Corneta do Cunio – Nó tático

fevereiro 11, 2014 17 Corneta do Cunio ,

Por Alberto Cunio

Estrategistas alviverdes, bastou o Palmeiras EMPATAR um único jogo no Campeonato Paulista para começar a falação. E dentre as muitas abobrinhas ouvidas ao longo dos dias que sucederam o jogo contra o Audax, sem dúvida a de que Fernando Diniz “aplicou um nó tático em GK” foi de longe a mais sensacional.

Sempre gostei muito de analisar o futebol. Busco observar detalhes que passam despercebidos aos olhos dos mais distraídos, coisas às vezes até bizarras, mas nunca irrelevantes quando se trata de vencer uma partida de futebol. Mas isso é assunto para uma futura publicação que será bastante interessante.

No entanto, se tem uma coisa que eu não tenho apreço algum em ficar discutindo é de esquema tático. Além de ser algo que para mim é chato, não me sinto competente em absoluto para maiores profundidades. O que não significa que sou um completo ignorante no assunto.

Antes do jogo contra o Palmeiras, a Rede Globo apresentou em seu diário esportivo uma reportagem sobre o estilo de jogo do clube de Osasco, evitando fazer maiores comparações com os modelos ousados de “desorganização” tática como os carrosséis, mas confirmando que se tratava de um esquema sem posições definidas, muitas flutuações e movimentações coordenadas. Muito bom, gostei do que vi.

O que vimos na prática? Exatamente o que a reportagem mostrou. O Audax foi fidedigno ao que seu técnico propõe. Um esquema de jogo muito ousado, que beira a loucura em alguns momentos, tal é o risco de se trabalhar a bola nas proximidades da defesa e com o goleiro atuando como um líbero. A vantagem? Proporcionar o inesperado para o adversário em alguns momentos e, com isso, colher alguns resultados surpreendentes.

Pois foi o que o Audax conseguiu: uma atuação soberba de seu goleiro, um gol surpresa, várias chances de gol palmeirenses (e sua pouca pontaria) e… A sorte. Pois é, acontece.

Um sistema como este seria improvável para times que têm muito a perder com seu alto risco. Ou alguém imagina um sistema tão vulnerável diante de um poderoso ataque? Logo, deixemos para o novato Fernando Diniz fazer este laboratório no brioso time de Osasco. E mandemos uma CORNETA para os fanfarrões que fazem leituras táticas desproporcionais. Ou fazem para “causar”, ou para mostrar o seu desconhecimento. Assim, melhor não discutirmos mais isso. Afinal, pensando melhor, acho que não entendo bulhufas de tática.

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17 comentários em “Corneta do Cunio – Nó tático

  • rinaldo felippe
    fevereiro 13, 2014
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  • PAULO H. FRANCESCHINI
    fevereiro 12, 2014
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  • Ariel
    fevereiro 12, 2014
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  • Aguinaldo
    fevereiro 12, 2014
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  • Marcelio
    fevereiro 12, 2014
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  • Ivan
    fevereiro 12, 2014
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  • Manolo Palmeirista
    fevereiro 12, 2014
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  • lito
    fevereiro 12, 2014
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  • mario luiz
    fevereiro 12, 2014
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  • Mário Jr
    fevereiro 12, 2014
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    • Mário Jr
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  • Regina Rodrigues
    fevereiro 11, 2014
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    • Luiz
      fevereiro 12, 2014
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    • Arnaldo
      fevereiro 12, 2014
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  • cassiano
    fevereiro 11, 2014
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    • Victor Sbrighi
      fevereiro 11, 2014
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