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Brasileiro 2017 Resenha dos Jogos

Pós Jogo Palmeiras 2×0 Ponte Preta: estamos no bolo

O Palmeiras venceu a Ponte Preta por 2×0 nesta noite de quinta-feira e diminuiu a vantagem para 9 pontos frente ao líder do Campeonato. Está agora na 3a posição, mas embolado junto com Grêmio e Santos, todos com 50 pontos.

Se o time não jogou uma grande partida, já mostrou evolução desde a saída de Cuca. Valentim entrou pela segunda vez que dirige o time com a mesma formação. Prass, Mayke, Dracena, Juninho e Egidio; Bruno Henrique e Tchê Tchê; Moisés; Keno, Dudu e Willian.

As jogadas pelas pontas eram as mais perigosas. Mas ao mesmo tempo Mayke e Egidio deixavam avenidas nas costas. Apesar do domínio territorial a Ponte de Eduardo Baptista levava algum perigo nos contra-ataques. Mas num lateral batido rapidamente Willian chutou, Aranha defendeu e Keno se livrou do zagueiro e marcou.

Willian saiu contundido na coxa e Borja entrou no fim do 1o tempo. E logo no começo da 2a etapa Keno deixou o colombiano livre pra marcar. Mas Borja chutou mal e a bola foi para fora.
Mas aos 27 minutos o colombiano desencantou. Prass mandou a bola pra frente, Keno desviou de cabeça e Borja apareceu na cara de Aranha. Chapelou o goleiro e de cabeça empurrou a bola que caprichosamente bateu na trave antes de entrar. Era o fim do jejum de quase 4 meses sem gol.

Teve tempo ainda para uma linda jogada de Dudu que tocou para Borja. O colombiano driblou e serviu Keno que não conseguiu finalizar.

Fim de jogo, e a vitória manteve o time lá na briga. Todos os três – Verdão, Santos e Grêmio – podem chegar lá.
As próximas três rodadas serão decisivas. Pro bem ou pro mal.

Saudações Alviverdes!

56 respostas em “Pós Jogo Palmeiras 2×0 Ponte Preta: estamos no bolo”

O estagiàrio tàvatrasado…mas hoje vamos ganhar do Gremio 2×0…e aí não interessa se fou bonito ou melhor futebol…hoje è ganhar e pronto…

Alguns colegas sugerem treinadores como Roger e Jair do Rio. Esse caras são ruins e não dariam certo aqui no Palmeiras. Se, sair o Valentim, temos que trazer o Fernando Diniz cuja técnica foi copiada pelo Tite e pelo Carola e além do que o Fernando é uma palmeirense verde.

Se não fosse o Keno e o William , o time tava no z 4. Cuca, Roger tatuagens e Ousadura estragaram o ambiente e o ano palmeirense.
Valentim é prioridade.
Fernando Diniz seria excelente.
Essa diretoria amadora não conhece futebol, vão acabar trazendo Felipão .

Fernando Diniz (sem analisar currículo, apenas trabalho) foi vice-campeão paulista com o Audax, depois só não caiu pra Série C no mesmo ano com o Oeste graças à incompetência do Náutico, mas não escapou da queda este ano com o mesmo Audax, ambos trabalhos pífios. Tenta aplicar a filosofia do bom futebol (que tanto pedimos) quase sempre contando com jogadores limitados, talvez com melhor material na mão pudesse ter êxito, entretanto tem um temperamento explosivo e não condizente com as políticas que imperam nos clubes grandes, por isso tenho certeza absoluta de que não duraria dois meses no Palmeiras e comprometeria qualquer planejamento. Sobre Roger, Jair e Valentim, para mim todos se equivalem (também sem analisar currículo, apenas trabalho), nesse momento a enorme vantagem deste último é a de já trabalhar há quatro anos no clube e conhecer como as coisas funcionam por lá. Ou se aposta no velho, e a única opção razoável é Abel Braga, ou se aposta no absolutamente novo, e nesse caso não há nome melhor que o Valentim.

