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    <title>3VV</title>
    <link>www.terceiraviaverdao.com.br</link>
    <description>Terceira Via Verdao</description>
    <language>pt-BR</language>
    <webMaster>webmaster@terceiraviaverdao.com.br</webMaster>
    <item>
      <title>Corneta do Cunio - Irmãos de coração. E de tristeza</title>
      <pubDate>17/5/2010 00:00:00</pubDate>
      <description>POR ALBERTO CUNIO&amp;nbsp; 



Dopados alviverdes, voltemos nossos olhos para dentro de campo e a
realidade que nos é apresentada. De nada adianta gastar palavras sobre esta
diretoria incompetente, fraca, sem comando e alienada. Muito menos tecer algum
comentário sobre o “bonecão de posto” sentado no segundo andar do Palestra.
Deixemos essa cambada para lá e vamos falar de futebol. 



O Palmeiras jogou neste domingo contra um time horroroso.O Vasco jogou neste domingo contra um time horroroso.



O jogo? Uma verdadeira vídeo-cassetada. Show de horrores. Digno de dois
postulantes a não chegar em lugar algum neste campeonato. Pior: candidatíssimos
a matar do coração seus torcedores até a última rodada, quando ainda podem
estar perto da degola. Milton Leite e o palmeirense Noriega no Sportv nem
sabiam mais como qualificar a pelada. Não sobrou ninguém. Mesmo fazendo boas
defesas, nem Marcão escapou de fazer uma patacoada com CX-10. Para se ter
ideia, Edinho foi o melhor em campo. Isso mesmo. Edinho!





É por aí meus amigos. O time que muitos gostam lá das terras guanabaras e
contra quem protagonizamos o bumba-meu-boi desta rodada é nosso clone carioca.
Impressionante ver como podemos ter um papel carbono em termos de clube aqui no
Brasil. Que saudades da final do Brasileiro de 1997, quando assisti aos dois
jogos da decisão, no Panetone e no Maracanã, com as duas torcidas irmanamente
dividindo os estádios, com os dois times no TOPO do futebol brasileiro. Os
tempos atuais, porém, são muito mais sinistros. 

Desde 2000, ganharam apenas um regional. Neste período, ambos
colecionaram uma medonha Série B. E continuam dentro de suas pífias campanhas a
cultuar apenas a história que os aproxima ainda mais: 4 títulos brasileiros, 1
Libertadores, 1 derrota em Tóquio. E isso porque os dois estão entre as cinco
maiores torcidas do Brasil. 



Não é consolo nenhum encontrar um coirmão que esteja passando pelos
mesmos apuros. Contudo, podemos ver que não somos exclusivos quando o assunto
“política” se sobrepõe ao amor clubístico, destruindo-o lenta e cruelmente.



Diante do espetáculo macabro deste domingo, minha CORNETA foi acometida
de um engasgo. Alguma coisa entrou dentro dela e eu não consegui soprá-la.
Ainda acho que o foi o uísque com tranquilizantes que eu tomei pela boca dela.
Porque só dopado estou conseguindo suportar isso tudo. 

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      <link>http://www.terceiraviaverdao.com.br/3vv/InformativoLista.aspx?p0=18&amp;p1=4032</link>
      <author>BLOG 3VV</author>
      <category>CORNETADAS DO CUNIO</category>
    </item>
    <item>
      <title>Corneta do Cunio - Palmeiras Ltda</title>
      <pubDate>10/5/2010 00:00:00</pubDate>
      <description>POR ALBERTO CUNIO&amp;nbsp;&amp;nbsp; 

Vendidos alviverdes, há mais ou menos um mês escrevi nesta coluna que o Palmeiras precisava de uma faxina geral e solicitei a colaboração de nossos leitores para que sugerissem o que deveria receber água, sabão e creolina. Pois bem, bons foram os comentários, mas hoje vou radicalizar. E sempre precisamos de uma gota d’água para derramar o copo da paciência, que na realidade já transbordou há tempos. 

