Pós Jogo Palmeiras 2×2 Rio Branco: vamos atrás do papão

março 24, 2010 0 Jogos

PALMEIRAS 2X2 RIO BRANCO

Há males que vem para bem. Por motivos profissionais não consegui ver o empate entre Palmeiras e Rio Branco.

Este pós jogo é da autoria de Alberto Cunio. Nada mais apropriado.
V. Criscio

***

POR ALBERTO CUNIO

Palmeiras e Rio Branco duelaram no início da noite desta quinta-feira na cidade de Araraquara. Por razões evidentemente
financeiras a equipe de Americana decidiu literalmente “abandonar”
sua casa e só tem mandado jogos em outras cidades. No caso do jogo
contra o Palmeiras, apesar de não parecer tão poucos torcedores, a Arena
caipira tinha pouco mais de 6 mil testemunhas.
 
O Palmeiras começou o jogo pressionando, chegando até a colocar uma
bola na trave com DS-7 de cabeça logo aos 8 minutos. De sua parte, o
Rio Branco não se intimidava com a hesitante defesa esmeraldina e
arriscava alguns ataques.
 
Mas foi mesmo o Palmeiras que acabou abrindo o placar: em bela
jogada individual de CX-10, num toque sutil ele deixou DS-7 de frente
para o sebento goleiro Cristiano para fazer 1×0.
 
Talvez a maioria dos nossos aficcionados deveria estar pensando:
“Bom, estamos na draga nesse Paulistão, mas hoje passamos o carro”.
Pois é. Eu e você estávamos entre os iludidos.
 
Em dois lances realizados em menos de três minutos, o Rio Branco,
que entrou no jogo segurando a lanterna, virou o jogo. Nas duas
jogadas a defesa palmeirenses simplesmente teve o tradicional “apagão”
dos últimos tempos e sucumbiu diante de Alex Terra e Romário (se ainda
fosse o original…).
 
Como era de se esperar, a equipe de Americana se retraiu diante do
inimaginável resultado em suas mãos e deu frente ao Palmeiras para a
pressão. Nosso alviverde, contudo, voltava a apresentar seus defeitos de
sempre, com atuação fraca de seus laterais e atuações irregulares de
seus atacantes.
 
Uma única boa triangulação, dez minutos depois da virada, resultou
no empate. Robert fez bela “parede” para Ewerthon entrar cara a cara com
o melento goleiro Cristiano e fuzilar para empatar: 2×2.
 
Os últimos dez minutos que se seguiram até o apito final só não
foram mais tediosos por um bom chute de CX-10 para fora e uma bomba
(talvez a única jogada que prestou) de Eduardo na trave. Uma pena, pois
poderia ser o gol da vitória e da redenção do jovem lateral.
 
Pois no intervalo, este mesmo lateral foi substituído para a
entrada de Lincoln, jogando mais uma vez Márcio Araújo para a ala
direita. O aumento na qualidade do toque de bola foi visível logo de
início, mas o que Lincoln não contava foi com a queda gradual de CX-10 e
DS-7 na segunda etapa.
 
Logo aos 7 minutos, Robert foi travado pelo zagueiro quando
concluía dentro da pequena da área. Cinco minutos mais tarde,
sofreríamos a primeira baixa: Éwerthon, com “desconforto” (palavra da
moda) na coxa, dá lugar a Lenny.
 
Naturalmente, a correria foi instaurada, mas sem sucesso. Lenny
mais embolou o ataque do que abriu a defesa de Americana. Para ajudar
ainda mais na bagunça, o Rio Branco trocou um atacante por um zagueiro
logo aos 18 minutos e trancou tudo.
 
Em pouco tempo o jogo virou o famoso “ataque contra defesa”. Mas
quem pensa que o Palmeiras criou grandes chances, se enganou. O jogo
ficou truncado, perdemos uma chance de falta aos 25 minutos com DS-7 e
aos 31 minutos fomos surpreendidos: pelo nosso próprio técnico. Ele
sacou Robert, que mesmo sendo o polêmico centroavante de que dispomos
hoje, ainda assim é nosso atacante artilheiro. Colocou em seu lugar o
jovem Vinicius, que o Sportv disse ter apenas 16 anos. Quem o conhece
que confirme este absurdo. Só podia dar em nada.
 
Para piorar ainda mais, após a terceira substituição, Lenny sai
contundido no joelho (e parece que com gravidade), após a sua enésima
entrada espaventada contra um jogador do interior. Na última, acabou se
dando mal e machucou-se sozinho.
 
Mesmo tendo o violento Maurim expulso aos 43 minutos, o Rio Branco
não teve maiores dramas para segurar o empate, em jogo que o juiz
prolongou até os 50 minutos, muito em virtude da “cera” do grudento
goleiro Cristiano.
 
O empate de 2×2, que fechou a tampa do féretro alviverde no
Paulistão, mostrou uma coisa clara: nem mesmo o time do Palmeiras sabe o
que está acontecendo com o time do Palmeiras. Imaginem eu e você. E
vamos atrás do Papão da Curuzu. É o que nos resta.
 
Saudações alviverdes!

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0 comentários em “Pós Jogo Palmeiras 2×2 Rio Branco: vamos atrás do papão

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