e menosprezem o esforço do Palmeiras na busca pelo Deca, torna-se necessário deixar claro que o mais importante neste momento é somar os 03 pontos.

  4. Leu 29/09/2017 | Responder

    Quando voltaremos a usar uma camisa decente? O verde tradicional com o escudo mais bonito do mundo?
    Chega de camisas medonhas.

    • Gustavo Aroni 29/09/2017 | Responder

      Concordo plenamente com você, mas achar feia qualquer modelo de camisa do Palmeiras já pode ser motivo para fanáticos de plantão espernearem e acharem que você está desmerecendo o clube, e daí por diante. Achar escudo ultrapassado então, f.udeu. Falar do P ou PI desrespeita a história gloriosa do clube, da estrela vermelha? Enfim, tô contigo: uniforme camisa verde, escudo mais lindo do mundo, e espero, com estrela dourada.

      • Reynaldo Zanon 29/09/2017 | Responder

        Eu também prefiro o nosso tradicional uniforme. Sou conservador quanto a isso.

  5. Boa noite….desculpe sair do assunto, mas tem alguém do clube aqui no site que pode me orientar sobre algumas coisas do futsal menores, sou de Botucatu e iremos até o clube nesse final de semana…..

  6. Gustavo Aroni 28/09/2017 | Responder

    Olha só! Cruzeiro campeão! Agora estamos falando de futebol, não de resultado.

  7. Alex 28/09/2017 | Responder

    Ancelotti demitido do Bayern. Coloca a porcentagem dele e o número de título. Sem resultado qualquer um cai.

  8. Thom 28/09/2017 | Responder

    Penso diferente.

    O que vejo é que o estilo de futebol dos times no Brasil estão mudando.

    É triste, mas nunca se é campeão sem algum mérito.

    Em qualquer esporte, ganha quem faz mais pontos.

    Só no futebol que temos essa sensação de “Ganhou jogando feio”.

    Não vejo em outro esporte.

    • A comparação é pouco cabível. Na grande maioria dos outros esportes, pelo menos nos coletivos já que nos individuais pesa muito mais a condição técnica do atleta, temos situações em que uma partida é decidida na casa da centena de pontos (no basquete temos placares passando de 100, no vôlei pelo menos três sets com uma das equipes fazendo 25 pontos, para ficar em dois exemplos), só se conta tempo com a bola em jogo, o ritmo é muito mais intenso e a habilidade com a bola nas mãos ou nos pés é exigida em outros parâmetros. Uma partida de futebol dura sempre 90 minutos independentemente do tempo de bola rolando, e embora os resultados sejam determinados pelo número de gols marcados por cada equipe a capacidade de conduzir e de tratar a bola pesa bastante. Nesse contexto, jogar bonito ou jogar feio faz muita, mas muita diferença.

      • Thom 29/09/2017 | Responder

        Huumm, nao sei. Não entendo porque esses fatores tornam justificável essa diferença entre o futebol e os outros esportes.

        Em todos os esportes, o desempenho importa. Quando a seleção de volei vai mal, isso é falado.

        Mas sempre o resultado se sobrepõe ao desempenho. E satisfaz.

        Apenas no futebol que o resultado não sobrepõe o desempenho.

        Não importa se o tempo é fixo ou termina quando alguém chega a determinado número de pontos. Ou se são centenas de pontos ou poucos pontos…

        O resultado é o mais importante. É o objetivo.

        No futebol, aparentemente, é melhor jogar muito bem e não ganhar na (Holanda é lembrada até hoje pelo que?) do que jogar mal mas ser campeão (Chelsea e Inter de Milão ganharam uma Champions assim).

        É algo que eu nunca vou entender.

        Quero que jogue bem. Que de show. Todo mundo quer.

        Mas quero ganhar, acima de tudo.

        Primeiro, ganha. Depois joga bonito.

        • Bianco 29/09/2017 | Responder

          Perfeito, Thom. Este é o pensamento.
          Primeiro, ganha. Depois joga bonito.