Acompanhem meu raciocínio. Para aqueles que são mais novos, entre os quais eu não me incluo, vamos contar um pouco o que era o Palmeiras até 1976, ano do último título antes de nosso doloroso “tabu” de 16  temporadas sem ganhar título expressivo (só ganhamos o Euroamerica de 1991. Tínhamos um clube respeitado no mundo inteiro e no elenco jogadores que honravam a camisa alviverde. Jogavam realmente com amor e romantismo.  Luis Chevrolet Pereira (o maior zagueiro de todos) e Leivinha (meu primeiro ídolo) jogaram até 1975, quando se transferiram para a Espanha (Luis Pereira voltou posteriormente em 81); Dudu (tio de Dorival Jr.) era treinador em 76. Passaram ainda Cesar (marrento que nem o Gladiador), Nei (ponta esquerda driblador, cansou de dar olé em Zé Maria) e o Divino... bem, este dispensa palavras. Terminamos os anos 70 ainda disputando uma final de brasileiro e montando um time muito competitivo em 79 com Telê Santana, que infelizmente não levou os títulos Paulista e Brasileiro.

Entramos os sombrios anos 80, quando a lambança começou: times medíocres, Taça de Prata e começava o time do “inimaginável”. XV de Jaú, Inter de Limeira... Na década em que nosso arquirrival de muro se consagrava, nosso Palmeiras era motivo de piadas e galhofas. E a fila que aumentava... 

Nos anos 90, com a ajuda de Paulo Nicoli e o Prof. Belluzzo a Parmalat assumiu a co-gestão do futebol palmeirense. Graças a ela saímos da fila e ganhamos os títulos mais importantes de nossa história. 

Com a saída da Parmalat nos anos 2000, voltamos à mediocridade, caindo para a Série B e sofrendo mais e mais. Até fazermos um acordo com a Traffic e ganharmos um Campeonato Paulista. E só. 

Hoje, nossa situação não precisa de explicações. Somos um clube que ainda conta com uma das maiores, mais apaixonadas e mais fanáticas torcidas do Brasil. Entretanto essa paixão vem sendo colocada à prova por conta de conchavos políticos e antigas relações de amizade. Enquanto comprávamos uma ilusão o clube era vagarosamente vendido. E de fora o que parece é que nos últimos meses os novos mandatários sabotaram o quanto puderam o futebol até conseguirem colocar alguém mais manipulável no topo da comissão técnica, mas que infelizmente não tem competência necessária para dirigir uma equipe do tamanho e grandeza do nosso clube. O Palmeiras agora tem donos. E não sou eu. Nem você. Resta-me mandar a CORNETA nos que o venderam e em seus novos “proprietários”.
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      <link>http://www.terceiraviaverdao.com.br/3vv/InformativoLista.aspx?p0=18&amp;p1=4005</link>
      <author>BLOG 3VV</author>
      <category>CORNETADAS DO CUNIO</category>
    </item>
    <item>
      <title>Corneta do Cunio - GPS suíno</title>
      <pubDate>3/5/2010 00:00:00</pubDate>
      <description>

POR ALBERTO CUNIO&amp;nbsp; 

Pilotos alviverdes, depois de fazer uma provocação proposital semana
passada, quando invoquei a todos as lembranças do Califa e os títulos ganhos na
gestão dele, vou mudar o rumo da prosa e questionar a todos coisas mais atuais
e também bastante preocupantes. 



Os problemas que estão hoje atormentando a vida palmeirense parecem ter
diversas origens e naturezas. Não vamos tentar listá-los, pois senão
passaríamos o texto todo reeditando o que a maioria de nós já sabe. Uma coisa,
porém, que já foi diversas vezes abordadas no 3VV há algum tempo e parece ter
ficado meio esquecida diante da gravidade de outras tantas mais evidentes, tem
que sair da toca: planejamento. 





