Maluquice e humildade como ferramentas para enfrentar o Atlético-MG

Maluquice e humildade como ferramentas para enfrentar o Atlético-MG

setembro 18, 2021 0 Brasileiro 2021, Notícias

Abel Ferreira vê e analisa o palmeiras contra a Chapecoense (FOTO: CESAR GRECO/PALMEIRAS)

Um maluco humilde e trabalhador. Em seu segundo momento mais turbulento à frente do Palmeiras, o técnico Abel Ferreira não escondeu o alívio com a vitória de 2 a 0 sobre a Chapecoense e tentou ser malandro, de forma canhestra, ao jogar o favoritismo na Libertadores para o Atlético-MG.

Na entrevista após o jogo, assumiu que fez experiências diferentes com o elenco na partida em Santa Catarina e que está pensando desde sempre na disputa de terça-feira, contra os mineiros.

“Vamos jogar com um adversário que tem apostado tudo, tem apostado forte. É o favorito, já os dão na final com o outro adversário”, disse Abel misturando humildade e ironia. “Vamos competir, é o que fazemos, vamos analisar nosso adversário. É ida e volta, vamos ser humildes, colocar em prática nossa capacidade, força coletiva, usar nossa técnica, tática e competir.”

Para ele, o investimento do adversário justifica o favoritismo e evitou comentar o fato de que o Palmeiras também tem obrigação de jogar bem e ganhar, já que é o atual campeão da América.

“Temos nossas ambições, mas ninguém tem dúvida nenhuma que o adversário é o favorito, pelo que investiu, pelo que gastou e continua a gastar”, analisou Ferreira. “Na nossa humildade, no nosso feijão com arroz, vamos tentar chegar nos nossos objetivos. Queremos tanto quanto o nosso adversário, vamos usar as armas que temos e usaremos o mais indicado para estar na final da Libertadores.”

Em relação a algumas experiências, como trocar os lados dos zagueiros Luan e Gómez, ele tentou brincar dizendo que era “meio maluco”. “Eu sou meio maluco, um treinador jovem, que gosta de fazer coisas fora da caixa, que erra, que perde, que às vezes é um idiota. Sei o que faço, onde vim, onde estou, aquilo que quero, onde quero percorrer e meus jogadores acreditam em mim. Isto é mais importante. Quando o jogador é bom, a ideia coletiva é boa, jogadores podem atuar em qualquer posição.”

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