        • Gustavo Aroni 29/09/2017 | Responder

          Primeiro, vamos esclarecer uma coisa: jogar bem é diferente de jogar bonito. O time do C.uca, no 1º turno do ano passado, jogou bem, mas não jogou bonito. Do 2º turno aos dias atuais, com raríssimas exceções (Novorizontino no Paulistão desse ano, por exemplo), não joga bem, nem bonito.Ao fez de falar de Holanda, vamos falar de Palmeiras. Lembre de um time do Palmeiras campeão Brasileiro. Aposto que primeiro que vem é o do Evair, 93-94, ou talvez 73-74 para os mais velhos, duvido que a primeira lembrança é 2016. Por que será? Porque jogavam bom futebol, porque quando entravam em campo, a gente sabia que seriam melhores e dificilmente perderiam um jogo. Ninguém está pedido show, ninguém está pedindo pra jogar bonito, e sim que jogue bem, que tenha um padrão, que não leve sufoco de times ridículos em todos os jogos, que vença e convença. Não dá pra enganar sempre sem futebol.

          • Thom 29/09/2017 | Responder

            Não, não me vem a cabeça o time de 93-94. Vem a cabeça o time da libertadores.

            Que, como sabemos, não jogou bonito.

            O Palmeiras jogou BEM o campeonato todo do ano passado. Jogou bonito só no começo.

            Tanto jogou BEM, que foi campeão com a segunda melhor campanha da história. E sem sofrer. Ganhamos de pouco, mas quase sempre sem sustos.

            Jogamos feio, mas bem.

            Contra o Fluminense, jogamos bem. Em nenhum momento do jogo corrermos o risco de sair com a derrota. Fomos superiores e vencemos fora de casa.

            Jogamos bonito? Não. Jogamos bem? Evidente que sim.

            Ganhamos sem que o adversário tenha tido muito mais chances que nós de gol. Sem o adversário reclamar de arbitro. Sem sofrer 99 ataques e achar um gol depois (como foi contra o Rosário Central aqui em 2016).

            O Fluminense foi só um exemplo. Jogamos bem, não jogamos bonito, e vencemos. Mas criticamos, mesmo assim.

            Os times de 93-94, 73-74 jogavam bonito E bem.

            Pra ficar ainda mais claro, ganhamos uma Copa do Brasil ROUBANDO. Jogamos mal, e vencemos. – 2012

            Ganhamos outra copa do brasil 3 anos depois jogando BEM, mas sem jogar bonito.

            • Thom 29/09/2017 | Responder

              E eu não entendo como o “não da pra enganar sempre sem futebol”

              São 3 anos seguidos jogando mal e ficando entre os melhores do país. Logo, enganando.

              Seugndo essa lógica, da pra enganar sim, sem futebol. Pelo menos 3 anos…

            • Gustavo Aroni 29/09/2017 | Responder

              Olha Thom, não vamos nem nos alongar muito. É perca de tempo. Eu priorizo o futebol, e como consequência os três pontos. Você os três pontos, depois o futebol. Nunca entraremos num acordo. Melhor deixar pra lá.

              • Thom 29/09/2017 | Responder

                Acho que a diferença está mais em você achar que não estamos jogando bem, e eu achar que sim…

                Todo mundo prefere ser campeão jogando bem.

                Mas entre os dois, vou escolher sempre ser campeão.

                Uma pena quando temos que escolher um dos dois, só.

                • Gustavo Aroni 29/09/2017 | Responder

                  Eu gosto de vitórias e títulos como consequência de um bom futebol. Esse futebol que o Palmeiras apresenta desde o 2° turno do ano passado não me agrada, mas pode agradar a outras pessoas e eu respeito. Se o Palmeiras for bicampeão com esse futebol meia-boca, ficarei feliz pela conquista, mas trocaria facilmente se não ganhassemos esse Brasileirão e o bom futebol voltasse, e entrássemos na Libertadores com reais chances de título. Para mim, fora a Libertadores e o Mundial Fifa, o que mais interessa é o bom futebol. No dia Palmeiras ganhar esse Mundial Fifa, não vou torcer mais por resultado algum, apenas pelo bom futebol.

