Aliviado e evasivo, Abel Ferreira exalta veteranos e a volta da confiança

Créditos: Cesar Greco

Aliviado e evasivo, Abel Ferreira exalta veteranos e a volta da confiança

outubro 17, 2021 0 Brasileiro 2021, Notícias

Abel Ferreira viu o Palmeiras melhor, mas não explicou as dificuldades que o time teve no segundo tempo (FOTO: CESAR GRECO/PALMEIRAS)

Um lance crucial, que decide o jogo, e o Palmeiras entra em parafuso. O que acontece com o time que foi campeão da Libertadores e da Copa do Brasil?

Se o técnico Abel Ferreira valoriza a preparação mental de sua equipe, então está falhando feio neste quesito. Na melhor atuação da equipe nos últimos jogos – e não que tenha jogado bem -, a equipe mostrou nervosismo e falhas recorrentes, a ponto de colocar em risco uma partida que parecia controlada após o gol de pênalti de Raphael Veiga.

Abel, mais uma vez, preferiu jogar para a torcida a explicar os erros constantes na vitória contra o Internacional por 1 a 0. Cansou de chamar a responsabilidade para si, mas se recusou a comentar os problemas técnicos e táticos e passou longe de falar do sufoco que o time tomou do adversário mesmo tendo um jogador a mais por muito tempo.

“Não sou o melhor treinador do mundo, mas sonho ser. Não faço milagres, não tenho varinha mágica, mas os jogadores fazem a diferença. Quando estamos todos juntos, estamos mais fortes”, disse após o jogo, aliviado om a volta de jogadores que considera fundamentais.

Em um recado aos atletas mais novos, valorizou a volta dos veteranos e citou um clube inglês como exemplo. “Vou dar o exemplo do Liverpool. (Jurgen) Klopp está há cinco anos no time e perdeu dois zagueiros principais. Teve problemas. Quando é preciso agarrar a equipe, foram os mais experientes: Weverton, Felipe Melo, Marcos Rocha, Luiz Adriano, Willian… Quando as coisas apertam, o sub-20 tem mais dificuldade. Eles ainda não tinham jogado com público. É mais difícil. Os mais jovens têm que aprender com os mais velhos. Os velhos assumiram a responsabilidade.”

A torcida foi novamente afagada, como já havia acontecido na partida contra p Bragantino. “Estou ansioso para ver esse estádio cheio, sei que meus jogadores não vão me ouvir. Essa torcida, mesmo quando está a perder, empurra o time. Se torcida e equipe formos um nas vitórias e derrotas… A torcida vai puxar os nosso jogadores, mesmo aqueles que não estão bem, porque quando não chega a técnica, chega a raça, a entrega.”

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