Análise da Arbitragem: Palmeiras 3×1 Cruzeiro

junho 16, 2009 0 Jogos

Por Danilo Cersosimo 

Num jogo bom e gostoso de se ver o Palmeiras venceu o Cruzeiro por 3×1, de virada e vimos mais uma arbitragem polêmica – que desta vez nos beneficiou.

O árbitro Leandro Vuaden famoso por deixar o jogo correr e não assinalar falta por qualquer esbarrão viu falta de Marcão em Wellington Paulista, que originou o gol dos Cruzeirenses. Eu não teria marcado falta.

Mas a maior polêmica viria alguns minutos depois, com o gol de empate de Marcão. Seu auxiliar Altemir Haussman, validou lance em que a bola bateu na linha e saiu – eu, na hora, não tive dúvidas de que a bola batera na linha, apesar da rapidez do lance.

No entanto, muitos comentaristas de rádio e televisão hesitaram sobre o lance e precisaram revê-lo em câmera lenta no replay. Na transmissão do Sportv por exemplo foi possível ouvir frases do tipo: “parece que a bola bate dentro do gol e sai” ou “precisaremos de mais imagens” ou ainda “é um lance para ser analisado” ou melhor ainda “na imagem mais aberta ficou pra mim que tinha entrado”.

Tais frases refletem a dificuldade do lance, muito rápido e difícil para o auxiliar. No entanto, não deixa de ser um erro crasso, que traz novamente a questão de se utilizar o recurso eletrônico para jogadas como essas.

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Há ainda quem tenha visto pênalti sobre Diego Souza no lance do gol de empate – eu sinceramente não vi nada de anormal, como também nada marcaria no alegado pênalty para o Cruzeiro em lance com Wendell.

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Por fim, o gol que selou o 3×1 nasceu também de uma jogada polêmica, cuja interpretação do árbitro foi correta – lembrando que o auxiliar assinala impedimento do Keirrison, embora a bola tenha sido lançada para Wendell. Lance difícil, até porque o K9 correu em direção a bola no primeiro momento, mas o árbitro seguiu a orientação da FIFA e deixou o lance correr.

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Nunca é bom perder com erros do juiz. E sou da opinião de que também não é bom vencer com erros de arbitragem. Detesto a frase “vamos ganhar com gol de mão impedido aos 49 do 2º tempo”. Se por um lado é positivo notar que no Palestra Itália, em dúvida, a arbitragem tem voltado a errar a nosso favor – ao contrário dos últimos 10 anos pelo menos – por outro é triste ver o nível dos erros da arbitragem do futebol brasileiro como um todo.

Seja por despreparo, seja por pressão externa ou qualquer outra razão, o nível da arbitragem no Brasil preocupa, pois temos vivenciado erros fatais que tem mudado placares dos jogos.

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O Brasil venceu o Egito por 4×3 nesta segunda-feira, com o lance capital do jogo sendo definido através do ponto eletrônico – não é salutar a utilização desse recurso para que se evitem injustiças?

O que seria um escanteio virou um pênalty [correto!] a favor do Brasil. É bem verdade que a FIFA não permite esse tipo de recurso e a atitude do árbitro infelizmente não é a regra, mas deveria.

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Para o jogão desta quarta-feira contra o Nacional a arbitragem será equatoriana. Carlos Vera apita o jogo, tendo Juan Cedeño e Luis Alvarado como bandeirinhas. Não gostei. Teremos fortes emoções, pois trata-se de um árbitro com pouca experiência nesse tipo de jogo.

Apesar do trio de arbitragem, venceremos.

E na terça-feira, 16 de junho de 2009, comemoramos 10 anos de uma conquista inesquecível – Parabéns Felipão! Parabéns a todos os jogadores que fizeram parte dessa memorável honraria! Que o time de 2009 se espelhe nesse feito e busquem a imortalidade que só as grandes conquistas proporcionam!

 

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0 comentários em “Análise da Arbitragem: Palmeiras 3×1 Cruzeiro

  • Danilo Cersosimo
    junho 17, 2009
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  • Rogerio Rocha
    junho 17, 2009
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  • Sérgio Modesto Frugis
    junho 17, 2009
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  • Rogerio Rocha
    junho 17, 2009
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  • João Gomes Yzquierdo Neto
    junho 17, 2009
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  • Fernando Talarico
    junho 17, 2009
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  • Marcio Zambon
    junho 17, 2009
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  • Marco Aurélio Novelini
    junho 17, 2009
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