Continuo com o pensamento: o problema, pro título, não é secar o Corinthians: essa espiral descendente que eles entraram, vai até o fim do campeonato.

O problema, pra tanto nós, quanto Santos e Grêmio, tirarmos o doce da boca deles, é esses três times jogarem o mínimo de futebol. Pois eles vão perder mais de 9 pontos nas 9 partidas restantes. Mas dos 27 pontos restantes, algum desses 3 vai conseguir fazer 19, que é o mínimo para tirar o título gamba (caso eles realmente desperdicem 9 pontos até o fim do campeonato)?

O Palmeiras tem mostrado leve evolução com o Valentim, mas nos jogos mais encardidos, não sei não… CAG e Ponte são raspa do tacho, candidatos a rebaixamento, logo, demonstram incapacidade em lances que um gamba, Grêmio, teriam marcado gols na gente sem dó.

Pois é, mas o pessoal acha que, a exemplo das nossas últimas duas conquistas, vamos alcançar o topo mais uma vez sem precisar jogar bola. Dá pra enganar muita gente durante algum tempo ou algumas pessoas por muito tempo, mas é impossível enganar todo mundo o tempo todo. A conta do mau futebol chegou e está aí, mais um campeonato desperdiçado por falta de qualidade. Mas mesmo que não ganhar título e a despeito dos adversários fracos que pegou até agora, o Valentim está com a faca e o queijo na mão. Ou alavanca de vez sua carreira ou se torna pra sempre um Jorginho ou um Zago da vida, e ele já deu mostras de ser infinitamente melhor que esses dois. Vamos lembrar (sem comparar, por favor) que antes de ser o melhor treinador brasileiro o Luxemburgo teve dez anos de carreira obscura com um único bom trabalho (Bragantino) entre 1983 e 1993.

E dissemos à exaustão que a conta do “não ao futebol, sim aos três pontos de qualquer jeito” chegaria mais cedo ou mais tarde. Ainda bem que chegou com 11 ridadas para o fim do campeonato. Só não podemos cair no conto do velho cascudo ultrapassado milionário de novo.

O Corinthians não está precisando nem somar pontos mais, nem da ajuda da arbitragem (ainda). Precisaríamos ter jogado futebol. Eles iriam se cagar por natureza. Talvez até dê ainda esse ano para chegar no topo, mas se priorizarmos o bom futebol, bem jogado, e trazendo mais qualidade para o elenco, 2018 será muito melhor.

Concordo com tudo, mas já que peidamos na farofa mesmo, que pelo menos esse título saia das mãos gambás, nem que tenha que ir para o Grêmio ou para o Santos. Seria muito engraçado ver eles terem nosso 2009. Temos chances ainda, e se eu não disser que no fundo, lá no fundo, eu acredito, estaria mentindo. Mas sei como o time é frágil, na primeira engrossada, adversário forte, a gente empata por besteira, ou até perde, em rodadas que o gambá provávelmente vai empatar ou ganhar, com ou sem empurrãozinho da árbitragem (dá pra saber se a CBF e RGT estão movendo os pauzinhos, se cair o Heber Roberto Lopes em algum jogo importante deles).

De uma coisa eu sei. Aliás, de duas. Fiquem tranquilos que o Felipão não voltará pro Brasil (teimoso ele é, burro não). E se algum time vai tirar esse título das patas gambás, não será Santos nem Grêmio.

Completando o post anterior. Vai ganhar muito mais do que vale. Sempre fui favorável a efetivação do Valentim. Agora o Mattos e o Galiotti acharem que o Mano daria tão certo no Palmeiras que estavam oferecendo um salário absurdo beira a insanidade. Treinador retranqueiro, tenho certeza que não daria certo. Mesmo nível do capataz caduco 7 x 1. Acredito no Valentim! Sempre!

Parece que renovou por 650/mês. Que absurdo! E queríamos pagar mais que isso. Nos livramos dessa.