Quando o Palmeiras contratou V.L. e estabeleceu sua “parceria” com a
Traffic, muito foi dito sobre uma nova era dentro do clube, com comissão
técnica permanente, planejamento de longo prazo para categorias de base e
profissional, Arena Palestra Itália, entre outras coisas. Tudo parece ter
começado às mil maravilhas, durante a gestão de transição. Ganhamos até um
título.&amp;nbsp; 

Aí veio uma acontecimento que caiu como uma catástrofe em nossas
cabeças. Após sermos eliminados (mais uma vez) de forma triste na Libertadores
e do Paulista em que acabamos na liderança, o Brasileiro 2009 escapou das mãos
de forma inexplicável, um dos títulos mais ganhos de nossa história e que
jogamos no ralo, juntamente com a vaga na Libertadores 2010. A partir de então,
parece que entramos dentro de um tornado sem fim, que ainda está girando e nos
fazendo sentir que somos um par de meias dentro da lava-roupas. 





Sinto que a palavra “planejamento” ficou no limbo. Passamos a raciocinar
“um dia após o outro”. Começamos a contratar na base do desespero, trazendo
jogadores que no máximo eram conhecidos no Youtube, sempre de qualidade
duvidosa. Esquecemos as categorias de base e as revelações da Copa SP. Trocamos
Muricy Ramalho pelo técnico que o derrotou na véspera. Levamos meses para
termos notícias da Arena, angustiando o torcedor e perdendo a chance de mostrarmos
as caras para o mundo, diante do claudicante projeto do Panetone Leonor. Agora,
pelo visto, bateu “aquele medo” de reviver o infortúnio do Califa em 2002 e
passamos a falar novamente em “contratações de peso” visando o Brasileirão.
Comendo sardinha e arrotando camarão, já que estamos deficitários mensalmente
em valores assustadores e nem sei de onde sairá grana.&amp;nbsp; 

Quem usa GPS sabe que quando “erramos o caminho”, aparece na tela aquele
aviso: “recalculando a rota”. Nosso GPS suíno, pelo visto, está de sacanagem
com a gente. Está fazendo a gente andar em círculos. Será que conseguiremos
voltar ao ponto inicial e retomarmos o caminho das vitórias? Sei não, estão
falando de Valdívia, centroavante depois da Copa... 



Enquanto aguardo uma luz dos nossos bravos leitores, mando uma sonora
CORNETA zunindo nas orelhas do Sr. DS-7. Amigão, sem comentários. Concordo que
xingar quem faz o espetáculo não está no script,
mas se não quer jogar mais aqui, pega o boné e se manda. 

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      <link>http://www.terceiraviaverdao.com.br/3vv/InformativoLista.aspx?p0=18&amp;p1=3986</link>
      <author>BLOG 3VV</author>
      <category>CORNETADAS DO CUNIO</category>
    </item>
    <item>
      <title>Corneta do Cunio - Advogando prá quem?</title>
      <pubDate>26/4/2010 00:00:00</pubDate>
      <description>POR ALBERTO CUNIO&amp;nbsp; 

Magistrados alviverdes, tem dias que a gente acorda com o “ovo virado”,
como dizia minha avó italiana. Não é especificamente meu caso nesta
segunda-feira, mas desde o início da semana passada estou a fim de arrumar
polêmica nesta coluna. E vou fazê-lo como sempre: apenas expondo os fatos e
deixando o pau comer solto.





Por que estou fazendo isso? Porque eu sou um cara que, como a grande
maioria de vocês, é bem informado sobre as coisas do Palmeiras, porém desconheço
muitas outras que são mais obscuras. Por isso que eu vou tacar a granada sem
pino e esperar que os nobres leitores façam o papel jurídico que quiserem. E
quem sabe me elucidarem as dúvidas que não querem calar. 



