Análise da Arbitragem R07 – Atlético-PR 2×2 Palmeiras

junho 23, 2009 0 Jogos

Por Danilo Cersosimo  

Aos 49 minutos do segundo
tempo o Palmeiras empatou um jogo na raça contra um fraquíssimo Atlético-PR.

O árbitro Alício Pena
Júnior foi mal na parte disciplinar
, deixando de dar cartões para alguns e
punindo outros sem que merecessem, especialmente os jogadores do Palmeiras e
por isso este juiz é rotulado como caseiro.

No âmbito disciplinar
chamou atenção o lance em que Rafael Santos deu uma cotovelada na cabeça de
Diego Souza – que o mandou para o hospital no intervalo. O árbitro nada fez.

Tivesse sido o contrário e Diego Souza provavelmente já teria sido julgado e
punido pelo Tribunal e pela banda parcial da imprensa. Jogadores e treinadores
precisam repensar este tipo de lance – a hora em que alguém se machucar mais
seriamente será tarde demais.

Vale lembrar que o
defensor que agrediu Diego Souza – e que deveria ter sido expulso – foi o autor
do primeiro gol do adversário
, portanto a complacência do árbitro nos trouxa um
prejuízo enorme.

A falta que originou o
primeiro gol dos paranaenses existiu e o cartão amarelo aplicado a Mauricio
Ramos foi correto. A infração que originou o segundo gol atleticano também
ocorreu e novamente Mauricio Ramos foi faltosamente para o lance.

Eis que aos 38 minutos do
segundo tempo Obina marca e o auxiliar Guilherme Dias Camilo invalida um lance
de maneira primária
– pelo jeito ele não assistiu a Palmeiras e Cruzeiro na
semana passada. O lance foi idêntico e o bandeira errou contra o Palmeiras – o
segundo lance crasso contra o Verdão no jogo.
Ao contrário de Leandro Vuaden,
Alício Pena acatou a orientação de seu assistente.

***

A diretoria do Palmeiras
formalizou um protesto contra o auxiliar Guilherme Camilo junto
à CBF e à Comissão de Arbitragem. O auxiliar está suspenso.

***

Ao final, o adversário
reclamou dos 4 minutos de acréscimos dados pelo árbitro, que nesse caso agiu
corretamente, ao contrário de Carlos Vera, que permitiu a cera deprimente do
Nacional e pouco acréscimo deu ao jogo, prejudicando o Verdão nesse sentido em
Montevideo.

***

E por falar no jogo
contra o Nacional:
não dá para culpar o árbitro. Eu sinceramente não teria
marcado nenhum dos três pênaltis alegados durante o jogo
– um para o Nacional e
dois para o Palmeiras.

Foram lances muito
rápidos e, digamos, “inconclusivos” para se assinalar penalidade máxima.

Penso que o maior erro da
arbitragem foi em permitir o anti-jogo uruguaio
, não punindo nenhum de seus
jogadores com cartão amarelo – como fez Sergio Pezzota contra o goleiro Fábio
do Cruzeiro aqui no Morumbi aos 40 minutos do primeiro tempo.

***

Vale ressaltar que o jogo
do Palmeiras contra o Nacional foi o único que contou com árbitro inexperiente
– e justamente era ao lado de Cruzeiro e SPFC o jogo de maior tensão.

A diretoria do Palmeiras
vinha bem nesse aspecto durante a Taça Libertadores, mas cometeu esse deslize
para a partida contra os uruguaios.

Depois, não adianta
mandar ofício para a Conmebol. Libertadores agora, só em 2010.

Crédito: Cesar Greco

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0 comentários em “Análise da Arbitragem R07 – Atlético-PR 2×2 Palmeiras

  • Alberto Cunio
    junho 23, 2009
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  • Fernando Talarico
    junho 23, 2009
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  • Rogerio Rocha
    junho 23, 2009
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  • João Gomes Yzquierdo Neto
    junho 23, 2009
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  • Rodrigo Bucciolli Pereira
    junho 23, 2009
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  • Marco Aurélio Novelini
    junho 23, 2009
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