Acho que o Palmeiras vai ficar entre Valentim, Jair Ventura e Roger Machado, três novatos com propostas próprias de jogo, que com níveis diferentes de cobrança renderam mais ou menos em momentos distintos. Nenhum deles terá estofo para resistir a três semanas sem vitórias, mas não tenho dúvidas de que o Valentim leva vantagem pelo tempo que está no clube, pelo que já demonstrou conhecer de futebol e pela serenidade e lucidez nas declarações.

E o Mano ein? Assinou um baita contrato com o Cruzeiro graças ao Palmeiras. Ainda bem. Treinador meia boca, supervalorizado, vai muito mais do qaiutoiri

Depois que esse cara largou um time que foi campeão nas mãos do Jayme de Almeida quase sem alterações, deixou claro de vez que conhece mais de marketing que de futebol. Mais uma vez: obrigado, Muralha!

A diferença do campeonato de 2016 para o de 2017, para o Palmeiras, foi justamente ter ganhado de todos os “candidatos a rebaixamento” no ano passado.

Se tivéssemos feito isso esse ano, também seriamos lideres.

Talvez até com mais folga que ano passado.

Mesmo assim, só da saída do Cuca ter acontecido, já me anima um pouco mais pro ano que vem.

O campeonato ainda não está perdido. Nas próximas 3 rodadas o SCCP vai enfrentar o Botafogo fora (acredito em derrota), Ponte Preta desesperada em Campinas (no máximo empata) e o Palmeiras no Itaquerão (o Palmeiras vai ganhar!). Nós enfrentaremos o Grêmio fora – gaúchos com time misto -, o Cruzeiro em casa e, depois, o SCCP no nosso salão de festas. Após essas três rodadas, se já não os tivermos alcançado, estaremos muito perto deles. Podem acreditar.

Agora, com o Valentim, acredito 0,79% que podemos ser campeões. Com o ex era 90% de não ficarmos nem no G9.

Sei que vão querer o meu fígado marinado por não entenderem o sentido do que vou escrever, mas mesmo sabendo que a possibilidade é ínfima troco (mais) um título jogando futebolzinho meia-boca por uma reformulação decente que nos garanta bom futebol por pelo menos 75% da próxima temporada. A torcida se acostumou a títulos na base do SanGennaroBol e acha que eles precisam vir sempre assim. Um ano sem taças, por todos os erros que foram cometidos em 2017, é absolutamente justo, e não é o fim do mundo. Falta de padrão tático, de evolução e de qualidade no que se mostra em campo para mim são coisas muito mais graves e com consequências piores, mas que os títulos costumam enterrar vários palmos sob a terra.

Concordo 98% com você. Prefiro que não ganhe e que use esse final de ano pra montar um 2018 decente.

Ai o Paulistão passa a ser um teste… desafio, e não o momento de fazer experiencias.

Mas 2% adoraria ganhar esse título nas ultimas rodadas e deixar o SCCP se afogar na própria confiança. hahaha

Claro que se chegarmos ao título eu vou adorar, mas deixar os mulambos borrando as fraldas nas últimas rodadas não tem preço.

Essa “reformulação decente” não será garantia de títulos, porque no futebol nunca há cem por cento de garantia de nada, por isso, se der para ganhar o título em 2017, tem que ganhar, até porque será um título histórico devido ao “já ganhou” do SCCP.

Mas poderá ser garantia de futebol melhor com qualidade durante um longo tempo, com títulos vindo em consequência disso e não da trave, da casquinha, da calça roxa ou da medalhinha. Precisamos parar de sermos imediatistas e “resultadistas” (eu inclusive) e pensar mais no futuro. É isso que vai nos garantir a tão propalada e decantada “hegemonia” – ou não. Ganhamos um título na bacia das almas em dezembro de 2015, em março do ano seguinte o trabalho (fraco) já não existia mais. Ganhamos outro título em novembro de 2016 com futebol decaindo jogo a jogo, em fevereiro do ano seguinte o time não tinha mais identidade. “Reformulação decente” com planejamento e objetivos bem definidos por profissionais competentes unidos pelo bem do Palmeiras não garante títulos, porém títulos conquistados na sorte ou com a ajuda da incompetência alheia podem ser, ao longo do tempo, meros pontos fora da curva. É verdade que no futebol – como na vida (exceção feita à morte, que é certa…), nada é 100% certo, por isso prefiro correr o risco de ter qualidade a continuar apenas ouvindo baboseiras do tipo “mini metas” para maquiar trabalhos pífios.

