Arbitragem de Maximiliano Ramírez em JUN 1×1 SEP
Crédito da imagem: Cesar Greco/Palmeiras/by Canon
Por Oiti Cipriani
JUNIOR BARRANQUILLA 1 X 1 PALMEIRAS
Libertadores da América – R01 fase de grupos
- Árbitro: Maximiliano Ramírez (ARG)
- Árbitro assistente 1: Juan P. Belatti (ARG)
- Árbitro assistente 2: José Savorani (ARG)
- Quarto árbitro: Sebástian Zunino (ARG)
- VAR: Hernan Mastramgelo (ARG)
Árbitro
Árbitro Argentino, da Provincia de Gonzales Catan, nascido em 18/11/1986 (39 anos), Fifa desde 2023. Substituiu o escalado para este jogo Facundo Telo, que se contundiu em jogo na data FIFA. Árbitro com pouca experiência internacional. Apitou o jogo de 2025 de Palmeiras 2 x 0 Bolivar.
Análise Técnica
Lances polêmicos
Pênalti contra o Palmeiras, bem-marcado, com auxílio do VAR, que o árbitro não viu ou não teve convicção da marcação. Note-se que ele estava próximo e bem colocado.
Trabalho de campo
Trabalho bem fraco (semelhante a arbitragem brasileira; não deixou sentir saudades de nossos árbitros). Confuso e sem o mínimo critério, tanto técnico como disciplinar. Deixava de punir entradas fortes, principalmente do time colombiano. O tempo de 8 segundo do goleiro é somente letras em um papel que simulacro as regras do futebol, pois nenhum árbitro segue ou pune, em qualquer jogo. Provavelmente as novas regras de limite de tempo, a entrar em vigor na Copa do Mundo, também serão meras palavras no inflado livro de regras, para encher linguiça.
AVALIAÇÃO: 4,5
Disciplina
Assinalou 26 faltas. 17 contra o Junior e 9 contra o Palmeiras. Mostrando 4 cartões amarelos, 3 para jogadores do Junior e 1 contra o Palmeiras. Em uma entrada muito acima da média sobre Giay, um arbitro com mais personalidade, poderia até ser cartão vermelho, nem falta técnica marcou. Não teve capacidade ou tirocínio para inibir as entradas mais bruscas de ambos os times. Pela imprudência, deixou de punir com cartão o jogador Mauricio, que cometeu o pênalti logo aos 5 minutos de jogo. Defensor do time colombiano, em uma disputa de bola mais forte com Jhon Arias, nem foi tocado, rolou ao chão como se tivesse sido picado por uma cascavel, sob as vistas complacentes do árbitro. Depois de um tempo, levantou-se e saiu correndo. Um detalhe, a regra de futebol diz que toda simulação deve ser punida. Qual o árbitro que pune simulação de contusão, de cotovelada no rosto, quando mal resvalou no ombro. Neste tipo de situação o VAR poderia ser instruído a orientar o árbitro, fazendo parte do protocolo.
AVALIAÇÃO: 4,5
Controle de tempo
Acréscimos:
- 1º tempo 5 minutos
- 2º tempo 6 minutos.
Somente na definição do pênalti, no início do primeiro tempo, foram consumidos 4’46 minutos. Depois do gol o time colombiano usou das simulações de contusão e demora na reposição de bola.
- Tempo total de jogo: 101’29
- Bola Rolando: 47’58
- Paradas de jogo: 111
- Posse de bola: Junior Barranquilla 43% – Palmeiras 57%
AVALIAÇÃO: 5,0
Assistentes
Assinalaram seis impedimentos durante o jogo. Um do ataque do Junior e cinco do Palmeiras. O AA1 foi mais exigido que o AA2, para controlar os bancos e assinalou duas faltas em sua área de ação.
VAR
Com acerto chamou o arbitro ao vídeo para analisar a entrada de Mauricio, que foi punida com tiro penal e também no gol do Palmeiras, que foi um lance ajustado de impedimento de Sosa, validando-o.
Conclusão
O espetáculo teve muito prejuízo com a troca de árbitros. A segurança que o arbitro previamente escalado transmite ao jogo é incomparável rem relação ao seu substituto. Como dissemos, foi uma arbitragem medíocre e medrosa em um péssimo campo, e o arbitro não teve capacidade de gerenciar esta situação, dificultando um trabalho que poderia ser fácil.
AVALIAÇÃO: 4,6

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Comments (1)
Ronaldo Ramires
esse arbitragem do Maximiliano não fugiu daquilo que a gente já está acostumado no Brasil.
Nota: 5,5