      • Thom 29/09/2017 | Responder

        Um bom exemplo disso, é que sempre criticamos aqui quando ganha jogando mal.

        Mas NUNCA elogiamos quando perde jogando bem.

        Porque, quando se trata do Palmeiras, só a equação “Jogar bem + Vitória” importa.

        Ai fica complicado entender se o que importa é resultado, ou jogar bem.

        Porque jogar bem não garante que vc vá ganhar. Até porque o Palmeiras esta na parte de cima da tabela jogando mal, e o SCCP é lider jogando mal.

  9. Rodrigo 28/09/2017 | Responder

    Cruzeiro campeão Copa Brasil 2017.
    Moral da história: ficamos com 3 laterais reservas deles como prêmio.

    • Zek 28/09/2017 | Responder

      O pior é que se tivéssemos com os laterais titulares deles, daria na mesma…Não tem lateral jogando bem no Brasil…Se deixarem Egidio de titular leva a bola de prata…

      • Já pensaram no dia em que as pessoas que comandam o Palmeiras trabalharem pra ter no time os melhores laterais, os melhores zagueiros, os melhores meias, os melhores atacantes e o melhor treinador para praticar o melhor futebol, independentemente do que se tem de referência no país? Não vai ter sala de troféus que dê conta. E no final das contas é isso mesmo o que leva a uma hegemonia, essas coisas como “melhor isso e líder naquilo”, embora importantes, são complementares e circunstanciais.

        • Thom 29/09/2017 | Responder

          Voce acredita mesmo que isso não é feito?

          Que eles, de propósito, contratam um jogador que eles acham ruins?

          Só de sacanagem?

          • Gustavo Aroni 29/09/2017 | Responder

            Não contratar os melhores de cada posição não significa que os contratados são ruins. Simplesmente, não são os melhores.

  10. Leu 28/09/2017 | Responder

    Nós conseguimos levar 03 do Cruzeiro em casa. Que incompetência!

  11. Só se for mérito pela conquista. Isso que eu vi não é futebol. Futebol é oque jogou o PSG hoje. Põe o
    Mano Menezes de treinador lá e ele colocaria o Neymar de volante..

    • Renato 28/09/2017 | Responder

      Não é duro não caro Sérgio. É mérito. Não esqueça que em 2015 nós vencemos nos pênaltis. Com outro treinador medonho – Marcelo Oliveira e jogando em casa.

      • Pois é, quando é pra gente, mesmo com futebol medonho (faça-se justiça, naquela segunda partida da final de 2015 jogamos bem) e técnico meia-boca vale tudo porque deu em taça. Quando é pros outros, mesmo com um jogo medonho como foi o de ontem e um treinador que por toda carreira foi absolutamente pragmático, perde o futebol. E nesse ritmo vamos nos conformando: por aqui é assim que se joga, é assim que se treina, é assim que se torce, é assim que funcionam as leis e que trabalham os políticos, pensar em mudar é heresia e colocar alguma ideia diferente e inovadora em prática é crime.

        • Gustavo Aroni 28/09/2017 | Responder

          Então, quando você contesta o futebol de uma conquita do Palmeiras, aí você está desmerecendo o título, é menos palmeirenses que os outros, o que importa é o título, enfim, todas aquelas ladainhas fanáticas. Basta outro time ganhar, pronto: o time é isso, o treinador é aquilo, o futebol é isso…

    • Renato 28/09/2017 | Responder

      Não é duro não caro Sérgio. É mérito ! Não esqueça que em 2015 jogando em casa e com outro treinador medonho (Marcelo Oliveira) nós ganhamos nos pênaltis.

