Sporting 2×3 Palmeiras Libertadores 2025 R01

O Palmeiras estreou na Libertadores 2025 jogando contra o Sporting Cristal em Lima, Peru. E venceu por 3×2. Gols de Estevão, Piquerez e Richard Ríos.

1o tempo, jogando bem.

Abel mandou a campo um time diferente daqueles das últimas partidas. Ainda sem poder contar com Maurício, sem Veiga nem Marcos Rocha, o treinador optou por uma defesa com três zagueiros – Bruno Fuchs, Gustavo Gómez e Micael – e Felipe Anderson na armação, com Emiliano Martínez e Lucas Evangelista como os dois volantes, e no ataque com Estevão, Vitor Roque e Facundo Torres.

E foi um Palmeiras diferente, melhor, mais perigoso, que vimos. Jogando bem o time criava algumas chances mas não conseguia marcar. Até que depois de um bate rebate na área, Estevão pegou o rebote do goleiro e mandou para o fundo do gol. 1×0. Eram 38 minutos do 1o tempo.

2o tempo, emoção!

O time voltou igual para a segunda etapa. E continuou superior ao time da casa. Lucas Evangelista perdeu um gol incrível chutando por cima do gol dentro da área do Sporting.

Aos 20 minutos Abel faz três substituições: Mayke no lugar de Bruno Fuchs, Ríos no lugar de Anderson, e Flaco López no lugar de Vitor Roque. Até então o time tinha maior volume de jogo mas não marcava. Eis que dois minutos depois das substituições em um chute de fora da área, Weverton aceita (falhou?) e o time da casa empata.

O palmeirense ficou ressabiado: novamente vamos ter um resultado negativo dominando a partida mas tomando gol em apenas um chute do adversário?

Para piorar, Mayke que acabava de ter entrado no lugar de Fuchs, sentiu a coxa e saiu, para a entrada de Giay. O time buscava o desempate mas parecia que com uma organização tática menos eficiente que na primeira etapa.

Piquerez comemora seu gol de pênalti. Crédito: Cesar Greco/Palmeiras/Canon

Em uma disputa de bola dentro da área Flaco sofreu pênalti. Piquerez bateu no meio do gol e desempatou. 2×1. Eram 37 minutos. Mas não deu tempo nem de comemorar nos grupos de whatsapp. Um minuto depois outro chute de fora da área (no ângulo? novamente Weverton falhou?) e eles empatam. 2×2.

Água gelada na comemoração do palmeirense….

Aí virou um samba do afro descendente com distúrbios neurológicos. Bola pra frente, chutão, chuveirinho, cruzamento. E aos 47 minutos, a bola chegou na cabeça de Richard Ríos.

Daí pra frente foi esperar o apito final. Vitória na estreia, em casa, era o que precisávamos.

Abel, mais leve?

Na coletiva do pós jogo, o treinador Abel Ferreira parecia mais leve, menos mal humorado (também pudera) do que nas últimas entrevistas.

“Mas na verdade temos que matar o jogo!”. Essa foi a principal frase, que todos concordamos.

E agora?

A próxima partida da Libertadores é semana que vem, contra o Bolivar no Allianz. Antes disso vamos para a segunda rodada do Brasileiro, em Recife, contra o Sport.

O palmeirense gostou da atuação e abriu um leve sorriso: agora vai?

Saudações Alviverdes!

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