
Sporting 2×3 Palmeiras Libertadores 2025 R01
Ríos faz o gol da vitória aos 92 minutos. Crédito: Cesar Greco/Palmeiras/Canon
O Palmeiras estreou na Libertadores 2025 jogando contra o Sporting Cristal em Lima, Peru. E venceu por 3×2. Gols de Estevão, Piquerez e Richard Ríos.
1o tempo, jogando bem.
Abel mandou a campo um time diferente daqueles das últimas partidas. Ainda sem poder contar com Maurício, sem Veiga nem Marcos Rocha, o treinador optou por uma defesa com três zagueiros – Bruno Fuchs, Gustavo Gómez e Micael – e Felipe Anderson na armação, com Emiliano Martínez e Lucas Evangelista como os dois volantes, e no ataque com Estevão, Vitor Roque e Facundo Torres.
E foi um Palmeiras diferente, melhor, mais perigoso, que vimos. Jogando bem o time criava algumas chances mas não conseguia marcar. Até que depois de um bate rebate na área, Estevão pegou o rebote do goleiro e mandou para o fundo do gol. 1×0. Eram 38 minutos do 1o tempo.
2o tempo, emoção!
O time voltou igual para a segunda etapa. E continuou superior ao time da casa. Lucas Evangelista perdeu um gol incrível chutando por cima do gol dentro da área do Sporting.
Aos 20 minutos Abel faz três substituições: Mayke no lugar de Bruno Fuchs, Ríos no lugar de Anderson, e Flaco López no lugar de Vitor Roque. Até então o time tinha maior volume de jogo mas não marcava. Eis que dois minutos depois das substituições em um chute de fora da área, Weverton aceita (falhou?) e o time da casa empata.
O palmeirense ficou ressabiado: novamente vamos ter um resultado negativo dominando a partida mas tomando gol em apenas um chute do adversário?
Para piorar, Mayke que acabava de ter entrado no lugar de Fuchs, sentiu a coxa e saiu, para a entrada de Giay. O time buscava o desempate mas parecia que com uma organização tática menos eficiente que na primeira etapa.

Em uma disputa de bola dentro da área Flaco sofreu pênalti. Piquerez bateu no meio do gol e desempatou. 2×1. Eram 37 minutos. Mas não deu tempo nem de comemorar nos grupos de whatsapp. Um minuto depois outro chute de fora da área (no ângulo? novamente Weverton falhou?) e eles empatam. 2×2.
Água gelada na comemoração do palmeirense….
Aí virou um samba do afro descendente com distúrbios neurológicos. Bola pra frente, chutão, chuveirinho, cruzamento. E aos 47 minutos, a bola chegou na cabeça de Richard Ríos.
Daí pra frente foi esperar o apito final. Vitória na estreia, em casa, era o que precisávamos.
Abel, mais leve?
Na coletiva do pós jogo, o treinador Abel Ferreira parecia mais leve, menos mal humorado (também pudera) do que nas últimas entrevistas.
“Mas na verdade temos que matar o jogo!”. Essa foi a principal frase, que todos concordamos.
E agora?
A próxima partida da Libertadores é semana que vem, contra o Bolivar no Allianz. Antes disso vamos para a segunda rodada do Brasileiro, em Recife, contra o Sport.
O palmeirense gostou da atuação e abriu um leve sorriso: agora vai?
Saudações Alviverdes!
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