  12. Zek 27/09/2017 | Responder

    Na minha visão treinador tem que estar afinado com o estilo de futebol que o time tradicionalmente joga, e assim deveria ser contratações dos jogadores, o Palmeiras sempre jogou com bola no chão, passes curtos e bom centroavante….quando mudamos o estilo do jogo apesar de ganhar…a torcida não fica satisfeita…parece sempre que tá faltando alguma coisa no time…acho que o técnico dos gambás…nunca mais vai conseguir o aproveitamento do primeiro turno em qualquer outro momento da carreira…

  13. Tem casos e casos e temos de ser prudentes pra avaliar. Tem muita gente que até hoje, qualquer cagada que o Cuca faz (e não estão sendo poucas), invoca o nome do Eduardo Batista. Obviamente, essas pessoas estão apenas com o orgulho ferido, pois geralmente os “otimistas” acham que o clube nunca erra, depositaram excessiva confiança em alguém sem gabarito algum, e não querem dar o braço a torcer, se recusam a ver que o cara não ia pra lugar algum, e ficam fazendo birra como crianças mimadas… O Cuca tá fraco nesse retorno, mas devido ao passado recente, não foi uma aposta “burra”, tirar o EB para colocar o Cuca. Claro que, desde então, se evidenciou que ele também não está muito longe do lugar comum dos técnicos brazukas, mas também evidenciado que temos um elenco equilibrado e conciso, como acreditávamos. 2018 ainda vai ser ano de voltar pra prancheta e começar tudo de novo. .

    • *mas também evidenciado que NÃO temos um elenco equilibrado e conciso, como acreditávamos.

      Só corrigindo. O site fica muito pesado no Chrome, celular Android. Dá impressão que algo do site vai se acumulando aos poucos na memória, e vai ficando super lento e pesado, e meus textos começam a travar, e comer palavras.

      • Independentemente dos problemas de Chrome e Android (às vezes é realmente difícil postar algo aqui pelo celular), seus comentários são invariavelmente coerentes e de extrema lucidez. Essa comparação aos defensores do Bap com crianças birrentas que não querem dar o braço a torcer foi perfeita. Eu fui a favor do retorno do Cuca acreditando que ele cumpriria a promessa, se não feita, pelo menos “deixada no ar” ao final de 2016 (assim que o time tirasse das costas o peso dos 22 anos sem títulos brasileiros o bom futebol voltaria a fluir normalmente), mas me decepcionei demais com seu desempenho, pois nesse retorno ele provou ser samba de uma nota só e treinador com prazo de validade, como aliás a grande maioria dos nossos “professores”. Compartilho de seu temor, pois do jeito que segue a procissão as chances de começar mais um ano do zero são grandes. E enquanto vivermos nessa correria atrás do rabo a cada novo verão, falar em protagonismo é mais utópico que esperar bom futebol.

  14. Bianco 26/09/2017 | Responder

    Não se pode avaliar o técnico isoladamente, como já mencionado ele faz parte de um conjunto de engrenagens da máquina chamada futebol. E dentro da realidade brasileira, entendo que Cuca esteja entre os mais capacitados. O Palmeiras já apostou antes em promessas e em renomados, mas o que sempre se mostrou ineficaz foi a constante troca de comando.
    Há que se dar tempo para desenvolver um trabalho, no Brasil é sempre um caça as bruxas e a corda sempre estoura no lado do técnico (aqui mesmo se lê constantes ataques pedindo a saida do Cuca, mas não a indicação de nomes).
    Não da pra comparar com Real Madrid, Barcelona, PSG… vejam só a diferença dos elencos destes clubes com os do Brasil. Mas o Palmeiras segue no caminho certo e cada vez mais consolida-se como o maior clube brasileiro.

  15. mario luiz 26/09/2017 | Responder

    Moral da história: treinador é apenas uma das varáveis da equação chamada futebol, além dela temos: elenco, comissão técnico, diretoria de futebol, infraestrutura, etc. Não se resolve uma equação analisando-se apenas uma das variáveis.