Evidentemente eu não sou contra uma reformulação decente, mas se der para ganhar o campeonato esse ano e, ao mesmo tempo, já ir reformulando o elenco, por que não? Até porque, o que é uma “reformulação decente?”. Isso é muito subjetivo. Se nós dois fôssemos incumbidos de fazer essa reformulação decente, com certeza discordaríamos em vários pontos. É mais complicado do que se imagina.

Se ele vinha pra cá ganhando 800 picanhas/mês (se é que era verdade), imagina os tubos que o Cruzeiro desembolsou para manter o Mano, e cobrir o que o Palmeiras iria pagar. Só falta o Coelho ganhar o Mineirão 2018.

Vão gastar uns 900 filés por mês pra demiti-lo após a eliminação na Libertadores, se bobear na fase de grupos. Se bem que por aqui ele não sobreviveria ao primeiro empate com o Red Bull.

Sem falar que é um treinador absolutamente mediano, que ganhou um título nos últimos oito anos graças à inigualável destreza do Muralha em pegar pênaltis. Se o Diego Alves pudesse ser inscrito na Copa do Brasil, a essa hora o Mano estaria desempregado. Ou talvez até já estaria contratado pelo Mattos. Pensando melhor, OBRIGADO Muralha!

Começo a ter ótimas perspectivas para 2018. Borja fazendo gol, o time jogando o mínimo possível e tolerável de futebol dentro do nível tupiniquim e, principalmente, Mano Menezes renovando com o Cruzeiro. Agora só falta darem um contrato de dois anos para o Valentim assinar. Não vou dizer “entreguem as taças”, até porque sei que ele não vai resistir a três derrotas seguidas, mas dá pra imaginar que essa equipe vai entregar futebol na próxima temporada.

Esse é o momento do campeonato onde os times já começam a se lamentar dos pontos perdidos de bom bobeira. No nosso caso lembro do jogo contra os bambis onde no mínimo poderíamos empatar Morumbi. Tem tbm o jogo contra os gambás no Alianz onde poderia tbm ter empatado pelo menos. O jogo contra o galo em q o Gueiverson bateu aquele pênalti bisonhamente e perdemos 2 pontos. O jogo contra a chapecoense que era obrigação os 3 pontos, contra o Vasco onde o empate sofremos no último lance e contra o Bahia a mesma coisa. Somando tudo isso são 11 pontos perdidos que hj nos dariam a liderança do campeonato. É claro que todos os times tem seus pontos a lamentar mas como sou Palmeirense, olho pro meu. Esse ano tava fácil ser bi campeão, mas o Palmeiras é mestre em desperdiçar campeonatos fáceis.

Todos (ou quase todos) esses jogos que você citou são clássicos, até dá pra perdoar e entender derrotas ou empates nessas partidas, sem entrar no contexto de cada uma. O que não dá pra aceitar é perder 6 pontos pra Chapecoense, 3 para o Coritiba e Atlético PR e 2 para o Bahia, que só estão no campeonato passeando e rezando pra não cair. Só essas vitórias nos dariam hoje 5 pontos de vantagem, mesmo sem vencer o Galo e perdendo quatro clássicos estaduais.

Perder seis pontos pra Chapecoense que formou um time na emergência, por motivos que todos sabemos, foi o absurdo dos absurdos.

também sem entrar no contexto, vamos lembrar os penaltys perdidos contra os bambis (jean) e contra o Galo. (wilian)

Sim, Marcílio, neste ano excepcionalmente tínhamos condições de fazer doze pontos contra SPFC e Galo, até com alguma tranquilidade se houvesse um mínimo de futebol, mas somamos apenas cinco. Em 2016, no entanto, contra esses mesmos times em melhores condições somamos quatro. Como bem escreveu o Thom, o fiel da balança do título foi o desempenho fantástico contra os “rebaixáveis”, quando isso não acontece um time só ganha o campeonato se vencer jogos grandes, de preferência muitos.