Em 1993, assumiu a presidência do Palmeiras o tão nosso conhecido CALIFA
(o “enjeitado”, o “repugnante”). Durante os 11 anos que se seguiram, o califado
dele nos conduziu a uma viagem alucinante entre o paraíso e o inferno, de onde
saímos no final de 2003 com muito sacrifício e dor. Entre 1993 e 2000 teve o
apoio da toda poderosa Parmalat. 

Em 2005, assumiu o TRANSITÓRIO (o “duvidoso”, o “cara-coroa”), que
apesar de ter feito parte do califado, tinha como objetivo conduzir o Palmeiras
para “o portal dos novos tempos”, longe das agruras deixadas pelo CALIFA (o “escamoso”,
o “amaldiçoado”). Teve um ano de parceria com a Traffic (2008). 





Por 4 anos – de 2005 a 2008 – o TRANSITÓRIO (o “intrigante”, o “político”)
esteve com a batuta política na mão, preparando o terreno para a chegada do ENVIADO
(o “mestre”, o “professor”). 

Pois ele chegou. Não, não. Não estamos falando do MESSIAS esperado por
judeus, nem o retorno do CRISTO, filho de Deus dos cristãos, nem o MAHDI, o
último imã dos muçulmanos. Falamos apenas do atual presidente.



Em seu mandato, o ENVIADO (o “superior”, o “guru”) começa bem e é
aclamado nas arquibancadas. Durante o primeiro ano de mandato toma decisões
arriscadas – mantém jogadores, expõe-se aos abutres do STJD, trabalha nos
bastidores pela aprovação do projeto arena, mas hesita politicamente, e termina por
sofrer críticas por deixar o futebol á mercê do todo-poderoso PRIMEIRO
MINISTRO. Com isso sofre com as críticas tanto de aliados quanto de inimigos políticos. 





E no desempenho esportivo, que é o que (mais) interessa a nós palmeirenses,
como ficam os últimos mandatários? Vejamos o resumo das conquistas destes três
representantes dos crentes alviverdes, DURANTE SEUS MANDATOS: 

CALIFA (11 anos, 11 títulos, todos na co-gestão com a Parmalat): Paulista
(93), Rio-São Paulo (93), Brasileiro (93), Paulista (94), Brasileiro (94),
Paulista (96), Mercosul (98), Copa do Brasil (98), Libertadores (99), Rio-São
Paulo (00), Copa dos Campeões (00), Brasileiro-Série B (03) – este último
desconsiderado; na sua conta entra ainda 1 rebaixamento à série B e a disputa do Mundial de 2000, onde ele deu de mão beijada;





TRANSITÓRIO (4 anos, 1 título, 1 ano de parceria com Traffic): Paulista
(08) 

ENVIADO (16 meses, mesmo período de parceria, nenhum título até o
momento): -



Façam suas defesas e seus comentários. Evoluímos? Estacionamos?
Estávamos melhor antes? Mas prá não perder a viagem, vai uma CORNETA barulhenta
na orelha de cada mandatário e ex-mandatário que não honrou nossa instituição. ALBERTO CUNIO escreve todas as 2as feiras no 3VV; sua corneta expressa o lado mais emocional do palmeirense. 

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      <link>http://www.terceiraviaverdao.com.br/3vv/InformativoLista.aspx?p0=18&amp;p1=3967</link>
      <author>BLOG 3VV</author>
      <category>CORNETADAS DO CUNIO</category>
    </item>
    <item>
      <title>Corneta do Cunio - Burrocracia</title>
      <pubDate>19/4/2010 00:00:00</pubDate>
      <description>





Furacões alviverdes, nem sei se às vezes é vantagem ter a prerrogativa
de ter uma coluna num site de tão grande abrangência, pelo menos na comunidade
palmeirense. O sentimento que alguns comentários mostram às vezes é de que o
que aqui está escrito não é para suscitar debate em cima de um ponto de vista,
mas sim um ultraje, um disparate qualquer, com o intuito de contrariar nossos
torcedores e aumentar a revolta que já nos é peculiar em momentos de crise. Já
levantaram até a hipótese de que eu não existo e não passo de um perfil criado
pelo site.&amp;nbsp; 

Pois é. Durma-se com um barulho destes. 





