março 6, 2022 0 Notícias, Osservatorio Arbitrale

JOGO:   PALMEIRAS X GUARANI                       

DATA:  06/03/2022

ARBITRO ­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­:      Fabiano Monteiro dos Santos  

ARB.ASSIST.1: Alex Alexandrino

ARB. ASSIST.2:   Gustavo Rodrigues de Oliveira

ARB. VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral

Árbitro de 25 anos, formado pela FPF (Federação Paulista de Futebol) em 2017, em 2022 Fabiano dos Santos apitou dois jogos da Copa São Paulo, um jogo série A2, três jogos da série A1 e um jogo como 4º árbitro. Em 2021, apitou somente jogos amadores e dois jogos do Paulista sub-20.

Só tenho uma palavra para definir a arbitragem de hoje:  DESASTROSA.

Árbitro sem a mínima condição de apitar um jogo deste tamanho. Foi muito jogo para pouco árbitro. Posicionava-se na linha de bola, tanto que duas vezes o jogo foi interrompido por bater a bola nele. 

Queria mostrar segurança,  correndo nas pontas dos pés, querendo mostrar estilo, mas estava confuso, inseguro, sem critérios, deixando passar muitas faltas claras e assinalando quando não ocorria nada.

Mostrou estar muito verde para arbitrar um jogo de série A1, principalmente de time grande. Estão queimando etapas em escalas de árbitros na FPF. Em dois lances capitais, o VAR, que é muito experiente, salvou a arbitragem. 

Na expulsão, ainda dá para isentar, pois estava olhando as costas dos jogadores, então não tinha uma visão clara do ocorrido. Mas no pênalti foi indesculpável, já que ele estava com a visão aberta e ficou com medo de marcar.

Puniu o time visitante com 17 faltas e o Palmeiras, com 9. Apresentou somente dois cartões amarelos para o Guarani e um para o Palmeiras, quando depois de ser desafiado por todos os jogadores, quis mostrar sua autoridade, punindo Scarpa por não sair pela linha lateral mais próxima, em substituição.

Em tese, ele estava correto, pois as orientações indicam este caminho, mas depois de toda lambança que estava fazendo, quis tampar estilhaços de granada com band aid. Um cartão vermelho, para o visitante, orientado pelo VAR.

Péssima recuperação de tempo (acréscimos). No primeiro tempo,  houve parada de aproximadamente 3,30 minutos para hidratação e os jogadores do Guarani usaram e abusaram da interrupção da partida sob pretexto de contusão e foi acrescido somente quatro minutos, quando deveria ser muito maior o tempo de recuperação. 

No segundo tempo, foram seis substituições, novamente com muito atendimento médico e foram acrescidos somente cinco minutos. Assistentes fizeram um trabalho tranquilo.

Repito, o VAR simplesmente salvou a arbitragem. Concluindo, o árbitro, da nova geração, tem que ser mais bem trabalhado e não tentarem descobrir gênios, pulando etapas.

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