É. Esse campeonato é de um nível tão rasteiro, com times tão mal treinados, que o Corinthians não está precisando nem mais ganhar pra manter a ponta.

Verdade, esse campeonato eu considero muito mais jogado no lixo do que o de 2009. Afinal, o Flamengo
tinha um bom elenco.

Bom jogo, se por um lado não jogamos o “fino da bola”, por outro tivemos consistência tática e mantivemos a pegada do começo ao fim. Como destaques negativos tivemos Mike e Egídio que simplesmente não marcam e como destaque positivo o gol do Borja, que seja o primeiro de muitos.

Depois de mais um vexame no paulista, finalmente tivemos a decência de fazer contra a Ponte Preta o que deveria acontecer todo brasileirão: seis pontos.

Verdade. O que mata essa campanha é não ter conseguido o mesmo contra Coritiba e Chapecoense, por exemplo. Não ter vencido esse Galo de hoje e passar quatro clássicos sem marcar um mísero gol também foi de doer, mas mesmo assim se tivéssemos cumprido a missão de ganhar das rabeiras estaríamos pau a pau na liderança de um campeonato cujo nível técnico é pífio.

O pessoal fala muito de campeonatos perdidos, por exemplo 2009, mas esse de 2017 era um dos mais fáceis da história pra gente ganhar. Mesmo depois de todas as cagadas do início, vitórias em casa contra chape, atl/PR e Bahia, talvez santos, e a taça estaria candidamente sentada em nosso colo.

Perdemos um tempo precioso entre a eliminação da Libertadores e o jogo contra o Bahia.

E o santos entregou a taça de novo. Assim como fizemos, gremio , galo e cheirinho.

O time evoluiu mas só vou elogiar quando bater num grande.

Quarta feira o Grêmio joga em Guayaquil, será que teremos um mistão do Renato pela frente? Pode ser a chance de bater num adversário direto domingo, e quem sabe o botafogo bota fogo no campeonato…

Assisti só ao 2º tempo, mas é muito diferente o Palmeiras do Valentim e do que se foi. O Palmeiras joga, tabela, finaliza. Pena não termos jogadores com mais qualidade em quase todas as posições, mas para mim é muito melhor. Não tenho dúvida de que se o Valentim tivesse assumido antes, estaríamos brigando com o Corinthians.

Verdade, o Egídio é daquele jogador que erra até tiro de meta, Mayke e Juninho são fraquinhos, Moisés está bem abaixo do ano passado, mas a gente percebe, a exemplo do que acontece com o líder, que um time com serias limitações técnicas bem organizado e treinado com trabalho sério consegue render. A briga com o SCCP vai depender de chegarmos ao Derby com no máximo seis pontos de diferença, mas hoje isso é meramente uma hipótese remotíssima.

Mayke ta jogando bem, até…

Ele é um daqueles caras que não são excelentes, mas se o time jogar certinho, ele rende.

Por isso o Egídio foi eleito o melhor lateral dois anos seguidos, por exemplo.

Com certeza, fazia tempo que eu não assistia com gosto um jogo do Palmeiras. Ainda falta acertar o sistema defensivo, mas a dinâmica de jogo já é completamente diferente daquele bumba meu boi do Cuca.

Os bicões estão voltando aos poucos, o Prass tá parecendo o Homem Aranha com essa roupa azul, chuteiras e luvas vermelhas e o pessoal do Premiere tá dando mais destaque pra reposição rápida do gandula que pro gol de mão do Jô.

Existe comentàrios pior que do gambà Willian..Deveriam colocar no jogo dos gambàs…Abrimos a porteira agora com calma dà pra matar o jogo….

Espero uma vitória, mas esse time se especializou em decepcionar a torcida em 2017, por isso confio desconfiando.

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