A razão para que eu tenha iniciado a coluna com este “desabafo” é
decorrente das inúmeras discussões que foram conduzidas esta semana em torno do
jogo Palmeiras x Atlético-PR e as repercussões do entrevero entre Danilo e
Manoel.&amp;nbsp; 

Não, fiquem tranquilos. Não vou continuar este assunto, já que ninguém
mais aguenta ouvir falar dele. A única coisa que eu quero é a classificação
para as quartas da Copa do Brasil e ponto final. O que eu vou falar é sobre o
que significa hoje em nossa sociedade a expressão “os fins justificam os
meios”. 



O Brasil lutou muito para a conquista da tão sonhada “democracia”, onde
o governo exerce seu poder em nome do povo. Em virtude disso, mesmo com alguns
contratempos, hoje podemos expressar livremente nossas opiniões abertamente,
desde que não violemos as leis. O problema é que esta “liberdade” foi
extrapolada para a nossa vida, para o dia a dia das pessoas, sem critério, sem
escrúpulos, sem cabimento. Isso acabou gerando vários problemas, dos quais
abordo dois: a intolerância e a falta de limites. 



Os episódios históricos já mostraram que suas ocorrências são cíclicas,
já que os homens têm uma dificuldade enorme em arrefecer seus anseios e acabam
desestabilizando os relacionamentos entre si. Excesso de liberdade, gera
INTOLERÂNCIA a minorias, grupos, raças, credos. Os quais começam a ser
coibidos, intimidados, criticados de forma feroz e por vezes ameaçados de
extinção. 



Todo mundo já ouviu dizer que “a liberdade de um termina quando começa a
do outro”. Isso, porém, parece que não é aceito na sociedade que se julga
“democrática”. Todos acham que podem fazer e dizer o que bem entenderem, quando
quiserem, pois tudo é justificável, tudo tem uma explicação e todos devem
aceitar que assim seja. É a FALTA DE LIMITES entrando em ação e o início do
estabelecimento da BURROCRACIA no seio da sociedade. Afinal, OS FINS JUSTIFICAM
OS MEIOS. Em qualquer circunstância. O poder da BURRICE exercido em nome nem
sei de quem. 



Nosso espaço aqui do 3VV é aberto e não compactuamos apenas com ofensas
pessoais e incitações contra a lei e a ordem. Afinal, temos também
responsabilidades. Tanto que a divisão de opiniões de que Danilo deveria ou não
ser punido pela diretoria após o incidente, ficou marcada (até o momento da
elaboração deste texto) ao meio.

O fato é que a atitude que ele teve contra um companheiro de profissão,
um ser humano como qualquer outro, tenha ele sido ou não provocado por atitudes
antidesportivas como pisões, cabeçadas, cotoveladas ou empurrões, não são
justificáveis dentro de uma sociedade moderna. O futebol é um esporte, mas o
país tem leis, a sociedade tem regras de conduta e cuspir na cara de outra
pessoa e insinuar ofensas racistas não apresenta endosso em nenhuma delas. Ou
seja, ou ele é punido pela sua atitude, ou voltemos para a idade média.





Parabéns por ganhar a Corneta em uníssono, Danilo. Com ou sem desculpas.Alberto Cunio 

&amp;nbsp;

&amp;nbsp;

&amp;nbsp;

&amp;nbsp;

</description>
      <link>http://www.terceiraviaverdao.com.br/3vv/InformativoLista.aspx?p0=18&amp;p1=3942</link>
      <author>BLOG 3VV</author>
      <category>CORNETADAS DO CUNIO</category>
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