Arbitragem de Yael Falcon Pérez em SEP 0x1 CER

Crédito da imagem: Cesar Greco/Palmeiras/by Canon

Por Oiti Cipriani

PALMEIRAS 0 x 1 CERRO PORTEÑO

COMPETIÇÃO TAÇA LIBERTADORES 2026 – 5ª RODADA FASE DE GRUPOS

  • Árbitro: Yael Falcon Pérez (ARG)
  • Árbitro assistente 1: Cristian Navarro (ARG)
  • Árbitro assistente 2: Facundo Rodríguez (ARG)
  • Quarto árbitro: Nazareno Arasa (ARG)
  • VAR: Hector Paletta (ARG)

ÁRBITRO

Árbitro portenho de Buenos Aires, de 38 anos (04/05/1988), FIFA desde 2022. Nesta Libertadores, o jogo da noite de 4ª feira foi o terceiro no corrente ano nesta competição, mostrando 19 cartões amarelos e nenhum vermelho, assinalando duas penalidades máximas, com uma média muito alta de punições disciplinares, que mostra insegurança em dirigir um jogo.

ANÁLISE TÉCNICA

Lances polêmicos

Não tivemos lance polêmicos no jogo.

Trabalho de campo

Não podemos direcionar a incompetência do Palmeiras nas costas do árbitro. O time de Abel Ferreira fez um jogo abaixo de medíocre (com o sentido literal da palavra, mediano ou na média). Em sã consciência, algum adepto do Palmeiras entenderia que o jogo praticado pela equipe foi mediano? Então não podemos criticar o trabalho do árbitro.

As violações às regras foram marcadas, uma ou outra acima, que deveria ser punida disciplinarmente, foram negadas, não coibiu o retardamento do jogo praticado pelo time paraguaio, e não deu a mínima atenção à regra dos 8 segundos praticado pelo seu goleiro. No restante fez uma arbitragem dentro dos padrões que estamos acostumados no campeonato brasileiro.

AVALIAÇÃO: 7,0

Disciplina

Assinalou 17 faltas no total, 9 contra o Palmeiras e 8 contra o Cerro, mostrando três cartões amarelos para o Palmeiras e dois para o time visitante. Destas 9 faltas contra o Palmeiras, grande porcentagem delas foram assinaladas por simulação e para retardamento do jogo. Árbitro jovem no âmbito internacional, pagou pelo noviciado. Como dissemos acima, jogadas para cartão amarelo foram sonegadas

AVALIAÇÃO: 6,5

Controle de tempo

Acréscimos:

  • 1º tempo 3 minutos
  • 2º tempo 6 + 1 minutos.

Foi pouco, considerando que houve parada para hidratação em ambos os tempos, convencionada em dois minutos. Na realidade foram somente um minuto de acréscimo no primeiro tempo e 5 no segundo, que é a média dos árbitros sul americanos.

  • Tempo total de jogo: 101’05
  • Bola Rolando: 50’43
  • Paradas de jogo: 111
  • Posse de bola: Palmeiras 74% x Cerro Porteño 26%

AVALIAÇÃO: 6,0

Assistentes

Trabalho normal, nada a destacar, nem pró, nem contra

VAR

Não foi chamado a intervir.

Conclusão

Arbitragem comum, se podemos dizer algo contra, foi com relação ao retardamento de jogo praticado pelo time paraguaio, desde o inicio da partida, que não teve uma ação mais enérgica do arbitro e isto pode ter influído no animo dos jogadores do time brasileiro, mas, isto não é desculpa plausível, pois são jogadores experientes e deveriam estar vacinados contra este tipo de ação de adversários, comportamento que é corriqueiro nos jogos no Nubank Parque.

AVALIAÇÃO FINAL: 6,6

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