Escola de Goleiros presente na reinauguração da sala de troféus

Créditos: Cesar Greco

Escola de Goleiros presente na reinauguração da sala de troféus

agosto 30, 2021 0 Notícias

Sérgio, Fernando Prass, Marcos e Emerson Leão (da esquerda para a direita) conheceram a Sala de Troféus e representaram a Escola de Goleiros do Palmeiras no evento (Foto: Cesar Greco/Palmeiras)

Imagem pesada, com uma parte das mais gloriosas da história do Palmeiras e sua tradição. A Escola de Goleiros, como ficou conhecida a Academia, esteve presente na reinauguração de troféus, que vai virar um memorial.

Faltaram Velloso, que estava trabalhando, e Oberdan Cattani, que morreu aos 95 anos em 2014, mas estiveram presentes Marcos, Leão, Sérgio e Fernando Prass, todos vencedores e e intimamente ligados à história do clube.

As principais taças em exposição estão divididas em nichos que destacam as grandes competições vencidas pelo Alviverde, como o Mundial (1951), a Libertadores (1999 e 2020) e o Campeonato Brasileiro (1960, 1967, 1967, 1969, 1972, 1973, 1993, 1994, 2016 e 2018), entre outros. Foram criadas também áreas específicas para as taças ganhas pelo clube na base, no futebol feminino e nos esportes olímpicos.

Há ainda um local com relíquias de grandes ídolos da nossa Escola de Goleiros e espaços dedicados à equipe que representou a Seleção Brasileira no amistoso de inauguração do Mineirão em 1965 e ao episódio conhecido como Arrancada Heroica, em que o clube foi obrigado a mudar de nome (de Palestra Itália para Palestra de São Paulo e depois para Palmeiras) – nesse último nicho, encontra-se o piano onde o maestro ítalo-brasileiro Antônio Sergi eternizou o hino do Palmeiras.

A sala de troféus, com 80 metros lineares de espaço envidraçado, tem vista para a portaria da rua Palestra Itália e os jardins da sede social, onde estão os bustos dos ídolos Ademir da Guia, Dudu, Junqueira, Marcos, Oberdan e Waldemar Fiume.

Inaugurada em 1936, a Sala de Troféus recebeu à época o nome de Salão Cavalheiro David Pichetti, em homenagem ao presidente que assinou a compra do Parque Antarctica em 1920. Ao longo dos anos, o espaço serviu como palco para eventos, como reuniões, festas e bailes, e passou por diferentes reformas.

As mais significativas aconteceram em 1992, com a ampliação da área para 270m², e em 2004, quando a instalação de dois mezaninos aumentou a capacidade do salão e melhorou a organização do acervo. Em 2009, o local foi fechado para a construção do Allianz Parque.

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