  16. Pra que o treinador possa fazer um bom trabalho é necessário que os clubes segurem por mais tempo os
    bons jogadores revelados em sua base.. Sem isso não há técnico que dê jeito. Treinar Real Madri, PSG
    é mole, ´r só saber lidar com o ego dos jogadores, o resto vem naturalmente..

    • Gustavo Aroni 26/09/2017 | Responder

      Sem dúvida. Ter bons jogadores no elenco é o principal. Sem isso, nem Guardiola.

  17. Gustavo Aroni 26/09/2017 | Responder

    Conclusão: no post inteiro, como é na vida real, ao se citar o nome do treinador, vem uma porcentagem junto (o aproveitamento). No futebol brasileiro, o que vale é esse aproveitamento, mesmo que seja fruto da ausência total de bom futebol, de ligações diretas da defesa ao ataque para o Deyverson dominar. Então, a partir da terceira derrota consecutiva, o que era Barcelona (sqn era) vira realidade. O técnico que só enganou, mas obtinha os resultados imediatos, muito mais por seus corporativistas concorrentes serem tão engandores quanto, que esparramam times cada vez mais mal treinados, ultrapassados, do que pela qualidade do futebol de seu próprio time. São demitidos porque merecem. Não querem evoluir, estudar, se aperfeiçoar, são teimosos, supersticiosos e panaleiros. Ganham muito para o que não fazem e não querem largar o osso, igual aos que estão em Brasília. Enquanto tiverem apenas esses enganadores como opção, prefire que o cargo fique vago até que apareça alguém que mereça ocupá-lo.

    • Reynaldo Zanon 26/09/2017 | Responder

      Um dos maiores enganadores acabou de ser contratado pelo Atlético Mineiro (Oswaldo de Oliveira). Só faz média com os clubes que o contratam, engana o quanto pode, até que, como sempre, os resultados pífios de seu trabalho resultem em sua demissão. É incrível como técnicos como ele ainda iludam tantos clubes. O Atlético Mineiro está se esforçando para ser rebaixado. Gasta uma fortuna com o seu elenco, e devido à incompetência colossal de sua diretoria, aumentou bastante a chance de cair para a segunda divisão ao contratar aquele técnico. A diretoria do SPFC também mostrou toda a sua incompetência ao contratar o Dorival Jr. – comentei isso na ocasião – e o resultado é o que vemos. Mas nesse segundo caso, isso me agrada bastante.

  18. Bruno Bandeira 26/09/2017 | Responder

    Na maioria dos casos (quase totalidade) não há definição estratégica de qual perfil de profissional e métodos de trabalho pretende-se ter no cargo de treinador. Acredito que o clube que está mais próximo de ter uma metodologia é o Atl-PR, que criou o cargo de gerente técnico, assim é possível ter uma avaliação técnica do trabalho do treinador. Não que o técnico tenha que ter cargo vitalicio, mas a maioria sucumbi a pressão de opiniões de pessoas externas ao ambiente do dia a dia.. por isso acredito ser importante o cargo do gerente técnico

  19. A conclusão mais evidente é que os técnicos brazucas a cada ano que passa ganham mais e mais em salários e multas rescisórias e se tornam mais e mais obsoletos e ultrapassados, ao passo que a maioria esmagadora de clubes e dirigentes continua se apegando a resultados e estatísticas. Propostas inovadoras de trabalho, qualidade do espetáculo? O que é isso? O Real Madrid, clube mais vencedor do planeta (e nada nesta vida é por acaso), já demitiu treinador que havia acabado de ser campeão por não concordar com a forma do time atuar, algo não condizente com suas tradições. Sim, aqui pra baixo da linha do Equador isso é absoluta utopia, mas se algum dia deixar de ser poderemos quem sabe diminuir a distância para os times europeus (muitos dos quais também assíduos degoladores de “professores”, é bom salientar) e voltar a disputar Mundiais com mínimas chances de vitória.

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