Análise da Arbitragem R18 – Atlético MG 1×1 Palmeiras

agosto 13, 2009 0 Jogos

Por Danilo Cersosimo

Num dos melhores jogos do BR-09 Palmeiras e Atlético-MG
empataram por 1 a 1 num Mineirão lotado.

O árbitro Djalma Beltrami (RJ) e seus auxiliares, fizeram
uma boa arbitragem, em face da velocidade e da marcação com a qual a partida
foi disputada. 

Apesar da marcação cerrada, do encurtamento dos espaços, das
disputas de bola mais ríspidas e algumas faltas mais duras, tivemos um jogo
leal – tanto é que houve apenas 30 faltas, um número considerado baixo para os
padrões brasileiros.

Foram aplicados 3 cartões amarelos para cada time – todos
merecidos.

***

Quando o jogo já estava 1×0 para os atleticanos teria
acontecido um pênalti a nosso favor, em cima de Mauricio Ramos. Eu confesso que
tal lance não me chamou atenção – a Globo não o repetiu, que eu me recorde.

***

Outro pênalti reclamado teria ocorrido no lance em que
Diego Souza mandou bola na trave após bate-rebate dentro da pequena área no 2º
tempo. Sua camisa teria sido puxada. No calor do jogo, tal lance também não me
chamou atenção e dado que não houve replay, registro aqui as reclamações de
alguns palmeirenses. O que os colegas acharam de tal jogada?

***

No início do 2º tempo Djalma Beltrami quis ser Djalma
Beltrami e inventou um recuo de bola de Renan para o goleiro Bruno.

O lance não se caracterizou como recuo proposital,
portanto o árbitro quase prejudicou o Atlético caso o Palmeiras anotasse o gol.
Confesso que torci para não marcarmos gol naquela jogada – não gosto de vencer
assim e o Palmeiras não combina com vitórias manchadas.

Na cobrança do tiro-livre indireto a bola explodiu no
braço do defensor atleticano – o árbitro poderia ter marcado pênalti se
quisesse, mas sentindo que já tinha feito lambança suficiente, deixou o lance
seguir.

***

Por fim, o pênalti de Wendel realmente aconteceu – até
por uma certa afobação do nosso lateral-volante.

Na cobrança o garoto Renan Oliveira quis fazer uma
paradinha e Marcos defendeu. Parte da imprensa e muitos invejosos reclamam que
São Marcos teria se adiantado – o que de fato só ocorreu por conta da
famigerada “paradinha”.

Dizer que nosso goleiro se adiantou 1,60 metros é
equivocado. Não se conta a distância considerando o local onde o corpo do
arqueiro cai após a cobrança e sim do local onde seus pés estão quando do chute
do cobrador.

Marcos de fato deu um passo à frente, mas nada que
justificasse mandar voltar a cobrança – especialmente após o recurso da
“paradinha” utilizando pelo atacante mineiro.

38380cookie-checkAnálise da Arbitragem R18 – Atlético MG 1×1 Palmeiras

0 comentários em “Análise da Arbitragem R18 – Atlético MG 1×1 Palmeiras

  • Marco Túlio de Vasconcelos Dias
    agosto 14, 2009
    Responder
  • Raul Ricardi
    agosto 14, 2009
    Responder
  • Alberto Cunio
    agosto 14, 2009
    Responder
  • Danilo Cersosimo
    agosto 14, 2009
    Responder
  • Rogerio Rocha
    agosto 14, 2009
    Responder
  • João Gomes Yzquierdo Neto
    agosto 14, 2009
    Responder
  • Rodrigo Bucciolli Pereira
    agosto 14, 2009
    Responder
  • Fernando Talarico
    agosto 14, 2009
    Responder
  • Danilo Cersosimo
    agosto 14, 2009
    Responder
  • Alexandre Henrique Guimarães Gonçalves
    agosto 14, 2009
    Responder
  • Daniel Portero
    agosto 14, 2009
    Responder
  • Virgilio Russo
    agosto 14, 2009
    Responder
  • Neosnardo Barbosa Nunes
    agosto 13, 2009
    Responder
  • gilberto giangiulio Junior
    agosto 13, 2009
    Responder
  • André Tisi
    agosto 13, 2009
    Responder
  • Marcelo Breda Stocco
    agosto 13, 2009
    Responder

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *