Permanência de Endrick vira a prioridade do Palmeiras no começo do ano

Permanência de Endrick vira a prioridade do Palmeiras no começo do ano

janeiro 26, 2022 0 Categorias de Base, Notícias

Endrick faz a festa da torcida depois do título da Copinha (FOTO: MARCOS RIBOLLI/PALMEIRAS)

Mal acabou a Copa São Paulo 2022 e aconteceu o óbvio: o atacante Endrick, de 15 anos, eleito o melhor jogador do torneio, já tem “estafe” cuidado de sua carreira. Esse sintoma de “cooptação” de mercado não é de hoje no futebol, mas sempre assombra por causa da rapidez com que esse tipo de coisa ocorre.

O menino, que estaria sendo “cobiçado e monitorado” por grandes clubes da Europa, tornou-se uma das prioridades do Palmeiras para este ano, que tenta de todas as formas blindar o atleta para evitar o assédio incessante.

De acordo com o site Ge/Globo Esporte.com, a família de Endrick e pessoas que o “assessoram” garantem que o primeiro contrato profissional dele, que só pode ser assinado em julho, quando completará 16 anos, já está encaminhado.

A legislação brasileira só libera o registro de um jogador profissional a partir dos 16 anos – Endrick faz aniversário no dia 21 de julho.

Atualmente, o Palmeiras tem firmado um contrato de formação válido até 2025 que o resguarda do interesse de outros clubes, com multa estipulada em R$ 110 milhões. Para o estafe do atleta, o novo vínculo é o próximo passo na carreira do jogador.

“Não tem outra possibilidade, ele vai assinar com o Palmeiras. Ele tem um contrato de formação que é válido na legislação brasileira. Por que o atleta iria querer sair? O clube que apostou nele”, diz o agente Frederico Pena, consultor dos pais do atleta, em entrevista ao site Ge.

A parte preocupante de toda essa “situação” é a tal da “representação” do atleta. A assinatura do primeiro contrato é tratada com certeza do lado do atleta, da família e dos empresários que vão gerenciar a carreira do atacante. Aqui é o problema, digamos assim: sãos os mesmos que representam outros jovens de destaque como Vinicius Júnior, do Real Madrid, e Gabriel Martinelli, do Arsenal.

O primeiro vínculo será de três anos, período máximo permitido pela legislação, mas ainda há pontos a serem discutidos e acertados com a diretoria palmeirense.

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