Corneta do Cunio – Por que GK deve ficar e por que GK deve ficar

novembro 6, 2013 54 Corneta do Cunio

Por Alberto Cunio

Caminhoneiros alviverdes, quem sabe a pergunta que povoa o imaginário dos palmeirenses após o acesso não seja respondida… Lá no posto Ipiranga? Tudo bem, não precisam ir até lá. Vou dar minha humilde hipótese para a resposta.

Graças ao advento do Google, poderosa ferramenta da internet, encontrei artigos incríveis do final de 2003 e início de 2004. Naquele tempo, sob a batuta do ex-presidente que nos rebaixou, a “luta” era pela RENOVAÇÃO do contrato do técnico Jair Picerni, que alegou só ficar se recebesse aumento. O Palmeiras era, então, o clube mais atrasado para se reforçar na temporada 2004 (novidade). Mesmo assim, o ex-presidente trouxe ao final de 2003 o zagueiro Nen e em Janeiro de 2004 o atacante Adriano Chuva, atleta do estilo que Picerni desejava para a posição.

Se estas notícias tivessem sido veiculadas dez anos depois, acho que aconteceria uma tragédia. No mínimo algum atentado nas alamedas. Fazendo um paralelo 2003/2013, só posso concluir que GK sofre bullying da torcida palmeirense.

Dono de um estilo pacato e trabalhador, o emergente técnico palmeirense deixa ao menos uma impressão interessante: honestidade e ausência de rabo preso. Seja com empresários, seja com cartolas. O perfil dele parece mesmo ser o de um profissional relevante e presente apenas dentro da Academia e dos vestiários.

Se o futebol apresentado por suas equipes está longe de fazer brilhar os olhos dos palmeirenses até mais tolerantes, a campanha “nadando de braçadas” na fraca Série B não deixa de endossar que o comandante cumpriu o seu papel. Mesmo com um elenco mediano, mas esforçado e comprometido, passeou pelos buracos da “segundona” e trouxe o Verdão de volta. Porém, a massa quer sangue: centenário com GK, não dá.

Porém, vamos aos dois sentidos propostos para o verbo dever: pelo andar da carruagem, GK deve ficar. E por quê? Com algumas das melhores opções do mercado empregadas e outras muito caras (ou perigosas), restam diversas opções que, se não são de outros treinadores emergentes, são apostas. E para correr riscos com desconhecidos, GK fica.

E agora, por que GK deve ficar? Por vários fatores, além dos apresentados no parágrafo anterior. GK é praticamente unanimidade no elenco. Se não chega a ter o estilo “paizão”, é agregador de grupo. Não isola atletas, dá chances a todos nas horas devidas, tem fala mansa suficiente para não bater de frente com estrelinhas, muito menos criar caso com jovens promessas. Soma-se isso ao fato de que já deixou claro: não pretende nada além do que já ganha para continuar com a batuta, até mesmo porque deve ainda pesar sobre ele o rebaixamento (o que é, em grande parte, uma injustiça). Os efeitos Jorginho/Muricy ainda assombram as lembranças de muitos esmeraldinos.

Como resolver este impasse? Sinceramente, espero que já tenha sido resolvido na cabeça de nosso mandatário e que ele deixe de escorregar entre as opiniões alheias: vai ou fica, fale logo. Não podemos esperar janeiro para começar a reforçar as posições carentes, muito menos sem saber quem indicará nomes e comandará o elenco no ano 100 do Palmeiras.

Para isso, deixo aqui minha CORNETA na sala da presidência, para ver se Paulo Nobre saia do muro e não condicione a permanência de GK a coisas que vão levar meses para amadurecerem. Diminua, por favor, a agonia das massas, presidente.

A Corneta no Twitter parabeniza nosso elenco pelo retorno à Série A. Vamos em frente. Siga! @Corneta3VV

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54 comentários em “Corneta do Cunio – Por que GK deve ficar e por que GK deve ficar

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